Pular para o conteúdo principal

Envelhecimento e Qualidade de Vida - Ciclo ILP-FAPESP de Ciência e Inovação

Envelhecimento e Qualidade de Vida, Ciclo ILP-FAPESP de Ciência e Inovação. O evento foi realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), no auditório Paulo Kobayashi, das 15h às 17h. 

Programação:

Palestrante: Profa Dra Yeda Aparecida de Oliveira Duarte (Faculdade de Saúde Pública/USP).
Estudo SABE: De qual velhice falamos e como reordenar as políticas públicas frente a essas demandas.

Palestrante: Profa Dra Marcia Scazufca (Faculdade de Medicina/USP)
Pesquisa aplicada ao SUS: programa para o tratamento de idosos com depressão atendidos em Unidades Básica de Saúde.

Palestrante: Prof Dr Victor Zuniga Dourado (Instituto de Saúde e Sociedade/Unifesp)
Uso de aplicativos de smartphone para a promoção da atividade física.

Palestrante: Profa Dra Maria Helena Villas Boas Concone (Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde/PUC-SP)
Envelhecimento populacional e longevidade. Ganhos ou perdas?

Profa Dra Yeda Aparecida de Oliveira Duarte (Faculdade de Saúde Pública/USP).
Estudo SABE: De qual velhice falamos e como reordenar as políticas públicas frente a essas demandas.

Prof Dr Victor Zuniga Dourado (Instituto de Saúde e Sociedade / Unifesp)
Uso de aplicativos de smartphone para a promoção da atividade física.

Assembléia Legislativa de São Paulo (ALESP)

Agência FAPESP – Projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que, em duas décadas, haverá mais idosos do que crianças no Brasil. Em 2060, 25,5% dos cidadãos terão mais de 65 anos. Esse cenário requer políticas públicas que garantam uma melhor qualidade de vida na terceira idade e pesquisas em diferentes campos do conhecimento que ajudem a definir prioridades.

O tema será debatido no dia 30 de setembro, das 15h às 17h, no próximo encontro do Ciclo ILP-FAPESP de Ciência e Inovação, organizado pela FAPESP em parceria com o Instituto do Legislativo Paulista. O evento será realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), no auditório Paulo Kobayashi.

Uma das palestrantes será a pesquisadora Yeda Aparecida de Oliveira, professora da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP) e coordenadora do Estudo SABE - Saúde, Bem-estar e Envelhecimento. O projeto teve início no ano 2000, por iniciativa da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas). A cidade de São Paulo, que abriga mais de 1,7 milhão de idosos, foi um dos sete centros urbanos participantes.

Os dados levantados pelo estudo permitem conhecer as condições de vida e a saúde desse grupo etário. Oliveira apresentará as informações atualizadas pelo último levantamento, realizado no período 2015-217. “Sabendo quais são as demandas, pode-se contribuir com o reordenamento das políticas públicas, especialmente no que diz respeito à legislação e à criação de serviços”, disse.

Outra palestra será apresentada por Marcia Scazufca, professora da Faculdade de Medicina da USP e coordenadora de um estudo desenhado para testar o custo-benefício de um programa de atendimento para idosos com depressão, o PROACTIVE, no Sistema Único de Saúde (SUS).

Realizada em parceria com o King’s College London, a pesquisa acompanha 1.440 idosos de Guarulhos com a doença. “Modelos de cuidados colaborativos, nos quais profissionais da atenção primária trabalham juntos para oferecer o melhor atendimento possível para idosos com depressão, foram testados com sucesso em países ricos”, disse. “Caso os resultados do estudo em andamento sejam positivos, o PROACTIVE poderá ser implementado rapidamente no Estado de São Paulo e em todo o Brasil."

Victor Dourado, do Instituto de Saúde e Sociedade da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), vai apresentar resultados de um projeto – realizado em parceria com universidades holandesas – que visa desenvolver o aplicativo de atividade física Playful Active Urban Living (PAUL) para telefones celulares. Já a pesquisadora Maria Helena Villas Boas Concone, da Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), apresentará a sua visão sobre o tema da velhice e destacará a importância de se considerar que as pessoas reagem de forma diferente a essa etapa da vida e, portanto, apresentam demandas diferentes.

As inscrições para o evento são gratuitas e podem ser feitas pelo endereço www.al.sp.gov.br/ilp/detalheAtividade.jsp?id=5347. As vagas são limitadas.


Este texto foi originalmente publicado por Agência FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original aqui.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Meditação, Reiki e Musicoterapia passam a ser oferecidos pelo SUS

Os serviços de saúde locais podem oferecer a partir deste mês de janeiro mais tratamentos classificados como práticas integrativas e complementares à população, com recursos federais. O Ministério da Saúde passa a repassar recursos federais para o custeio desses procedimentos, mas cabe aos gestores locais decidirem pela oferta dos novos procedimentos. Saúde inclui novos procedimentos no rol de práticas integrativas Entre os procedimentos incluídos estão arteterapia, meditação e musicoterapia.As práticas integrativas e complementares valorizam o conhecimento tradicional e terapias alternativas. Os serviços de saúde locais poderão oferecer mais tratamentos classificados como práticas integrativas e complementares (PICs) utilizando recursos federais. Foram incluídos, nesta semana, novos procedimentos na lista de práticas integrativas do Sistema Único de Saúde (SUS), que abrange recursos terapêuticos baseados em conhecimentos tradicionais. São sete novos tratamentos: sessão ...

O primeiro emprego

O primeiro emprego Quem disse que ajudar seu filho nesta tarefa é complicado? Confira todas as nossas dicas e saiba como incentivá-lo!

Os benefícios de dar e receber um abraço de 6 segundos...

Os benefícios de dar e receber um abraço de 6 segundos...  Aumenta a empatia, gera paz, aumenta a generosidade e outras condutas positivas da vida social, relaxamento, melhora o sistema imunológico, eleva a autoestima, aumenta o altruísmo, gera ocitocina, melhora a pressão arterial!  Precisa de mais motivos para dar aquele abraço nas pessoas queridas? Pratique a "abraçoterapia"!