quinta-feira, junho 25, 2015

Entrevista especial para a revista Psique... Estresse e sociedade

 Link para o artigo

Uma bela recordação que ganhei... A luta por uma sociedade mais equilibrada em nossos tempos não é tarefa simples, mas aos poucos descobrimos que não estamos sozinhos e que existem muitos ao nosso lado!! Caminhante, não há caminho...

Link para o artigo completo.

quarta-feira, junho 24, 2015

Mocinho ou vilão? Estresse na AT Revista.

O psicólogo Armando Ribeiro diz que o estresse pode ter um lado bom, mas, quando mal administrado, ajuda a desencadear boa parte das doenças que mais matam no mundo. Entrevista especial para a revista AT Revista (jornal A Tribuna). Mocinho ou vilão? by Armando Ribeiro

terça-feira, junho 23, 2015

Psicoterapia Cognitivo-Comportamental: Possibilidades em Clínica e Saúde


Este livro foi escrito por jovens profissionais que, sensibilizados com as dificuldades de acesso aos materiais relativos à teoria e à prática da Terapia Cognitivo-Comportamental no Brasil, resolveram descrever os caminhos que trilharam na busca de uma formação sólida.

A obra enfoca desde os conceitos fundamentais às possíveis aplicações em Psicologia Clínica e da Saúde. Pormenorizadamente, foram apresentados trabalhos que envolveram: Transtorno de Pânico com Agorafobia, Depressão, Transtorno Obsessivo-Compulsivo, Pseudo-agorafobia, Ciúmes, HIV-Aids, Esclerose Múltipla, Asma, Cirurgia Geral e um Guia de Terapia Cognitivo-Comportamental On-line.

A Terapia Cognitivo-Comportamental vem se expandindo velozmente em nosso meio profissional, sendo absorvida em diferentes contextos clínicos e instituições de saúde. A existência de um modelo compreensivo, baseado em uma filosofia pragmática, na utilização de estratégias cientificamente embasadas, no diálogo íntimo com a Psiquiatria e demais neurociências e uma relação terapêutica ética e humanizada permitem sustentar a afirmação que a Terapia Cognitivo-Comportamental é uma das principais opções de tratamento que atualmente responde à realidade social, científica e econômica brasileira e mundial.

Este livro é destinado a todos aqueles interessados em conhecer melhor as propostas desta abordagem psicoterapêutica, e que se permitiram, ao nosso lado, caminhar na apaixonante trilha da construção do conhecimento.

Armando Ribeiro das Neves Neto
Organizador

Neves Neto AR (org.) Psicoterapia Cognitivo-Comportamental: Possibilidades em clínica e saúde. São Paulo: Esetec, 2003.

segunda-feira, junho 22, 2015

Sonhar mais um sonho impossível. Revista Bem-Estar.

Quem já não se viu lutando contra gigantes e dragões que logo se transformaram em moinhos de vento?
Sonhar mais um sonho impossível... foi o meu artigo para o Jornal Diário da Região (revista Bem-Estar) e minha singela homenagem ao belíssimo trabalho de todos os envolvidos na peça "O Homem de La Mancha". Adaptação de Miguel Falabella e estrelado por Cleto Baccic, Sara Sarres, Jorge Maia, Guilherme Sant'Anna e grande elenco. Vencedor do Prêmio APCA de Melhor Espetáculo e de Melhor Ator. "Mudar o mundo, meu amigo Sancho, não é loucura, não é utopia, é justiça!” (Dom Quixote em diálogo com Sancho Pança – Miguel de Cervantes). Sonhar mais um sonho impossível by Armando Ribeiro

Passo a passo até o sucesso. Vida Profissional.

Ter um plano de carreira aumenta sua chance de ser feliz no trabalho, porque a vida ganha um novo propósito. Passo a passo até o sucesso by Armando Ribeiro

Sonhar mais um sonho impossível


Sonhar mais um sonho impossível... foi o meu artigo para o Jornal Diário da Região (revista Bem-Estar) e minha singela homenagem ao belíssimo trabalho de todos os envolvidos na peça "O Homem de La Mancha". Adaptação de Miguel Falabella e estrelado por Cleto Baccic, Sara Sarres, Jorge Maia, Guilherme Sant'Anna e grande elenco. Vencedor do Prêmio APCA de Melhor Espetáculo e de Melhor Ator. "Mudar o mundo, meu amigo Sancho, não é loucura, não é utopia, é justiça!” (Dom Quixote em diálogo com Sancho Pança – Miguel de Cervantes)

segunda-feira, junho 15, 2015

Participação em congresso internacional é destaque em Newsletter do Médico (BPSP)



Participação em congresso internacional é destaque no Newsletter do Médico da ‪Beneficência Portuguesa de São Paulo (‎BPSP)‬. Prof Armando Ribeiro é um dos convidados internacionais para o Congresso Colombiano de Câncer 2015 e abordará o tema sobre Praticas Integrativas nos cuidados ao paciente, além das estratégias para reduzir o ‪‎estresse‬ crônico e o ‪burnout‬.

quarta-feira, junho 10, 2015

Congresso Colombiano de Câncer 2015 - Convidados Internacionais


De acuerdo con la OMS, el cáncer es una de las primeras causas de muerte a nivel mundial; en 2012 se le atribuyeron 8,2 millones de muertes. Los cánceres que causan un mayor número anual de muertes son los de pulmón, hígado, estómago, colon y mama. Son estos argumentos los que motivan a las nueve Asociaciones que integran ASOPROCÁNCER a unirse cada dos años para la organización de este gran Congreso.

Invitados Internacionales

Doctor Prof ARMANDO RIBEIRO DAS NEVES NETO
• Profesor, psicólogo, conferencista y consultor en gestión del estrés, Bienestar y Calidad de Vida.
• Coordinador del Centro Avanzado de Estrés
• Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes (Hospital São José).
• Especialista Programa Salud Emocional canal FoxLife.
• São Paulo – SP – Brasil

Prof Armando Ribeiro apresentará os temas:
• Terapia integrativa en el paciente con cáncer - Dr. Armando Ribeiro, Brasil
• Terapia integrativa en cuidados paliativos, Dr. Armando Ribeiro, Brasil.


Doctor BERYL MCCORMICK, FACR
• Chief
• External Radiotherapy
• Memorial Sloan Kettering Cáncer Center
• New York

Doctor CARLOS A. PEREZ
• Departamento de Radiación Oncológica
• Centro de Cáncer
• Centro Médico Universidad de Washington
• St. Louis, MO, USA

Doctor CHRISTOPHER H. CRANE
• Professor
• Department of Radiation Oncology
• División of Radiation Oncology
• University of Texas, MD Anderson Cáncer Center
• Houston, TX

Doctor FRANCISCO J. ESTEVA, MD, PhD
• Professor of Medicine, NYU School of Medicine
• Director of Breast Medical Oncology
• New York University Langone Medical Center

Doctora HIGINIA CARDENES, MD, PhD
• Professor of Radiation Oncology
• Indiana University School of Medicine
• Indianapolis, IN

Doctora Margaret I. Fitch RN PHD.
• Directora de Enfermería Oncologica y Cuidado de apoyo en el Centro de cancer Odette (Centro de Ciencias de la Salud de la mujer y Sunnybrook) en Toronto)
• Co-Director del Programa de Apoyo a la Familia del Paciente
• Profesora Asociada en la Facultad de Enfermería y de Estudios de Posgrado de la Universidad de Toronto.
• USA

Doctor OTIS WEBB BRAWLEY
• Executive VP of Investigation, Medical Chief and Scientific Director
• AMERICAN CANCER SOCIETY
• Atlanta, GA
• USA

Doctora. RAQUEL GARZA GUAJARDO, FIAC
• Servicio de Anatomía Patológica y Citopatología
• Hospital Universitario, "Dr. José E. González", Monterrey, N.L.
• Secretaria De la Sociedad Latinoamericana de Citopatologia
• Mexico

Doctora SNJEZANA DOGAN
• Memorial Sloan -Kettering Cancer Center
• Board Certification: Anatomic Pathology, Molecular Genetic Pathology
• Chief Resident, Pathology, Lenox Hill Hospital, NY
• USA
• New York

Fonte: ASOPROCANCER

quarta-feira, maio 13, 2015

(COF - 01/2015) Sobre o Exercício da Acupuntura pela(o) Psicóloga(o)

Fique de olho - Publicado em 11/5/2015 16:10:52


NOTA TÉCNICA CRP SP

(COF - 01/2015) - Sobre o Exercício da Acupuntura pela(o) Psicóloga(o)

Considerando que o recurso apresentado no STF (junho/13) manteve a decisão proferida pelo TRF1ª Região de anulação da Resolução CFP 05/02, que reconhecia a acupuntura como recurso complementar no trabalho da(o) psicóloga(o), uma vez que, houve o entendimento de que é competência da União legislar sobre as condições do exercício das profissões regulamentadas;

Considerando também que em outro processo, a decisão do Superior Tribunal de Justiça, em 18/04/13, também entendeu que a Resolução CFP 05/02 dependeria de autorização legal, reconhecendo que no Brasil não existe legislação que proíba as(os) profissionais da área de saúde a prática da Acupuntura;

Considerando que, deste então, o Sistema Conselhos de Psicologia passou a sugerir a (ao) psicóloga(o) que não vinculasse a sua prática como acupunturista à profissão de psicóloga(o).

Considerando ainda que, para consolidar uma orientação que atendesse aos questionamentos da categoria houve um período de conversações entre CRP SP e a Sociedade Brasileira de Psicologia e Acupuntura (SOBRAPA), que resultou no encaminhamento de ofício ADP 264 de 09/07/14 ao Conselho Federal de Psicologia solicitando uma revisão no posicionamento nacional, no sentido de reafirmar o caráter multiprofissional e livre do exercício da Acupuntura "a acupuntura é prática multiprofissional livre, portanto facultada a qualquer profissional".

Considerando que a SOBRAPA se reuniu com o CFP, em 10 de novembro de 2014, e o que Conselho Federal revisou seu posicionamento, informando aos Conselhos Regionais o caráter livre da prática da Acupuntura no Brasil.

Conselho Regional de Psicologia de São Paulo compreende para fins de orientação e fiscalização que:

a) A justiça não aferiu o mérito da prática da acupuntura pela(o) profissional da Psicologia, mas o instrumento utilizado para sua regulamentação;

b) Atualmente não há lei que regulamente a prática da Acupuntura no Brasil e, de acordo com o Art. 5º, inciso XIII, da Constituição Federal, é livre o exercício de qualquer trabalho ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer. Desta forma, entendemos que a Acupuntura é uma prática de livre exercício, inclusive por diversas categorias profissionais, não havendo qualquer impedimento para que o psicólogo possa atuar no campo;

c) A Psicologia já compreendeu que a Acupuntura é uma prática facultada ao(à) psicólogo(a), e apesar da anulação da resolução CFP 05/02 pelo STF, não há óbice em que o profissional da Psicologia vincule seu título de Psicólogo(a) ao de Acupunturista, entendendo que essa vinculação, por si só, não constituirá falta ética sobre a qual recairá qualquer procedimento disciplinar;

d) Para tanto o profissional deve estar capacitado e, neste sentido observar que é estabelecido no Código de Ética Profissional Psicólogo, do qual destacamos o Art. 

1º alínea b: São deveres fundamentais dos psicólogos: ... Assumir responsabilidades profissionais somente por atividades para as quais esteja capacitado pessoal, teórica e tecnicamente.

São Paulo, 31 de março de 2015

terça-feira, maio 12, 2015

Dia da Enfermagem. 12 de maio.


Que a bravura e sensibilidade das modernas "Nightingales" lembrem sempre que cuidar é tão importante quanto curar... Parabéns!!!

O serviço de enfermagem é um dos grandes apoios e suportes ao trabalho do psicólogo no hospital (psicologia hospitalar), promovendo à saúde integral, através dos cuidados ao corpo, mente, emoções e espiritualidade.

segunda-feira, maio 11, 2015

Evento Painel 2015 - Desafios da Gestão das Organizações de Saúde

A atual complexidade no mercado da saúde requer eficiência na gestão dos atores desse sistema. Os hospitais precisam prestar serviços de qualidade e as operadoras necessitam prover as demandas de seus clientes. Como fazer isso em um cenário econômico adverso e com os custos dos cuidados da saúde cada vez mais altos? E como os protagonistas dos sistemas de saúde podem atuar de forma convergente? Evento promovido pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz e Faculdade de Educação em Ciências da Saúde (FECS).

Segue um resumo do evento realizado pelo Prof. Armando Ribeiro que destaca alguns dos pontos principais apresentados pelos palestrantes.

ATIVIDADES

Dr Carlos Alberto Suslik
Tema: "A Gestão na área da saúde, um setor resiliente em 
tempos de ajuste fiscal."

Dr Carlos Suslik destacou a importância das organizações de saúde resilientes, principalmente em relação a medicina preventiva e cenário econômico do país e mundial. "Boa medicina preventiva reduz custos, mas a má gestão da medicina preventiva aumenta". Cessação do tabagismo foi apontado como uma das ações com melhor ROI (retorno sobre o investimento), em medicina preventiva.


Dr Fernando Serra
Tema: "Tudo que um executivo deve saber sobre estratégia."

Dr Fernando Serra destaca a dificuldade das organizações de saúde em desenvolverem foco no médio e longo prazo, além de apontar um equívoco recorrente ao denominar "estratégia" as ferramentas organizacionais para enfrentar adversidades. Criticou o excesso do uso da "intuição" na gestão das organizações de saúde e apregoou a necessidade de se investir em uma "gestão baseada em evidências". Apontou como problema principal das organizações de saúde o processo de tomada de decisão, alertando "nossa decisão é sempre melhor do que a tomada por outro". "Devemos aprender a trabalhar com as nossas ineficiências", destacou o pesquisador ("best practices" x "next practices").


Manuel Pereira Coelho Filho, CMO
Tema: "Fatores críticos de sucesso na gestão hospitalar."

Manuel Pereira Coelho Filho, CMO (Chief Marketing Officer) trouxe uma importante reflexão sobre o CSF (Critical Sucess Factors) a respeito dos três critérios genéricos a respeito dos fatores críticos de sucesso na gestão hospitalar, citando: 1) aplicabilidade a todos os concorrentes, 2) relevância decisiva e 3) possibilidade de controle pelas empresas. Em sua conclusão, aponta a necessidade de resgate da "medicina centrada no paciente" e na importância das organizações de saúde desenvolverem planejamento estratégico levando em consideração os fatores críticos de sucesso identificados.

Manuel Pereira Coelho Filho, CMO
Tema: "Fatores críticos de sucesso na gestão hospitalar."

DEBATEDORES

Drs. Jefferson Gomes Fernandes, Andrea Bottoni e convidados.

Local: Auditório do Hospital Alemão Oswaldo Cruz

domingo, maio 10, 2015

sexta-feira, maio 08, 2015

Especialistas alertam sobre esgotamento.


Que o trabalho seja fonte de prazer e de realização, mas ainda é preciso combater as formas de trabalho que adoecem e desumanizam!! Prof. Armando Ribeiro para o jornal Correio do Povo (Porto Alegre / RS).

Quatro fases do estresse levam ao esgotamento; veja se você se encaixa...

Fonte: Prof Armando Ribeiro para UOL

Quatro fases do estresse levam ao esgotamento; veja se você se encaixa

Íria Mara de Marco Silva, 51, teve diagnóstico positivo para síndrome de burnout. Na foto, feita no ano passado, a hoje professora aposentada por invalidez assiste a um show em Curitiba (PR)

Íria Mara de Marco Silva, 51, teve diagnóstico positivo para síndrome de burnout. Na foto, feita no ano passado, a hoje professora aposentada por invalidez assiste a um show em Curitiba (PR)

Nas poucas horas de sono que Íria Mara de Marco Silva, 51, conseguia ter durante as noites, ela costumava sonhar que estava em um velório, rodeada de pessoas conhecidas. No sonho, olhava para um caixão e via a sua própria figura deitada em estado inerte.
Os pesadelos, associados às constantes crises de choro, à insônia e à falta de vontade de ir ao trabalho, fizeram com que a professora de artes da rede estadual do Paranápercebesse que algo não estava bem. "Eu tinha palpitações, achava que ia ter um AVC (acidente vascular cerebral). Passei a não querer mais ir à escola, deixei de gostar dos alunos que eu tanto amava, deixei de me dar bem com os colegas de trabalho", conta.

O diagnóstico foi rápido e claro. Íria Mara, hoje aposentada por invalidez, sofria da síndrome de burnout, ou síndrome do esgotamento profissional. A doença é uma resposta do organismo a uma situação de estresse laboral prolongado e crônico. O Ministério da Saúde não possui dados específicos sobre a incidência da síndrome de esgotamento no Brasil, mas informou que 697 casos de pessoas com transtornos mentais relacionados a atividades laborais foram notificados em 2013 no país, sendo este o dado mais recente.
"Diferente do estresse clássico, e apesar de também ter implicações físicas e emocionais, nesta síndrome o paciente está tão esgotado que não consegue mais trabalhar. As situações do dia a dia de trabalho já não o mobilizam mais", explica o psicólogo e coordenador do Programa de Avaliação do Estresse da Beneficência Portuguesa, Armando Ribeiro.

Segundo Ribeiro, há três sintomas principais, todo ligados à atividade laboral, que podem indicar que o trabalhador sofre de esgotamento. O primeiro é a exaustão emocional. "No caso de médicos, por exemplo, eles não conseguem ser empáticos, não conseguem perceber o sofrimento do paciente, não conseguem mais se ligar emocionalmente durante o atendimento", explica. O segundo sinal é a despersonalização. "O profissional não se identifica mais com aquela profissão, não se reconhece mais fazendo aquilo, não se sente mais motivado. Ele se pergunta se nasceu mesmo para fazer aquela atividade", acrescenta.

Por último, Armando Ribeiro aponta a falta de realização profissional como um dos sintomas da síndrome. "O trabalhador não se sente mais motivado nem por um aumento no salário, nem por promoções. Nada adianta. Ele trabalha como um zumbi, no automático", diz.

Nada a ver com horas trabalhadas

Apesar de trabalhar na rede pública, Íria Mara conta que atuava em apenas uma escola e cumpria uma carga horária de 40 horas semanais, embora costumasse levar trabalho para casa. "Eu sempre fui muito exagerada na minha dedicação à escola. As exigências eram bem grandes, mas o que mais me afetava era o comportamento dos alunos, o uso de álcool e drogas e a violência generalizada. A escola não ficava em um local perigoso e eu nunca fui vítima de violência", conta.

Pessoas muito dedicadas ao trabalho, os chamados "workaholics", possuem mais riscos de desenvolver a doença. "A pessoa que era muito dedicada agora passa a ser desleixada, se sente incapaz, incompetente. Isso é um sinal de esgotamento", afirmou o psiquiatra Edson Hirata, do Hospital Santa Cruz.
O psicólogo Armando Ribeiro acrescenta ainda que síndrome não tem exatamente a ver com as horas trabalhadas, mas com a intensidade da exigência emocional que a atividade demanda. "A síndrome é muito comum em professores, porque é uma atividade que tem uma carga emocional pesada. Outras categorias profissionais também estão mais vulneráveis como médicos e enfermeiros", afirma.  Segundo o "Medscape Physician Lifestyle Report 2015", publicação norte-americana sobre saúde e estilo de vida de profissionais da saúde do país, 46% dos médicos pesquisados no ano passado foram diagnosticados com burnout.

Implicações físicas

Quando o organismo é submetido a uma situação crônica de estresse, ocorrem alterações na produção dos hormônios cortisol e adrenalina. "Ambos têm o papel de regular a pressão, a imunidade, além de ajudar na atuação de outros hormônios fundamentais para a vida. O problema ocorre quando eles estão em excesso no corpo ou ainda quando são produzidos por um tempo prolongado, como ocorre na situação de burnout. Nesse cenário, a pessoa pode desenvolver hipertensão, diabetes, obesidade, problemas intestinais, além de ficar mais sujeita a infecções e distúrbios de memória", explica o clínico-geral e professor da USP (Universidade de São Paulo) Paulo Camiz.

O ortopedista da Santa Casa de São Paulo e Hospital Israelita Albert Einstein, Alberto Gotfryd, explica que o profissional pode até desenvolver dores ósseo-articulares, principalmente nas costas, sem que exista um problema anatômico. "A pessoa não tem nenhuma doença, mas tem dores semelhantes às causadas por problemas graves como hérnia de disco e, em casos mais extremos, tumores na coluna", diz.

Segundo Gotfryd, isso acontece porque o estresse prolongado tensiona a musculatura do corpo, fazendo com que ela se contraia. "Como o corpo precisa liberar a tensão de alguma forma, acaba fazendo isso nos músculos, que se contraem e entram em fadiga. É uma dor muito característica, perto do ombro, do pescoço e na região lombar", explica.

Tem cura?

O tratamento da síndrome não é simples, pois é preciso um trabalho multidisciplinar para solucionar os problemas relacionados à doença. Segundo o psicólogo Armando Ribeiro, quando o profissional atinge o nível máximo de estresse, ele já desenvolveu doenças e já vive alterações importantes na produção de hormônios. "Nesse cenário, o paciente vai precisar tanto de tratamento para as doenças que desenvolveu quanto para o seu estado emocional. É muito comum que os pacientes necessitem de psicoterapia e medicação específica, como antidepressivos e ansiolíticos", afirmou.

O ortopedista Alberto Gotfryd acrescenta que é essencial a prática de uma atividade física prazerosa. "A pessoa precisa ter uma válvula de escape que não esteja ligada ao trabalho, um hobby, um esporte. Se o hobby da pessoa não está relacionado à atividade física, ela precisa descobrir uma de que goste, que exija do corpo. É essencial para o alívio das tensões causadas pelo estresse", conta.

Gotfryd recomenda exercícios de fortalecimento na musculatura do tronco, exercícios de estabilização, como pilates, e os aeróbicos de baixo impacto, como bicicleta ergométrica, caminhada e natação. Mas ele afirma que nada disso vai adiantar se a causa inicial não for mudada. "Tem que tratar o problema na raiz. É preciso que haja um esforço do paciente para diminuir a auto-cobrança. Mas essa não é uma tarefa fácil para quem é acostumado a trabalhar em um ritmo estressante, tendo que cumprir metas. É muito difícil mudar o estilo de vida", diz.

Sair do trabalho pode não ser a solução. "Em geral, largar o trabalho também pode ser uma grande fonte de estresse. Assim, a melhor abordagem deve ser a adequação do trabalho e do estilo de vida da pessoa a práticas que não afetem negativamente a sua saúde", aponta Paulo Camiz.

O psiquiatra Edson Hirata, do hospital Santa Cruz, afirma, no entanto, que é preciso haver mudança também na estrutura e na condição de trabalho. "Se não melhorar o trabalho, a organização e as condições, o trabalhador não vai melhorar. Nesses casos, ele precisa tentar modificar a sua realidade laboral, mas, se não conseguir, é melhor sair e procurar outro", conclui.

Fonte: UOL

quinta-feira, maio 07, 2015

Sabe o que afeta a sua saúde? CDC CHInav


Nossa saúde é complexa - resultado não apenas dos cuidados de saúde que recebemos e das escolhas que fazemos, mas também dos lugares onde vivemos, aprendemos, trabalhamos e nos divertimos... 

Segundo o CDC - Centro de Controle de Doenças e Prevenção (EUA) nosso estado de saúde é determinado por múltiplos fatores, sendo eles: 40% fatores socioeconômicos, 30% comportamentos saudáveis, 20% cuidados médicos e 10% ambiente físico.

Melhoria da Saúde Comunitária (CHI - Community Health Navigator, em inglês) é um processo para identificar e abordar as necessidades de saúde das comunidades. Porque trabalhando juntos tem um impacto maior sobre a saúde e a vitalidade econômica do que trabalhar sozinho, CHI reúne cuidados de saúde, saúde pública, e outras partes interessadas para considerar as ações de alta prioridade para melhorar a saúde da comunidade.

O CDC Community Health Improvement Navigator (CHI Navigator) é um site para pessoas que levam ou participem em CHI trabalhar dentro de hospitais e sistemas de saúde, agências de saúde pública, e outras organizações comunitárias. É um "one-stop-shop" que oferece a partes interessadas da comunidade ferramentas e recursos de especialistas sobre:

Que descreve visualmente quem, o quê, onde e como melhorar a saúde da comunidade.
Abordagens colaborativas para a melhoria da saúde comunitária.
Estabelecer e manter colaborações eficazes.
Encontrar intervenções que trabalham para o maior impacto sobre a saúde e bem-estar para todos.

Use esta seção como um guia de início rápido para inspirar a ação, ao invés de um manual detalhado passo-a-passo.

Visit CDC’s new Community Health Improvement Navigator to learn more:

(Tradução Livre)


terça-feira, maio 05, 2015

Especialistas alertam sobre esgotamento. Plano de Carreira.


Síndrome de Burnout
Acompanhe a entrevista realizada com o psicólogo Armando Ribeiro. Há também matéria sobre Eneagrama – ferramenta mais eficaz da atualidade, dicas de cursos, concursos, informações do Sebrae-RS e o tradicional artigo da Dulce Magalhães. Confere lá!

segunda-feira, abril 27, 2015

O futuro da psicoterapia está em tratar a pessoa como um todo

Barry S. Anton [presidente da Associação Americana de Psicologia] vê as separações entre físico, mental e comportamental desaparecerem na saúde.

No futuro, os americanos serão mais saudáveis, porque o nosso sistema de saúde nos tratará como pessoas inteiras. Ou seja, as separações artificiais entre cuidados físicos, comportamentais e de saúde mental terá desaparecido.

Intervenções psicológicas breves e focadas em conjunto com os cuidados de saúde física de rotina será a norma, e os modelos de pagamento e cenários de prática de cuidados integrados irá incentivá-los. Além disso, quando necessário, as transições fáceis a mais-extensivo ao tratamento de saúde mental estarão disponíveis.

Esta atenção recém-descoberta para a saúde mental e comportamental, dentro do contexto da saúde em geral, vai melhorar numerosas medidas de saúde e bem-estar. No local de trabalho, ele vai melhorar comparecimento do empregado, a satisfação no trabalho e produtividade. E, por causa da saúde mental e comportamental será integrado com cuidados de saúde física, o custo global dos cuidados será reduzida.


Fonte: Tradução livre do WSJ

quinta-feira, abril 23, 2015

O estresse: sintomas iniciais


Fonte: Diário do Comércio

Estresse do empreendedor: uma doença silenciosa

O estresse não poupa ninguém. Saiba porque os empreendedores têm um motivo a mais para se preocupar

O empresário Guilherme Cerqueira tinha apenas 26 anos quando se viu “à beira da morte”. Uma fibrilação atrial aguda levou seu coração a absurdos 300 batimentos por minuto em repouso – 200 batimentos por minuto é o máximo que se espera de um profissional de atletismo durante um campeonato. Na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), foram apenas dois dias, mas levou alguns meses para que ele soubesse o que causou a síncope: o estresse.

O momento de Cerqueira não era dos melhores – recém-divorciado e com um filho de dois anos, ele estava apostando todas as fichas no seu segundo empreendimento, já que o primeiro havia fracassado. “Aconteceu comigo o que acontece com todo empreendedor: você ousa e abrir um negócio, mas quando tem família e os filhos, a aventura de empreender fica mais preocupante.”

O período não era dos piores – não havia os agravantes como uma forte desaceleração econômica ou uma recessão iminente como neste duro 2015. Na empresa, os negócios iam bem, mas isso não era suficiente para que Cerqueira se mantivesse tranquilo. “Havia os funcionários a família, enfim, muitas pessoas que dependiam de mim. A pessoa fica ansiosa, não tem jeito”, diz. “E o ansioso não sabe que não está bem até que alguma coisa muito séria aconteça

“Quando a empresa vai mal, a pressão é para o negócio melhorar. Mas quando está tudo caminhando, a gente também se pressiona, porque não quer recuar, não quer perder o que conquistou”, conta Cerqueira, hoje aos 34 anos, à frente da QuestManager, empresa desenvolvedora de pesquisas de satisfação do consumidor. “É uma enorme responsabilidade.”

”CERQUEIRA: "O ANSIOSO NÃO SABE QUE NÃO ESTÁ BEM ATÉ QUE ALGUMA COISA MUITO SÉRIA ACONTEÇA" / FOTO: ARQUIVO PESSOAL

Cerqueira não está sozinho. Segundo os últimos levantamentos da Organização Mundial da Saúde, divulgados em 2012, cerca de 90% da população sofre com o estresse. Em 2013, o Instituto de Medicina (Institute of Medicine, dos Estados Unidos) publicou uma pesquisa em que apurou um custo de US$ 5 mil por ano para cada empregado – incluindo perdas com licenças médicas, absenteísmo, tratamentos, entre outros.

Não se trata de uma tensão aqui ou um nervoso lá. O estresse é um mecanismo fisiológico disparado diante de situações de perigo – nos tempos das cavernas, foi ele que salvou nossa espécie da total extinção. Com a adrenalina em alta, o estado de alerta faz com que o humano tenha medo e procure fugir do risco.

Atualmente, não é preciso ter um mamute no seu encalço para que se sinta ameaçado. São tantas decisões para tomar, informações para absorver, faturamento para crescer, empregados para cuidar, entre outros, que não é nada difícil se perder em meio a tantas responsabilidades. Com o caos mental instalado, o estresse é inevitável.


ESTRESSE DO EMPREENDEDOR: PRÓS E CONTRAS

Melissa Cardon, da Pace University (EUA), e Pankaj Patel, da Ball State University (EUA), resolveram investigar as diferenças entre o estresse do empreendedor e do empregado. Foram a campo acompanhar a saúde de 688 funcionários e outros 688 empresários. 

As manifestações fisiológicas do estresse, como a pressão arterial, por exemplo, são muito parecidas – em intensidade maior nos empreendedores. No entanto, os estudiosos chegaram à conclusão de que o gratificante retorno positivo do sucesso de uma iniciativa empreendedora, na maior parte das vezes, cala uma boa parte dos efeitos danosos do estresse.

O mesmo não acontece com o empregado, já que seu envolvimento com a empresa é bastante diferente. A recompensa pelo esforço e pelos sacrifícios pessoais realizados está no salário que, aos olhos do funcionário, não parece compatível com o tamanho das responsabilidades assumidas. O sucesso do negócio não é um sucesso dele próprio e o salutar efeito compensador ao ver a empresa evoluir não vem com a mesma intensidade. 

O psicólogo Armando Ribeiro, coordenador do Programa de Avaliação do Estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo, ressalta no entanto, que este efeito compensador sentido pelo empreendedor é causado por uma espécie de máscara de dopamina, o neurotransmissor da satisfação.

Com a evolução positiva do negócio, o empreendedor se sente satisfeito – a alta dosagem de dopamina acaba ocultando os efeitos do cortisol e da adrenalina, responsáveis pelo estresse. “Esse desequilíbrio químico acaba cegando o empreendedor – ele não percebe os sintomas de estresse até que uma grande frustração apareça”, diz.

Por isso, uma iniciativa empreendedora fracassada, então, tem efeito devastador. “Quem falha na iniciativa empreendedora tem um sentimento similar ao da morte de um ente querido”, diz a pesquisadora Melissa Cardon em entrevista exclusiva ao Diário do Comércio. “É um profundo sentimento de perda e tristeza.”

O sucesso também causa estresse – as decisões acabam tendo mais peso, a responsabilidade aumenta e as expectativas também –, mas Melissa entende que o fracasso é um desestabilizador mais potente. A forma como o empreendedor lida com o assunto, bem como a antecedência com que ele se percebeu fracassado, faz toda a diferença no tamanho do impacto do estresse sobre a saúde do indivíduo.

Ainda faltam pesquisas para entender se é a dopamina que mantém tantos empresários firmes mesmo após alguns fracassos, mas vale lembrar que este estado de alerta tem seu efeito positivo. “Nem todo estresse é ruim. Ele é o responsável pela motivação, pelo foco, a capacidade criativa e também o desempenho da memória”, ressalta o psicólogo Armando Ribeiro. 

No entanto, o ser humano não consegue permanecer nesse estágio positivo por muito tempo. Após horas de esforço, o cérebro literalmente cansa. Com o córtex pré-frontal, responsável pela racionalidade, em estafa, as decisões tomadas pelo empreendedor começam a ter caráter emocional. “Quando eles tão perdidamente apaixonados pelo projeto, acabam ignorando as análises mais racionais dos riscos que envolvem o negócio ou o mercado”, afirma Melissa. 

A ARTE DE ADMINISTRAR O ESTRESSE

De fato, não é fácil administrar o estresse e o envolvimento com o trabalho. Encontrar esse caminho do meio é um dos grandes desafios de todo empreendedor.

BENEFICÊNCIA PORTUGUESA, EM SÃO PAULO, ATENDE EMPREENDEDORES ESTRESSADOS. FOTO: DIVULGAÇÃO

Antes de mais nada, é fundamental se antecipar ao estresse. A velha tríade exercício-alimentação-sono continuam sendo a base da mente sã no corpo são. No Programa de Avaliação do Estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo, o psicólogo Armando Ribeiro recebe dezenas de empreendedores. Todos eles já possuem doenças instaladas e o tratamento acaba sendo paliativo em vez de preventivo.

Para Guilherme Cerqueira, foi necessário ir aos limites físicos para entender que o obstáculo era emocional. “Sempre levei o negócio uma responsabilidade exagerada, priorizei a empresa a tudo na minha vida”, diz. Ele, que chegou a dormir em rodoviárias para não perder o horário de reuniões, teve de mudar de hábitos e entender que é necessário desligar-se do trabalho que a empresa caminhe com eficiência.

“Aprendi à força que um negócio não fechado não significa fracasso. No hospital pensei que se eu morresse ali, minha empresa seguiria, meus sócios arrumariam outros sócios, os funcionários teriam outro chefe e tudo seguiria bem”, diz. “Mas meu filho não teria outro pai, meus pais não teriam outro filho no meu lugar. Hoje não troco a festa de aniversário do meu filho por uma reunião com cliente.”

SAIBA MAIS: Como pessoas bem-sucedidas se livram do estresse

A psicóloga Regina Silva, à frente do centro de desenvolvimento humano Gyraser, cuida de casos como os de Guilherme Cerqueira diariamente e vê claramente o erro padrão dos empresários: ter toda a sua energia concentrada nos negócios. “Ter outras atividades não é um paliativo para o estresse, é uma necessidade”, afirma. “A pessoa vai se sufocando e ela precisa ter em mente que a vida não é só a empresa.”

Para minimizar o risco de estresse, Regina aconselha procurar os fatores motivadores, para que não se crie “expectativas irreais sobre o que é ser dono do próprio negócio”. Se o empreendedorismo foi uma busca pela qualidade de vida, não deixe isso se perder em meio às projeções de faturamento. Por outro lado, se montar um negócio foi um jeito de ganhar mais dinheiro, lembre-se de priorizar os resultados. A parte boa de ser um empresário está em colocar no centro do seu projeto de vida aquilo que, de fato, te faz bem.

A parte mais difícil desse processo é conhecer o próprio perfil. Para isso, Regina sugere a utilização das oito âncoras de carreira, cunhadas por Edgard H. Schein, autor do livro Identidade Profissional. Essas âncoras identificam quais as maiores motivações do empreendedor para o trabalho e, com isso, ficam reduzidas as chances de uma “frustração com a atividade”, como diz a psicóloga.

IMPRIMA: Faça o teste e confira qual é a âncora da sua felicidade no trabalho

“Tudo o que desestabiliza um ser humano tem a ver com a prática de algo que não se encaixa a com o seu perfil”, diz Regina. “Quem valoriza a autonomia, por exemplo, não deve abrir uma franquia, já que é muito limitante do ponto de vista criativo e administrativo.” O mesmo serve para quem gosta de criar projetos novos – depois de estabelecido o negócio, o empreendedor perderá o interesse.

quarta-feira, abril 22, 2015

Conheça o Burnout: a síndrome do esgotamento profissional


Num dia estressante de trabalho, é comum usar expressões como “estar no limite” ou “a ponto de explodir”. Aparentemente, essas frases parecem não passar do sentido figurado, mas o que pouca gente sabe é que, quando se atinge o nível máximo de estresse profissional, é possível entrar num colapso mental grave, semelhante a uma explosão: trata-se da síndrome de Burnout.

Conhecida desde os anos 70, a síndrome de Burnout faz referência ao ato simbólico de “ser consumido pelo fogo”, e representa o mais elevado estágio de esgotamento. Estudos recentes sugerem que a síndrome deBurnout pode diferir entre gêneros, sendo que em homens há maior prevalência de sintomas de despersonalização, enquanto em mulheres mais sintomas de exaustão emocional. ”Os mais afetados são os chamados workaholics (viciados em trabalho) – em especial, aqueles que possuem empregos emocionalmente desgastantes”, explica Armando Ribeiro, psicólogo e coordenador do Programa de Avaliação do Estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo. “Sobrecarga de tarefas, baixa autonomia e excesso de demanda são alguns dos fatores que podem levar ao quadro”, completa o especialista.

Quando somado a problemas pessoais, o estresse profissional se torna cumulativo e, aos poucos, causa danos emocionais e físicos, e também impacta relações sociais e afetivas. “Comportamento agressivo, mudanças bruscas de humor, irritabilidade, ansiedade, depressão e baixa auto-estima são algumas das consequências do Burnout. A síndrome também leva à baixa imunidade, e favorece problemas como dores de cabeça, cansaço, suor excessivo, pressão alta, dores musculares, insônia, distúrbios gastrintestinais e outros”, alerta Armando.

Desmotivadas e sob pretexto de falta de tempo, é comum que as vítimas de Burnout percam, aos poucos, o interesse em hobbies e atividades de lazer, entretanto, renunciar a esses hábitos só agrava a situação. “O tratamento da síndrome é baseado em psicoterapia (Terapia Cognitivo-Comportamental), práticas meditativas (conhecidas como mindfulness) e, eventualmente, antidepressivos, mas também preza pelo bem-estar e qualidade de vida”, explica o especialista. “A prática de esportes, exercícios, alimentação saudável, sono regular e, especialmente, momentos de descontração são ações essenciais para se curar”, conclui.

Sobre Beneficência Portuguesa de São Paulo

Fundada em 1859, a Beneficência Portuguesa de São Paulo (www.beneficencia.org.br) é a maior instituição hospitalar privada da América Latina, contando com aproximadamente 7.500 colaboradores e 3.000 médicos, e com uma gestão baseada na qualidade assistencial, humanização, ensino e pesquisa, além de um corpo clínico formado por renomados especialistas. A instituição é referência no atendimento médico hospitalar em mais de 60 especialidades, como cardiologia, oncologia, neurologia, gastroenterologia, ortopedia, urologia, entre outras. Atualmente, a Beneficência Portuguesa conta com três hospitais que somam mais de 1.200 mil leitos de internação. O Hospital São Joaquim, primeiro pilar da Instituição, realiza atendimento ao Pronto Socorro, UTIs, Internações e Cirurgias. Em 2007, foi inaugurado o Hospital São José, que se destaca pelo atendimento oncológico com padrões internacionais, entre outras especialidades. Em 2012, o Hospital Santo Antônio foi criado com o objetivo de oferecer atendimento a pacientes usuários do Sistema Único de Saúde, reforçando a responsabilidade social e carácter beneficente da Associação. Já em 2013, a Instituição criou o Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes para ser um dos maiores e mais completos núcleos de tratamento de câncer no país.

Fonte: Imagem Corporativa

quarta-feira, abril 15, 2015

Pesquisa mostra que colaboradores felizes no trabalho tendem a produzir mais e melhor

Consultores, pesquisadores e profissionais que se dedicam ao estudo das relações de trabalho e do mundo corporativo já descobriram o diferencial dentro das empresas que deverão se manter competitivas no mercado no próximos anos: elas têm um ambiente de trabalho saudável, positivo e harmonioso. A equação é simples: trabalhadores felizes tendem a ser mais produtivos e, consequentemente, a empresa será mais lucrativa. 

A felicidade é essencial para reduzir a rotatividade de funcionários, o chamado “turnover”, atrair e reter talentos, possibilitando inovação, criatividade e um desempenho acima da média da concorrência. “Há algumas décadas, as pesquisas realizadas pela área de comportamento organizacional e da psicologia aplicada à administração já sabem que o clima organizacional, ou seja, a satisfação dos colaboradores com o trabalho e a organização, é um dos fatores que mais afetam os indicadores de produtividade, engajamento, trabalho em equipe, criatividade e conduta ética”, diz o psicólogo, professor e palestrante Armando Ribeiro, coordenador do Programa de Avaliação do Estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Diversos estudos também já demonstraram que o clima organizacional disfuncional ou negativo – aquele ambiente de trabalho que promove estresse crônico, percepção de injustiça e assédio moral – tem indicadores elevados de absenteísmo, rotatividade, desvio de conduta, afastamento por licença médica e acidentes ocupacionais. Os pesquisadores concordam que a felicidade faz sentido nos negócios, e os empregadores devem considerar esse fator se quiserem ter economia e empresas rentáveis. 

Mais produtivos e criativos

Com o aparecimento da psicologia positiva nos Estados Unidos (2000), uma série de novos estudos começaram a apontar que empresas que promovem o bem-estar e a qualidade de vida dos colaboradores são empresas que florescem. Num estudo de meta-análise realizado pela Universidade da Califórnia, em Riverside, descobriu-se que trabalhador feliz é, em média, 31% mais produtivo, suas vendas são 37% mais elevadas e sua criatividade é três vezes maior do que a de outros colaboradores menos felizes. 

Ainda segundo dados do estudo, realizado com 1,2 mil trabalhadores pelo Center for Positive Organizational Scholarship, os colaboradores com alta avaliação no fator bem-estar e qualidade de vida no trabalho tem desempenho 27% superior aos de colegas com índices menores (conforme percepção dos chefes), 125% menos esgotamento, 32% mais comprometimento com a organização e 46% mais satisfação com a atividade (independentemente do setor e da ocupação).

“Ao mesmo tempo, colaboradores infelizes produzem 40% menos e seu trabalho rende apenas o equivalente a dois dias úteis da semana. Isso, durante um mês, significa apenas oito dias de produção. E para uma empresa isso resulta em bastante perda de produção e lucratividade”, afirma o coach José Roberto Marques, presidente do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC). 

Competição x colaboração

Muitas vezes, o estresse que recai sobre o funcionário é gerado propositadamente pela liderança despreparada, ou por fazer parte da cultura organizacional. É o que acontece, por exemplo, nas empresas que privilegiam um ambiente interno competitivo como forma de atrelar crescimento profissional ao alcance de metas agressivas entre seus profissionais. No longo prazo, esse excesso de competitividade interna gera inimizades, quebra de confiança, problemas de comunicação, falta de alinhamento, egoísmo e recusa em compartilhar informações estratégicas vitais para o caminhar da organização. 

Esse tipo de política interna tende a ser, invariavelmente, um tiro no pé. “No mundo corporativo, o mais usual é premiar com bônus os executivos dispostos a sacrificar os outros para que eles e as empresas, supostamente, saiam ganhando. É um contrassenso”, avalia o antropólogo Simon Sinek, no livro “Por quê? Como motivar pessoas e equipes a agir” (ed. Saraiva). Não faz sentido reproduzir o clima externo de tensão e de medo no ambiente interno das corporações. “No lugar da competição, os líderes deveriam estimular a cooperação para construir bons resultados.”

terça-feira, abril 14, 2015

Adultos agora brincam de colorir

Livros com desenhos para serem pintados se esgotam nas livrarias e viram febre mundial

Há uma semana, o cheiro de lápis de cor novinho e páginas com imagens prontas para serem coloridas voltaram para a vida da coordenadora de RH Juliana Senna, de 27 anos. Ela, que teve hábito de colorir até os 12 anos, passou a se dedicar a preencher folhas, flores e corações mesmo após um dia cansativo de trabalho.

Juliana é uma "jardineira", como se intitulam as adeptas da febre mundial de dar cores ao universo em preto e branco do livro Jardim Secreto - Livro de Colorir e Caça ao Tesouro Antiestresse (R$ 29,90, Editora Sextante), de Johanna Basford.

A obra estava em primeiro lugar no último ranking dos mais vendidos pela editora e também no portal PublishNews, sobre o mercado editorial.

Na vida de Juliana, o livro chegou como um presente do marido e logo virou vício. "Vi que era antiestresse e eu sou bem acelerada. Sempre gostei de pintar e, todos os dias, dedico 30 minutos para a pintura", diz. "Estou até dormindo melhor."

De maneira despretensiosa, a empresária Alessandra Garattoni comprou o livro. E antes mesmo de preencher todos os desenhos, adquiriu o segundo exemplar, da mesma autora: Floresta Encantada (R$ 29,90, Sextante). "Nunca fui uma pessoa das artes, mas tem um quê de encantamento." Alessandra comprou a última obra pela internet, após procurar em vários lugares, onde já havia esgotado.

A procura tem sido grande. Desde o lançamento no Brasil, em novembro, Jardim Secreto já vendeu 100 mil exemplares. "Colorir desenhos tão elaborados absorve a atenção de tal maneira que funciona como espécie de 'antídoto' para o dia a dia frenético que vivemos. Vários lançamentos têm tido sucesso com a proposta de colocar o leitor para interagir mais com os livros e torná-los únicos", diz a gerente de aquisições da Editora Sextante, Nana Vaz de Castro.

Após um problema pessoal e ter a criatividade afetada, o arquiteto Eduardo Vieira, de 25 anos, comprou o livro. "Faz dois meses que comecei. Foi me ajudando a 'desestressar' e a inspiração voltou. Fico umas duas horas pintando."Para adultos. Uma versão apimentada para colorir foi lançada no mês passado. Com ilustrações de Laerte e Adão Iturrusgarai, Suruba para Colorir (R$ 30, Bebel Books) tem algumas imagens sensuais e outras explícitas. "Acho que é muito interessante esse movimento. Nesse frisson digital, as pessoas entram em um ritmo alucinante e é importante o resgate da atividade manual", diz a produtora Bebel Abreu. A primeira tiragem saiu com 1.800 exemplares. Só 300 estão disponíveis.

O psicólogo e coordenador do programa de avaliação do estresse do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, Armando Ribeiro, diz que a pintura de livros não deve ser confundida com arteterapia. "A arte tem propriedades curativas", explica. "Colorir um livro é apenas parte de um possível tratamento." Mas, segundo Ribeiro, a atividade pode ser benéfica. "É quase como se a gente desse um momento de descanso para nosso cérebro."

Empatia é a virtude de ver o mundo com os olhos do outro

Armando Ribeiro das Neves Neto é psicólogo, palestrante e educador

Você já sentiu que alguém o compreendeu profundamente? Quando você interage com outras pessoas, consegue ler adequadamente a sua linguagem corporal, seu tom de voz, as expressões do olhar e da face como se estivesse lendo um livro? Para muitos, as pessoas guardam belas histórias. Para outros, grandes interrogações. Assim também acontece o tempo todo nas relações humanas. Somos todos diferentes, mas não desiguais! A empatia é a capacidade de ver o mundo com os olhos do outro. Tem origem no vocábulo grego "empátheia" e carrega o sentido de ver os outros como eles mesmos se veem. A empatia possui componentes cognitivos, afetivos, comportamentais e morais. Enquanto a simpatia tem mais relação com o desejo de agradar. Uma vez Rubem Alves escreveu: "A ética nasce da empatia, esta capacidade que temos de sentir aquilo que está acontecendo com o outro. Mas isto só é possível se se acreditar que somos parecidos, moradores de um mundo comum, de alguma forma irmanados." 

Cada vez mais a empatia se torna um desafio num mundo assombrado pelo individualismo feroz, em que criamos nossos filhos para serem os herdeiros de nossos desejos irreais, como se o mundo fosse apenas um campo de batalha entre nossas necessidades e insatisfações. O psicólogo Carl Rogers já assinalava que "Ser empático é ver o mundo com os olhos do outro e não ver o nosso mundo refletido nos olhos dele". Ensinamos aos nossos alunos lições difíceis de ciências, matemática e história, mas reclamamos cada vez mais do mau atendimento por parte dos nossos médicos, advogados e prestadores de serviços em geral. Não nos sentimos mais compreendidos. O olho no olho passa a ser o olho na tela digital, no resultado dos exames, no atendimento virtual, geralmente frio e superficial. Pesquisadores já apontaram que grande parte das questões que chegam aos tribunais é de fato ausência de compreensão mútua, muito mais do que a questão original em si.

Na escola médica da Universidade Harvard, nos EUA, conheci o trabalho de Helen Riess no Programa de Ciências do Relacionamento e da Empatia do Massachussetts General Hospital, um dos mais importantes dos EUA. Seu programa tem como objetivo treinar os jovens estudantes de medicina e demais profissionais da saúde na comunicação empática e escuta acolhedora, através de exercícios que cultivam a presença (mindfulness), a compaixão e a conexão empática entre as pessoas. "Curar algumas vezes, aliviar quase sempre, consolar sempre" é um ditado médico antigo, mas muitas vezes ofuscado pela alta tecnologia biomédica dos nossos tempos. A dra. Riess demonstrou em suas experiências que quando sentimos empatia há ressonância nos batimentos cardíacos, condutância elétrica da pele e das ondas cerebrais. Empatia é sintonia fina, e, como uma dança, ou aprendemos a dançar no mesmo ritmo ou pisamos no pé um do outro. Ai!...

Os resultados do treinamento em empatia na escola médica têm sido associados com menor número de erros médicos, melhores resultados clínicos e aumento da satisfação dos pacientes, além da diminuição das ações por imperícia, diminuição da síndrome de burnout (esgotamento profissional) e de profissionais mais felizes. Outros estudos também apontam que o desenvolvimento da empatia no trabalho aumenta o engajamento e melhora o clima organizacional. Na escola, diminui a evasão escolar e o bullying. Nos casamentos, aumenta a taxa de uma vida em comum feliz e próspera. 

É possível aprender empatia?

Sim. Os resultados são inequívocos. Desde o nosso nascimento e as primeiras experiências de nossas vidas estamos fortalecendo nossa capacidade de empatia, ou não. Como qualquer outra habilidade, a empatia pode ser promovida por experiências de vida ou através de treinamentos especializados. O método desenvolvido pela dra. Riess em Harvard utiliza o acrônimo "EMPATHY" (em inglês), ou seja, (E) olho no olho, (M) observar as microexpressões faciais, (P) observar a postura corporal, (A) identificar o afeto, (T) identificar o tom da voz, (H) ouvir toda a pessoa e (Y) sua resposta. Desenvolver a empatia é uma das habilidades mais importantes para o nosso mundo atual e, infelizmente, uma das mais desprezadas. "Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos. Os homens esqueceram essa verdade, mas tu não a deves esquecer", já dizia o pequeno Príncipe.

segunda-feira, abril 13, 2015

Arte cura? É preciso experimentar...

"A arte tem propriedades curativas"

Prof Armando Ribeiro
Psicólogo e Coordenador do Programa de Avaliação do Estresse da 
Beneficência Portuguesa de São Paulo

E graças aos populares livros de colorir para adultos, isso é possível. O psicólogo Armando Ribeiro falou um pouco sobre o tema em Estadão.

Dia do Beijo. 13 de Abril


Beijar quem você gosta faz bem à saúde. Vale beijo no rosto, na testa, e até na mão. É sinal de afeto e carinho. Dia do beijo. 13 de abril.

Sodexo inicia a SERVATHON 2015‏

SODEXO INICIA A SERVATHON 2015, 7ª EDIÇÃO DA MARATONA MUNDIAL DE VOLUNTARIADO, PARA COMBATER A FOME E A MÁ NUTRIÇÃO


Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Alimentação e a Agricultura, 805 milhões de pessoas passam fome ou sofrem de má nutrição ao redor do mundo. No Brasil, esse número chega a 7,2 milhões. E para ajudar a mudar esse cenário, a Sodexo inicia neste mês a 7ª edição da Servathon

Maratona mundial de voluntariado, a Servathon, organizada pela Sodexo, é uma das iniciativas do programa Stop Hunger para o combate à fome e à desnutrição, que contribui para levar qualidade de vida à população. Este ano, a edição terá início em março e se estenderá até maio. O objetivo é sensibilizar e mobilizar colaboradores, clientes, estabelecimentos, parceiros, fornecedores e familiares para levar solidariedade, carinho e alimentos não perecíveis a crianças, adolescentes e idosos, ou seja, contribuir para minimizar a fome e a má nutrição no País.

Para este ano, o desafio será sensibilizar ainda mais participantes e alcançar uma meta global de crescimento de 10% nos números de voluntários e alimentos doados. Em 2014, com a ajuda de mais de 1 mil voluntários, foram doadas 28,5 toneladas de alimentos, para mais de 36 instituições beneficentes de diversas regiões do Brasil.

“Iniciativas como esta maratona despertam em cada um de nós a consciência de cidadania. Vivendo os valores da empresa nos reunimos no exercício constante de levar às regiões onde atuamos mais qualidade de vida”, comenta Elisana Lucchesi, diretora de Relações Institucionais da Sodexo Benefícios & Incentivos.

“Combater a fome e a má nutrição é um princípio básico para promover a saúde e bem-estar daqueles que vivem em nosso entorno. Desta maneira, de forma voluntária, contribuímos com a construção de um amanha melhor” destaca Fernando Santa, diretor de Marketing e Planejamento Estratégico da Sodexo On-Site.

“A Sodexo, com seus 419 mil funcionários, está ainda mais forte, com uma cultura profundamente enraizada em seus três valores: espírito de serviço, espírito de equipe e espírito de progresso. Imagine a diferença que podemos fazer juntos”, finaliza o CEO do Grupo Sodexo, Michel Landel.

Resultados Servathon 2014:

Números do Grupo Sodexo – Mundo:

· 815.000 refeições servidas
· 487 ONGs beneficiadas
· 33.186 colaboradores voluntários
· 82.134 horas de voluntariado
· 36 países engajados
· 325 mil dólares levantados

Números do Grupo Sodexo - Brasil:

· 28,5 toneladas de alimentos doados
· 36 ong’s beneficiadas
· 1mil colaboradores voluntários

Conheça a Sodexo

Fundada em 1966 por Pierre Bellon, a Sodexo é líder mundial em serviços que geram qualidade de vida, um fator essencial no desempenho dos indivíduos e organizações. Presente em 80 países, a Sodexo atende 75 milhões de consumidores diariamente por meio de uma combinação única de serviços em três divisões: On-site (facilities services), Benefícios &Incentivos (cartões) e Soluções Pessoais (no Brasil, sob consulta). Por meio de uma ampla gama de serviços, a Sodexo oferece aos clientes soluções integradas desenvolvidas ao longo de mais de 45 anos de experiência: desde manutenção predial, gestão de ativos, conservação, limpeza até cartões de benefícios como Refeição Pass, Gift Pass, Brinquedo Pass, entre outros. O sucesso e o desempenho da Sodexo são fundamentados em fortes valores. Criatividade, inovação e capacidade de desenhar soluções customizadas para atender a demanda de seus clientes são seus maiores diferenciais. Outros pilares da empresa são sua independência financeira, seu modelo de negócio sustentável e sua capacidade de desenvolver continuamente e engajar seus 419.000 colaboradores em todo o mundo.

Números

18 bilhões de euros em faturamento
419 000 colaboradores
18º maior empregador mundial
80 países
32 700 clientes (unidades operacionais)
75 milhões de consumidores diariamente

The Better Tomorrow Plan

Desde sua fundação, a Sodexo tem reconhecido sua responsabilidade de contribuir para o desenvolvimento econômico, social e ambiental das cidades, regiões e países onde atua. A partir deste fundamento, a empresa criou o ‘The Better Tomorrow Plan’ (o plano global da Sodexo por um amanhã melhor), com prioridades e compromissos de ação que abrangem Ser um Empregador Responsável, Promover Nutrição, Saúde e Bem-estar, Desenvolver as Comunidades Locais e Proteger o Meio Ambiente. Conheçamais sobre o programa de Sustentabilidade da Sodexo, em www.sodexo.com.br I RESPONSABILIDADE Corporativa.

Fonte: Assessoria de Imprensa D&A 

domingo, abril 12, 2015

Adultos agora brincam de colorir... Estadão

Adultos agora brincam de colorir. Livros com desenhos para serem pintados se esgotaram nas livrarias e viram febre mundial. Minha contribuição para a matéria do jornal O Estado de São Paulo. ‪#‎estadão‬ ‪#‎jardineira‬ ‪#‎livro‬ ‪#‎colorir‬

O psicólogo e coordenador do programa de avaliação do estresse do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, Armando Ribeiro, diz que a pintura de livros não deve ser confundida com arteterapia. "A arte tem propriedades curativas", explica. "Colorir um livro é apenas parte de um possível tratamento." Mas, segundo Ribeiro, a atividade pode ser benéfica. "É quase como se a gente desse um momento de descanso para nosso cérebro."

Adultos agora brincam de colorir. Livros com desenhos para serem pintados se esgotam nas livrarias e viram febre mundial. Caderno Metrópole do jornal O Estado de S. Paulo. #estadão