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O bom da tristeza

O bom da tristeza A psicologia vem descobrindo que as emoções negativas são tão importantes quanto as positivas para o crescimento humano. Ninguém quer sentir dor ou medo. No entanto, as duas sensações são necessárias para proteção e sobrevivência. O mesmo acontece com a tristeza. Todo mundo quer ser alegre. No entanto, a infelicidade também tem seu papel. As últimas pesquisas da psicologia evolutiva, ramo da psicologia que busca compreender o comportamento humano como resultado da evolução das espécies, revelaram que as emoções existem para mover as pessoas em direção a comportamentos que aumentam sua chance de sobrevivência. Desta maneira, as emoções negativas seriam tão importantes quanto as emoções positivas. O psicólogo Armando Ribeiro afirma que a filosofia chinesa já utiliza há milênios o conceito do yin-yang, ou seja, opostos que se complementam. A base da medicina tradicional chinesa (e da acupuntura, por exemplo) é de que as doenças são desequilíbrios entre a...

O bom da tristeza?

O bom da tristeza? Ninguém quer ser triste, mas é bom aprender o que a tristeza também tem para nos ensinar... Contribuição para o jornal Diário da Região.

O bom da tristeza? Contribuição para o jornal Diário da Região

As novidades no tratamento de depressão

Um alento para as 10 milhões de pessoas que enfrentam a depressão no Brasil: com diagnóstico bem-feito e novos tratamentos – entre os quais, os efeitos secundários do Botox, ainda em estudo –, é possível sair das trevas e recuperar o gosto pela vida. Os participantes do último Congresso Mundial de Psiquiatria, realizado em setembro em Madri, na Espanha, foram surpreendidos com a apresentação de um estudo mostrando que a toxina botulínica do tipo A (o Botox), largamente empregada para suavizar rugas, pode trazer alívio contra a depressão. “A pesquisa é inovadora porque oferece uma nova abordagem para tratar a doença, e ela não entra em conflito com qualquer recurso já disponível”, observou o psiquiatra Norman Rosenthal, professor da Georgetown Medical School, em Washington, nos Estados Unidos, e coautor do estudo, publicado no Journal of Psychiatric Research. Em parceria com o cirurgião dermatológico Eric Finzi, ele acompanhou 74 pacientes de ambos os sexos com diagnóstico de dep...