quinta-feira, maio 30, 2019

Uma experiência cerebral... Cultura Inglesa Festival

Uma experiência cerebral... 🧠

A vivência do game não acaba na tela final, pois precisamos levar em conta um segundo tipo de experiência: os rastros deixados pelo #videogame. A partir das noções de momento lúdico e interatividade, o jogo digital tem sido estudado por seus potenciais benefícios em termos de aprendizado e liderança, de impacto na criatividade e até de retenção de memória. Nesta viagem pelo cérebro, você vai descobrir o que dizem as pesquisas mais recentes sobre os reais benefícios dos games. 🕹 23o. Cultura Inglesa Festival (Cultura Inglesa de São Paulo) no Centro Cultural São Paulo (CCSP). From the concepts of playful moment and interactivity, the digital game has been studied for its potential benefits. In this brain trip, you will learn more about the real benefits of the videogame.

Controle Emocional
Alguns games podem propiciar mais controle emocional para tolerar o estresse cotidiano e até mesmo a dor. A ínsula, que tem forma triangular e faz parte do sistema límbico, coordena a integração entre as emoções e a razão. Uma pesquisa britânica indica que games violentos podem contribuir para o aumento da tolerância a dor. Jogar qualquer tipo de game reduz em 17% o hormônio cortisol que induz ao estresse.

Sonhos e Criatividade
Surgem as primeiras evidências de que games podem aumentar a criatividade em crianças. No cérebro, sonho e criatividade são controlados pelo córtex. O hemisfério direito é prioritariamente responsável pelo pensamento simbólico e pela criatividade (nos canhotos, essas funções estão invertidas). Uma pesquisa com 500 crianças de 12 anos mostrou que os jogadores de games tinham respostas mais criativas. Um estudo revelou que gamers têm mais sonhos lúcidos e que talvez tenham menos pesadelos.

Combatendo Doenças
Muitas pesquisas provaram que games podem auxiliar na cura de certas doenças, especialmente as ligadas a concentração e ao equilíbrio. De acordo com recentes pesquisas, o córtex pré-frontal atua como se fosse uma central de distribuição de dados, monitorando e influenciando outras regiões do cérebro. Por ajudar o equilíbrio, o Wii Sports é recomendado a pacientes com doença de Parkinson e Esclerose Múltipla.

Benefícios Cognitivos
No ato de jogar, é preciso utilizar processos cognitivos como percepção visual e espacial, atenção e memória. O núcleo caudado está ligado ao movimento, bem como ao aprendizado e a mémoria. Games de ação, como Call of Duty, aumentam a velocidade de decisão e aprimoram os reflexos, além de contribuir para a atenção e a retenção de memória. Jogos também proporcionam o contato com outros idiomas, ajudando na compreensão e memorização.

Desafios e Liderança
Gamers precisam enfrentar desafios e lidar com erros frequentes antes de chegar ao grande final épico. Isso esta ligado ao hemisfério esquerdo do cérebro, que é responsável pelo pensamento lógico e pela competência. Jogar pode ajudar a resolver problemas reais, já que permite recomeçar e criar novas estratégias. Líderes de "guildas" e "clãs" em jogos on-line podem ter a capacidade de liderança aumentada no mundo real.

Controle e Percepção
Novas pesquisas apontam que existe uma relação entre jogar games e o aumenta da massa cinzenta do cérebro. A substância cinzenta inclui regiões do cérebro envolvidas no controle muscular e na percepção sensorial, como visão, audição, memória, emoções e fala. Um estudo indicou que pessoas que jogam 30 minutos de Tetris por dia podem desenvolver um córtex mais espesso. Um estudo realizado na China apontou que games de ação podem aumentar as conexões neurais e a massa cinzenta cerebral.

sexta-feira, maio 24, 2019

Estas são as nações mais saudáveis ​​do mundo

A Espanha tem muitas atrações - culinária deliciosa, clima ameno, música sublime e uma história fascinante. E agora pode adicionar outro elogio: acaba de ser nomeado o país mais saudável do mundo. 

A Bloomberg analisou números da ONU, do Banco Mundial e da Organização Mundial de Saúde, classificando 169 países em uma série de fatores, desde a expectativa de vida à obesidade, uso de tabaco, qualidade do ar e acesso à água potável. 


Os resultados mostram que a Espanha subiu a classificação do 6º lugar no ano passado, colocando a Itália no segundo lugar. Islândia, Japão e Suíça seguem de perto, em uma lista que demonstra a correlação entre saúde e riqueza. Nações de alta renda na Europa e no Pacífico dominam o topo da tabela. Em contraste, 17 dos 20 países com classificação mais baixa estão na África Subsaariana, junto com o Iêmen, o Afeganistão e o Haiti. 

Mas, embora a renda seja um forte indicador, uma olhada na lista mostra que há claramente outros fatores em jogo. Os EUA, onde a expectativa de vida vem caindo em parte como resultado de overdoses e suicídios de opiáceos, estão na 35ª posição da lista. Isso é cinco lugares mais baixos do que Cuba significativamente mais pobre, com sua longa história de investimento em saúde pública e ênfase na medicina preventiva. 


Quando se trata de sistemas de saúde, o fator mais importante parece ser como, ao invés de quanto, o dinheiro é gasto. A Espanha destaca-se por um declínio notável nas doenças cardiovasculares e mortes por câncer na última década, em parte como resultado de políticas de saúde pública eficazes baseadas na triagem e na prevenção. Seu sistema de saúde é predominantemente publicamente financiado por impostos e opera com base em princípios de universalidade, livre acesso e justiça financeira. Essencialmente, todos têm direito ao mesmo nível de cuidado, não importa quanto dinheiro eles tenham. Seu atendimento primário é particularmente elogiado, com médicos de família especializados atuando como guardiões do sistema de saúde. 

Mas seus gastos com saúde per capita estão abaixo da média da OCDE e apenas um terço dos EUA. 


A dieta mediterrânea popular na Espanha e na Itália é rica em legumes, nozes, frutas, peixe e grãos saudáveis, bem como o azeite onipresente. Numerosos estudos demonstraram que essa dieta tem muitos benefícios médicos, particularmente no que diz respeito a doenças cardíacas. 

Dietas escandinavas e do leste asiático também têm sido associadas a estilos de vida mais saudáveis, e há uma forte correlação entre os rankings da Bloomberg e as taxas de obesidade. 


A obesidade também está ligada a um estilo de vida sedentário, e países como a Suíça e a Suécia, com altos índices de participação no esporte e em outras atividades físicas, estão no topo da lista. 

Talvez até a sesta tradicional da Espanha faça parte - com alguns estudos sugerindo que um cochilo de pouco menos de meia hora pode ter benefícios significativos para a saúde. 

Em 2040, prevê-se que a Espanha ultrapassará o Japão e apresentará a mais longa expectativa de vida do mundo, com seus habitantes, em média, chegando a quase 86 anos. Até lá, o resto do mundo estará se aproximando, com expectativa de vida da China que deve superar os EUA. 

Enquanto isso, você tem a desculpa perfeita para um cochilo à tarde antes de um saboroso jantar de paella: ¡viva España!

Fonte Original: Modificado de WEF (Google Tradutor)

terça-feira, maio 21, 2019

Feira Hospitalar 2019

Prof Armando Ribeiro apoiando a campanha #doesangue realizada no stand da Fundação Pró-Sangue Hemocentro de São Paulo durante a Hospitalar 2019.

A Hospitalar 2019 "O futuro da saúde" é o principal evento da saúde na América Latina. Além da exposição de marcas, produtos, serviços e equipamentos nacionais e internacionais, o evento ainda promove experiências, debates e fóruns sobre as principais inovações e tendências do setor, trazendo conteúdo de qualidade, conhecimento e atualização profissional para seu público. Na Hospitalar você poderá: conhecer + de 1.200 marcas expositoras nacionais e internacionais; ficar por dentro dos principais lançamentos e inovações da indústria; participar de debates, fóruns, palestras e demonstrações realísticas das principais tendências e novidades do setor da saúde; Fazer networking com os principais players do mercado, fazer novos contatos e reforçar relacionamento com seus parceiros de negócios.

Experiência "Acima de tudo o Amor" no stand do Hospital de Amor #hospitaldeamor (Hospital do Câncer de Barretos) na feira Hospitalar 2019 O futuro da Saúde”.

Até 4 expositores apresentam inovações simultaneamente nas arenas da Hospitalar 2019 “O futuro da saúde”. Assistindo às Soluções Cognitivas da IBM Watson Health “Gerenciando o cuidado: saúde na entrega de valor (360?).

Sistema de visualização robótica... #hospitalar2019

O sistema cirúrgico da Vinci Xi fornece uma extensão natural dos olhos e mãos do cirurgião. Assim como todas plataformas da Vinci, o cirurgião é responsável por controlar o sistema. A tecnologia 3D HD altamente magnificada permite ao cirurgião observar a anatomia com percepção real de profundida e visão cristalina.

Imersão na realidade virtual no stand da CMOS DRAKE / MedRoom no sistema inteligente de feedback de RCP capaz de identificar a frequência e profundidade das compressões e emitir comando de texto e voz para garantir compressões mais seguras e eficazes... É pra suar... o importante é que o boneco sobreviveu!! 🙏🏻

sábado, maio 18, 2019

Proposta popular quer tornar coaching crime

Sugestão enviada ao Senado recebeu mais de 20 mil assinaturas e será discutida por parlamentares na Comissão de Direitos Humanos

Uma Sugestão Legislativa que deverá ser discutida por senadores pode levar à criminalização da prática de coaching. A sugestão n° 26, de 2019, foi feita por William Menezes, um cidadão de Sergipe, por meio da plataforma de participação legislativa e-Cidadania. Como alcançou número suficiente de assinaturas, vai tramitar por uma Comissão do Senado. 

Em inglês, o termo ‘coach’ se refere a um professor, tutor ou mentor. Daí deriva o termo ‘coaching’: ato de guiar e aconselhar alguém.

A ideia legislativa foi publicada no dia 15 de abril. Na descrição da proposta, Menezes escreveu que “se tornada lei, não permitirá o charlatanismo de muitos autointitulados formados sem diploma válido”. Ele ainda escreveu que a proposta contra o coaching quer proibir “propagandas enganosas como ‘reprogramação de DNA’ e ‘cura quântica’, que desrespeitam o trabalho científico e metódico de terapêutas e outros profissionais das mais variadas áreas.”

Em apenas oito dias, a proposta recebeu mais de 20 mil apoios, número necessário para que ela virasse uma sugestão e fosse encaminhada para a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). O presidente da comissão é o senador Paulo Paim (PT/RS), que designou na quarta-feira, 8, o senador Eduardo Girão (PODE/CE) para a relatoria. Ele, no entanto, devolveu a matéria para ser designada a outro relator. 

Por meio de nota, a secretaria de apoio à CDH disse que o coaching é praticado por diversos profissionais, tais como professores, advogados e outros. “No entanto, como em toda área de atuação do ser humano”, continua a nota, “existem pessoas bem e mal intencionadas, ou sem a perícia necessária para atuar em determinada área, inclusive regulamentada, fazendo o mau uso do coaching. Desta forma, a regulamentação, ou não, desta prática profissional deve ser debatida de forma democrática pelo parlamento, considerando seus bons e maus usos.” 

Em inglês, o termo ‘coach’ se refere a um professor, tutor ou mentor. Daí deriva o termo ‘coaching’: ato de guiar e aconselhar alguém. De acordo com a universidade inglesa Oxford Brookes, o coaching é uma “ferramenta para desenvolvimento pessoal e profissional”.

Institutos apontam desconhecimento sobre coaching 

Institutos que formam coaches e aplicam a técnica a seus contratantes denunciaram que o texto da Sugestão Legislativa mostra “desconhecimento sobre a técnica do coaching”. Para o presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching (SLAC), Sulivan França, o texto a ser discutido no Senado relaciona o coaching a um processo terapêutico, o que ele nega veemente. 

“No coaching, adotamos uma metodologia estruturada para construir um planejamento estratégico para o indivíduo atingir seus objetivos, sejam eles profissionais ou pessoais”, explica França. No entanto, ele reconhece que haja muitos profissionais atuando de forma errônea no mercado: “O cidadão está certo quando diz que há um bando de estelionatários usando o termo ‘coach’ para realizar uma série de coisas que não são de nossa alçada.” 

Ele se refere aos termos ‘cura quântica’ e ‘reprogramação de DNA’ presentes na Sugestão Legislativa, os quais confirmou já ter visto usadas em informes publicitários. Ainda, denuncia casos em que pessoas usam discurso religioso em suas práticas e prometem a conquista de objetivos por meios divinos, o que vai de encontro com as conquistas por mérito próprio propagadas pelo coaching. 

Por isso, França vê como positiva a discussão levantada pelo episódio para que se tenha mais atenção à área. “Agora, não vejo a criminalização como o caminho certo. Fazer isso é inibir todos os profissionais, inclusive aqueles que fazem um excelente trabalho em grandes empresas”, defende. 

A assessoria de comunicação do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC) informou por meio de nota que segue e repassa códigos de conduta profissional e ética aos profissionais que forma. Além disso, afirma que orienta-lhes a “respeitar a atividade profissional de outros campos como: Psicologia, Nutrição e áreas da saúde física, emocional e mental.” 

A advogada responsável pela assessoria jurídica do IBC, Hayff Machado, argumenta que a regulamentação do coaching é a melhor opção no cenário atual. “Temos mais de 13 milhões de desempregados e mais de 9% da população com distúrbios comportamentais. E essa população busca o coaching não só como autoconhecimento comportamental, mas também como uma nova profissão. É um absurdo falar em criminalização.”

Fonte Original: Artigo Modificado (link)

Sugestão legislativa no Senado quer barrar coach ‘charlatão’

Proposta de eleitor alcançou em menos de um mês apoio suficiente para entrar em debate no Congresso; para coaches, profissão tem critérios claros para boas práticas

Uma proposta que acaba de entrar na agenda de debates do Senado está causando burburinho entre os profissionais de coaching. Com o título de “Criminalização do ‘Coach’”, a sugestão feita em 15 de abril por um cidadão sergipano no site E-Cidadania tem o objetivo de barrar “o charlatanismo de muitos autointitulados formados sem diploma válido”. De acordo com o texto, tais “coaches” estariam “desrespeitando o trabalho científico e metódico de terapeutas e outros profissionais das mais variadas áreas” com “propagandas enganosas como ‘reprogramação de DNA’ e ‘cura quântica’”.

A ideia ganhou adeptos rapidamente: de acordo com a assessoria de imprensa do Senado, no início desta semana 24.232 apoios haviam sido registrados pelo site. Ao atingirem 20 mil votos, as propostas são transformadas em sugestões e encaminhadas à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa para serem formalizadas como Ideias Legislativas. Um senador será designado para elaborar um relatório sobre a sugestão. Após debates, o relatório é votado pelos senadores da comissão e, dependendo do resultado, é possível que a ideia se torne um projeto de lei ou proposta de emenda à Constituição.

A quantidade de apoios reflete uma preocupação crescente do mercado em separar o joio do trigo. Um estudo global feito pela American Management Association aponta que 53% das interrupções de processos de coaching entre 2008 e 2018 foram causadas pela “expertise questionável dos coaches”. Mas como identificar os aventureiros, se não há regulamentação para a profissão?

“A proposta de lei é muito vaga, pois não diz o que seria um profissional devidamente habilitado ou um diploma válido”, analisa Iaci Rios, presidente da IMR Coaching Skills. Apesar disso, ela afirma que já existe no mercado um conhecimento bastante amadurecido do que é um profissional confiável, a começar pelo tipo de certificação que ele possui.

A ICF (International Coach Federation), maior instituição mundial de formação, observação e garantia de boas práticas de coaching, está presente em 140 países – inclusive o Brasil. “A ICF tem critérios muito claros. A escola e o profissional recebem três níveis de qualificação após se submeterem a um rigoroso e completo processo de avaliação”, conta Iaci.

Além da certificação, empresas e organizações têm outras formas de diferenciar bons coaches dos inexperientes ou falastrões. “Como em qualquer área de prestação de serviços, o boca a boca é importantíssimo”, diz Eva Hirsch Pontes, diretora da PhoenixCoach Treinamento e professora da Fundação Dom Cabral. “Os profissionais de RH trocam suas percepções e experiências quando querem referências de coaches que tenham um histórico de entrega de resultados consistente aliado a uma comprovada conduta ética.”

Também é preciso entender o que é o coaching e para que objetivos ele é adequado. “O coaching é indicado para desenvolver potencial e não para remediar situações. É um erro e um desperdício contratar um coach para trabalhar com um profissional em quem a organização já não acredita mais”, exemplifica a diretora.

Fora do ambiente profissional, valem os mesmos cuidados, e Eva chama a atenção para os marqueteiros de plantão: “Fujam dos modismos, dos coaches que se dizem quânticos, ‘babycoach’ e outras denominações pop. Coach é coach”.

Segundo Iaci Rios, um coach bem formado e preparado é capaz de trabalhar diferentes nichos, contanto que se mantenha dentro dos propósitos metodológicos. “Se o que quero é me manter mais saudável, equilibrando minha vida de forma mais efetiva, o coaching vai me ajudar nisso. Podemos falar em nichos, mas quem vai definir o nicho onde o coach vai atuar é seu cliente.”

A administradora de empresas Daniela Abade, de 44 anos, procurou o método com o objetivo de lidar com equipe e clientes de forma mais serena. Por indicação, contratou uma profissional que trazia no currículo atendimento a diversas grandes companhias. “Me dei muito bem com a prática por ser objetiva e direcionada. A ideia é que você se desenvolva a partir de uma percepção sua, não do coach”, atesta.

“O coach não deve dizer o que fazer. Caso ele diga, é um mau sinal”, alerta Eliana Dutra, CEO da ProFitCoach e autora do livro Coaching – O que Você Precisa Saber (ed. Mauad). “O processo pode ser doloroso ou motivador. Quando é motivador é coaching, quando é doloroso é indício de que a pessoa precisa de outro tipo de profissional.”

Eva Hirsh ressalta ainda que há pessoas que buscam um processo de coaching para cuidar de temas que pertencem à psicoterapia, como depressão, ansiedade e superação de traumas, e enfatiza: “Nesses casos, o coach tem a obrigação ética de fazer uma recomendação para que se busque apoio psicoterapêutico”.

Fonte Original: Artigo Modificado (link)

sexta-feira, maio 17, 2019

Sala de Aula de 2030 - Experiência Microsoft na Bett Educar 2019

A experiência "Sala de Aula de 2030" da Microsoft foi uma das atividades mais concorridas entre os educadores que participaram do evento Bett Educar 2019 no Transamérica Expo Center em São Paulo - SP. A transformação digital na sala de aula preconiza que o ensino em 2030 será o aprendizado pronto para a vida. Os alunos que hoje estão no jardim da infância estarão melhor preparados para o futuro se eles tiverem uma base social e emocional sólida que seja desenvolvida em um ambiente de aprendizado personalizado, de acordo com a nova pesquisa da Microsoft realizada em colaboração com a Education Practice da McKinsey & Company. O estudo revelou novos insights sobre o conhecimento e as experiências que os alunos precisarão para estarem prontos para a vida e não simplesmente "prontos para o trabalho". O futuro da aprendizagem será profundamente social, personalizado e apoiado por professores e tecnologia.”

A vivência consiste na experiência em grupo, através do sistema de rodízio, em cinco atividades / sites que apresentam as tecnologias e estratégias educativas da "Sala de Aula de 2030", entre elas a realidade mista (realidade virtual / aumentada).

Habilidades interpessoais passam a ser o foco... Um dos temas mais presentes na pesquisa foi o significado do desenvolvimento e da aplicação de competências sociais e emocionais na aprendizagem. Os resultados mostraram que estas habillidades têm duas vezes mais chance de gerar um melhor desempenho acadêmico do aluno, assim como o ambiente familiar e questões regionais.

A realidade mista permite ao aluno uma imersão no ambiente / tema de estudo, neste caso uma rápida viagem aos sítios arqueológicos do Peru.

Os alunos querem personalização, não automação. A personalização está entre os meios mais eficazes de acelerar o crescimento acadêmico e cognitivo. Os estudantes querem ser criativos e acreditam que aprendem mais quando eles têm voz ativa e recebem feedback personalizado.

Indo além da aprendizagem do século XXI. Os alunos enfatizaram muito mais a importância das habilidades criativas, sociais, emocionais e tecnológicas quando comparado aos professores. Os empregos do futuro também dão grande destaque a essas capacidades.

Impacto na empregabilidade. Apenas 42% dos empregadores acreditam que os recém-formados estão preparados adequadamente para a força de trabalho, especialmente quando o assunto são habilidades sociais e emocionais.

O "Minecraft Education Edition" ajuda os alunos a desenvolver habilidades importantes, como colaboração, criatividade, STEM (sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) e resolução de problemas, além de capacitar educadores como você a inspirar os alunos com a aprendizagem baseada em jogos.

Minecraft é um jogode quebrar e posicionar blocos, em que os jogadores trabalham em conjunto para criar mundos maravilhosos e cheios de imaginação. O Minecraft está transformando a maneira como as pessoas ensinam e aprendem em amis de 120 países, com mais de 100 milhões de jogadores em todos o mundo. Minecraft: Education Edition traz o ambiente criativo e imersivo do Minecraft para as salas de aula de todo o mundo, capacitando os educadores a usar uma aprendizagem baseada em jogos e incentivando os alunos a escrever suas próprias histórias, construir grandes ideias e explorar mundos incríveis. As possibilidades de aprendizagem são infinitas!

A Microsoft desenvolveu um programa chamado "Hacking the STEM", onde disponibiliza uma série de planos de aula que integram ciências, tecnologia, engenheira e matemática em lições baseadas em projetos do mundo real. Alguns dos projetos: luva com sensores e mão robótica, simulador de impacto cerebral, descobrindo nossos oceanos e telégrafo.

A abordagem STEM traz um direcionamento específico para a proposta MAKER. Ao propor a resolução de situações problema ou mesmo a realização de um projeto mão na massa, o aluno usa diferentes estratégias e cria possíveis soluções, por meio de uma aplicação prática de conhecimentos de Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática.

Programação, robótica, "MAKER", entre outros, levam a teoria para a prática através de projetos "mãos na massa". A cultura MAKER tem como princípio a crença de que qualquer um pode modificar, criar ou mesmo consertar coisas com as suas próprias mãos. Ao permitir que os alunos construam invenções e aprendam colocando a mão na massa, a cultura MAKER faz com que o aprendizado se torne mais significativo. Assim, cria-se a oportunidade para trabalhar como um cientista, autor de suas ideias e construtor do próprio conhecimento. As atividades MAKER estão associadas à construção de objetos de aprendizagem com o uso de tecnologia, a partir de uma abordagem interdisciplinar, integrando conhecimentos e práticas de diferentes áreas.

Sistemas permitem a criação de trabalhos em 3D, através da ferramenta Paint. Uso da caneta digital oferece uma experiência premium de escrita em vários dispositivos e aplicativos que envolvem os alunos e melhoram a sua aprendizagem. 

Ferramenta "Forms" permite o professor otimizar o tempo em sala de aula, através da elaboração e aplicação de atividades-teste automatizadas.

quinta-feira, maio 16, 2019

Prof Armando Ribeiro obteve a Microsoft Certified Educator (MCE)


Prof Armando Ribeiro teve a honra de obter a certificação no programa Microsoft Certified Educator (MCE), durante o Bett Educar 2019.

A certificação Microsoft Certified Educator (MCE) atesta que os educadores possuem as habilidades para fornecer experiências de aprendizagem personalizadas para seus alunos e incorporam habilidades críticas do século XXI, usando as ferramentas da Microsoft. O Microsoft Certified Educator Program é um programa de desenvolvimento profissional que preenche a lacuna entre as habilidades tecnológicas e o ensino inovador. 

A implementação do programa de desenvolvimento e certificação profissional Microsoft Certified Educator nas instituições de ensino:

- Garante que o corpo docente tenha conhecimento básico das ferramentas do Microsoft Educaction;
- Garante que os professores estão aptos a integrar tecnologia às suas práticas pedagógicas para desenvolver as competências do século XXI.
- Garante que os professores saibam quais ferramentas do Microsoft Education podem suportar as competências do século 21; entre outros.

Prof Armando Ribeiro obtendo a Microsoft Certified Educator (MCE).

Earning a Microsoft Certified Educator (MCE) certification validates that educators have the global educator technology literacy competencies needed to provide a rich, custom learning experience for students. Earners demonstrate competency, mapped to the 21st Century Learning Design (21CLD) Framework for Educators. The 21st Century Learning Design provides teachers with clear and practical ways to develop 21st century skills using digital technologies with their students.

Bett Educar 2019

Prof Armando Ribeiro se despede da Bett Educar 2019

A Bett Educar é o maior evento de educação e tecnologia da América Latina. Congrega, anualmente, mais de 230 empresas nacionais e internacionais, mais de 19 startups do setor e cerca de 22.000 participantes da comunidade educacional de todos os estados brasileiros, que se encontram com o propósito de buscar inspiração, discutir o futuro da educação e o papel que a tecnologia e a inovação desempenham na formação de todos os educadores e estudantes.
  
Tecnologia e Educação na Bett Educar 2019

Impressoras 3D são destaques em diversos stands.

Lego Education.

CRUZR - Customized Employer, Return Beyond (UBTECH).

Robôs, robótica e programação.

Torre de madeira... Quais peças sustentarão o aprendizado?

A escola do futuro é MAKER?

Realidades... virtual / aumentada / tudo junto e misturada! 

Liderança infantil?

 "A razão já nos levou até onde podia, entramos agora na era das emoções." 
(Rossandro Klinjey)

Minecraft... na educação, pode! 
 Inovação... Análise da Audiência em Tempo Real!!! 
(Microsoft Cognitive Services)
 Prof Armando Ribeiro foi aprovado na certificação Microsoft Certified Educator (MCE).

A certificação Microsoft Certified Educator (MCE) atesta que os educadores possuem as habilidades para fornecer experiências de aprendizagem personalizadas para seus alunos e incorporam habilidades críticas do século XXI, usando as ferramentas da Microsoft.

O Microsoft Certified Educator Program é um programa de desenvolvimento profissional que preenche a lacuna entre as habilidades tecnológicas e o ensino inovador.

"O futuro da aprendizagem será profundamente social, personalizado, e apoiado por professores e tecnologia." (Microsoft Education)

Earning a Microsoft Certified Educator (MCE) certification validates that educators have the global educator technology literacy competencies needed to provide a rich, custom learning experience for students. Earners demonstrate competency, mapped to the 21st Century Learning Design (21CLD) Framework for Educators. The 21st Century Learning Design provides teachers with clear and practical ways to develop 21st century skills using digital technologies with their students.

É possível imaginar a Sala de Aula de 2030... ou criá-la, hoje!

Tecnologia da Educação... requer Educação da Tecnologia!

 Clima de tensão durante a prova para a certificação MCE - Microsoft Certified Educator.

Transformação digital na sala de aula...

Bem-estar emocional é importante para o desenvolvimento de adultos saudáveis e cidadãos responsáveis... na palestra internacional "O Futuro da Aprendizagem" por Anthony Salcito (VP Mundial de Educação).
  

Os motores do nosso futuro... inteligência artificial (IA), internet das coisas (IOT), realidade mista, blockchain e computação quântica... na palestra internacional "O Futuro da Aprendizagem" por Anthony Salcito (VP Mundial de Educação).

Como podemos usar a IA (inteligência artificial) em nosso sistema educacional?


 Janelas para o futuro...

Robôs pelas ruas do Expo Center Transamérica...

Bear... um pouco grande!

Vivência Faber Castell na Bett Educar 2019.

Impressora 3D.

Spike Prime Lego Education...

Aqui voce pode encher o seu copo retornável... Ideia legal, da Turma...

Ônibus escolar... uma carona para a educação do futuro, hoje!

Pôr dentro do... ônibus!

Nunca... a sala de aula invertida foi levada tão a sério!