"Ser médico não é suficiente para ser professor de Medicina" por Aécio Gois* O ensino médico no Brasil e no mundo passa por inúmeros desafios, sendo o mais importante a sua profissionalização. Ser médico não é suficiente para ser professor de Medicina. É fundamental que esse profissional aprenda a utilizar as novas informações sobre metodologias de ensino e avaliações. Apenas a aula expositiva e a avaliação cognitiva não são suficientes como recursos pedagógicos. Os números são assustadores no Brasil. O País já é vice-campeão na quantidade de escolas médicas no mundo, superando a China e os Estados Unidos. Só perdemos para a Índia, que tem mais de 400 escolas médicas, mas com 1 bilhão de habitantes. Temos 338 escolas médicas, com 35.078 vagas para alunos do primeiro ano. Apenas no Estado de São Paulo, são 65 escolas, com 7.616 vagas nesse período. Um dos processos mais importantes a enfrentar é o de acreditação das escolas – para que elas façam uma autoaval...
Blog do Prof Armando Ribeiro. Professor de Psicologia e docente em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), com atuação no ensino superior e na formação clínica de psicólogos. Trabalho com Psicologia Baseada em Evidências e Neurociências aplicadas à saúde mental, com foco em ansiedade, depressão e estresse. Este blog reúne reflexões sobre ciência, prática clínica e formação em Psicologia, integrando teoria, evidências e intervenção.