quarta-feira, julho 18, 2018

Qualidade na Perfusão para a Segurança da Cirurgia Cardíaca - RECIRCULAR

Qualidade na Perfusão 
para a Segurança da Cirurgia Cardíaca

Curso promovido pelo Departamento de Educação Continuada (DEC) da Sociedade Brasileira de Circulação Extracorpórea (SBCEC).

A alta complexidade da cirurgia cardíaca requer uma boa integração de uma equipe multidisciplinar para que o bom resultado cirúrgico seja garantido. 

Nesta equipe multiprofissional, a atuação do Perfusionista é de elevada responsabilidade, pois dentre suas atribuições está a de substituir temporariamente as funções cardiopulmonares do paciente por meio da circulação extracorpórea (CEC), utilizando materiais e equipamentos específicos no período principal da cirurgia cardiovascular.

Infelizmente a falha humana pode existir e ela é considerada um dos fatores mais graves relacionados ao mal resultado cirúrgico que produzem um grande impacto na vida do paciente. Segurança do paciente também envolve habilidades técnicas e não técnicas dos profissionais como o trabalho em equipe, a comunicação e a liderança.

Desta forma, é fundamental a realização de treinamentos com padronização de materiais e equipamentos, protocolos bem estabelecidos e principalmente a conscientização e fortalecimento do trabalho em equipe para obtermos uma melhora significativa em nossos resultados.

Objetivo
• Despertar o interesse dos profissionais e das Instituições, especialmente dos Perfusionistas, no tema de qualidade e segurança do paciente durante a cirurgia cardíaca;
• Fortalecer o trabalho da equipe multidisciplinar;
• Preparar os profissionais para que saibam agir de forma segura nos momentos de “crisis”.

Formato
Curso que possibilitará aos participantes um conhecimento teórico mais específico da importância do trabalho em equipe, do uso de protocolos de segurança e checklist e gerenciamento de risco em perfusão.

Palestrantes
• Aline Yuri Chibana
Presidente da Fundação Para Segurança do Paciente, São Paulo / SP.

• Armando Ribeiro
Psicólogo e Coaching de Lideranças em Saúde, São Paulo / SP.

• Eduardo Fernandes Camacho
Enfermeiro Perfusionista no Serviço de Controle de Infecção Hospitalar no Hospital Alemão Oswaldo Cruz / SP.

• Luiz Fernando Caneo
Cirurgião Cardiovascular Pediátrico do InCOR/HCFMUSP, São Paulo / SP.

• Gislei Lorenzetti Romero
Gerente de Treinamentos da América Latina - GETINGE, São Paulo / SP.

• Omar Asdrubal Vilca Mejia
Cirurgião Cardiovascular do InCOR/HCFMUSP, São Paulo / SP.

Público alvo
Perfusionistas formados, alunos que estão realizando o curso de Circulação Extracorpórea e demais profissionais da área da saúde que atuam na área de cirurgia cardíaca.

Informações sobre o curso
• Data - 01 de Setembro de 2018
• Horário - 8:30 às 14:30h
• Carga horária - 6 horas
• Local - GETINGE Rua Tenente Alberto Spicciati, 200. Barra Funda. São Paulo / SP
• Vagas - 50 pessoas

Fonte: ICEC

terça-feira, julho 17, 2018

Qualidade na Perfusão para a segurança da Cirurgia Cardíaca - SBCEC

Qualidade na Perfusão para a segurança da Cirurgia Cardíaca.
1o. Curso do Departamento de Educação Continuada da Sociedade Brasileira de Circulação Extracorpórea (SBCEC).

NOVIDADE CHEGANDO!!

No dia 01 de Setembro irá acontecer o 1° Curso do DEC (Departamento de Educação Continuada) da SBCEC. Serão abordados temas como Qualidade e Segurança do Paciente, liderança, trabalho em equipe entre outros e será ministrado por profissionais com muita experiência no assunto!!

Em breve mais informações!!!

quinta-feira, julho 12, 2018

Como manter o equilíbrio no dia a dia. Programa Vida Melhor da TV Rede Vida

Participação do Prof Armando Ribeiro como especialista convidado pela produção do programa Vida Melhor da TV Rede Vida para debater as novidades sobre saúde emocional com a apresentadora Cláudia Tenório.

Festival Internacional de Linguagem Eletrônica - FILE SÃO PAULO 2018

Festival Internacional de Linguagem Eletrônica
FILE SÃO PAULO 2018
O corpo é a mensagem


OUTROSPECTRE


É uma proposta experimental para reconciliar as pessoas com a morte através da simulação de experiências fora do corpo...


You are The Ocean

Controle o oceano com as ondas cerebrais...





sexta-feira, junho 29, 2018

Prof Armando Ribeiro no programa Momento Papo de Mãe da TV Cultura

Prof Armando Ribeiro no complexo de estúdios do canal da TV Cultura.

Prof Armando Ribeiro é o especialista convidado pela produção do programa Momento Papo de Mãe da TV Cultura. Com as apresentadoras Mariana Kotscho e Roberta Manreza do programa Papo de Mãe.

Bastidores das gravações do programa Momento Papo de Mãe da TV Cultura.

 Bastidores das gravações do programa Momento Papo de Mãe da TV Cultura.

 Bastidores das gravações do programa Momento Papo de Mãe da TV Cultura.

Prof Armando Ribeiro aguardando o momento da gravação do programa Papo de Mãe da TV Cultura na sala VIP dos convidados da emissora.

Prof Armando Ribeiro no programa Vida Melhor da TV Rede Vida

Prof Armando Ribeiro foi o especialista convidado pela produção do programa Vida Melhor da TV Rede Vida para discutir sobre as novidades no campo da saúde emocional e como manter o equilíbrio em tempos de crise... O programa é apresentado por Cláudia Tenório.

Fotos dos bastidores do programa Vida Melhor da TV Rede Vida.

Fotos dos bastidores do programa Vida Melhor da TV Rede Vida.

Fotos dos bastidores do programa Vida Melhor da TV Rede Vida.

quinta-feira, junho 21, 2018

Agradeço... Dia Internacional do YOGA

Entrego
Confio
Aceito 
Agradeço

Prof Hermógenes
Dia Internacional do Yoga

Dia Internacional do YOGA

YOGA
International Day of Yoga
Can help kids get the 60 minutes of daily activity needed to set up a lifetime of good health. (OMS)

Yoga is a technique, anybody who is willing to make use of it can make use of it. Yoga is for all. (UNESCO)

Yoga is important for clarity of mind and vitality of the body and spirit. Practice yoga daily to alleviate stress. Pujya Assram Bapujl.

Yoga is for one and all. (BKS Iyengar).

sábado, junho 02, 2018

Conheça todas as teorias... Congresso da SOCESP 2018

“Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.” ‬‪Simpósio do Departamento de Psicologia da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. (SOCESP 2018)
 ‬
Prof Armando Ribeiro foi o especialista convidado pelo Departamento de Psicologia da SOCESP para ministrar a conferência "Gestão do Estresse - reduzindo a mortalidade em Cardiologia" no 39o. Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo. (SOCESP 2018)

sexta-feira, junho 01, 2018

Gestão do Estresse no Congresso da SOCESP 2018

Falando aos profissionais do congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo - SOCESP 2018 sobre a importância estratégica da gestão do estresse e dos fatores emocionais para a redução da mortalidade em Cardiologia.

O congresso tem a participação de +7000 participantes e é considerado um dos maiores eventos mundiais de Cardiologia.

A Psicologia é uma das áreas que abrilhantam o congresso médico para um atendimento mais integrado e que leva em consideração os aspectos biopsicossociais e também a espiritualidade dos nossos pacientes.


Prof Armando Ribeiro teve a honra de ser um dos especialistas convidados para ministrar a conferência "Gestão do Estresse - reduzindo a mortalidade em Cardiologia" no 39o. Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo - SOCESP.

No portal do Congresso da SOCESP 2018.

Panorama dos stands presentes no congresso da SOCESP.

quinta-feira, maio 31, 2018

Gestão do Estresse será um dos temas do Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo



A minha conferência sobre “Gestão do Estresse - reduzindo a mortalidade em Cardiologia” já está na programação do app do Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo SOCESP 2018. Não percam!

terça-feira, maio 22, 2018

1º Simpósio Multidisciplinar de Qualidade e Segurança do Paciente no auditório do CRM de João Pessoa / PB


Fatores Humanos são tema do 1º Simpósio Multidisciplinar de Qualidade e Segurança do Paciente em João Pessoa - Paraíba

1º Simpósio Multidisciplinar de Segurança do Paciente no auditório do CRM de João Pessoa / Paraíba.

Dr Maurílio Deiniger dá as boas-vindas a todos os convidados e participantes do 1º Simpósio Multidisciplinar de Qualidade e Segurança do Paciente em João Pessoa / Paraíba.

Mesa-redonda: Importância da Qualidade e Segurança do Paciente. Visão do cirurgião. Visão do anestesista. Visão do Gestor.

Dr Omar Mejía (Incor/SP) aborda o tema "Importância da Qualidade e da Segurança do Paciente" na visão do cirurgião.

Dr Ítalo Kumamoto (diretor do Hospital Memorial São Francisco) aborda o tema "Importância da Qualidade e da Segurança do Paciente" na visão do gestor.

Auditório do CRM João Pessoa (PB).

Prof Dr Fábio Jatene (diretor do departamento de cardiopneumologia do Incor / SP) proferiu a conferência magna "Experiência do INCOR na qualidade e segurança do paciente".

"Experiência do INCOR na qualidade e segurança do paciente".

Dra Aline Chibana (presidente da Fundação para Segurança do Paciente - SP) abordou o tema "Importância da Qualidade e da Segurança do Paciente" na visão do anestesista.

Cel. Eduardo Silvério de Oliveira (Investigação e Prevenção de Acidentes do Controle do Espaço Aéreo SIPACEA - SP) abordou o tema "MAYDAY".

Prof Armando Ribeiro abordou o tema "Resiliência da equipe: Podemos ser uma equipe perfeita?" na mesa-redonda "Impacto da qualidade e da segurança do paciente".

Prof Armando Ribeiro abordou o tema "Compreendendo as limitações (cognitivas) do desempenho humano" na mesa-redonda "Como otimizar a segurança do paciente?".
.
Prof Armando Ribeiro discutiu sobre as limitações cognitivas humanas em situações críticas, além de discorrer sobre estratégias para o desenvolvimento de equipes de alta performance.

Prof Armando Ribeiro realizou demonstrações do funcionamento cerebral (atividade cerebral) em simulação de situações vividas por cirurgiões e demais profissionais da saúde em ambiente cirúrgico. 

Dr Leandro Bissoli (advogado na Peck e professor de pós-graduação da FIA) abordou o tema "Privacidade dos pacientes frente as mídias sociais".

Prof Armando Ribeiro com a Enfa. Bruna Borim (Hospital de Base / São José do Rio Preto / SP) que abordou o tema "Childrens Heartlink: O que nossa equipe aprendeu?" e a Enfa. Mariana Okada (Hospital TotalCor) que abordou o tema "O que podemos fazer para reduzir infecção do sítio operatório?".

Mauricio Pontes (Crisis Management at GRU Airport - Aeroporto Internacional de São Paulo) abordou o tema "Por que soluções seguras falham?".


Programação completa do 1º Simpósio Multidisciplinar de Qualidade e Segurança do Paciente. (João Pessoa / PB).

A cidade de João Pessoa / Paraíba acolheu de braços abertos todos os especialistas convidados para o 1º Simpósio Multidisciplinar de Qualidade e Segurança do Paciente.

quinta-feira, maio 17, 2018

Prova de que as culturas positivas de trabalho são mais produtivas


Muitas empresas apostam em ter um corte-garganta, de alta pressão, take-no-prisioneiros cultura para impulsionar o seu sucesso financeiro. 

Mas um grande e crescente corpo de pesquisas sobre psicologia organizacional positiva demonstra que não só é um ambiente “cut-throat” prejudicial à produtividade ao longo do tempo, mas que um ambiente positivo levará a dramáticos benefícios para os empregadores, funcionários e os resultados. 

Embora exista uma suposição de que o estresse e a pressão pressionam os funcionários a realizarem mais, melhor e mais rápido, o que as organizações infames não reconhecem são os custos ocultos incorridos. 

Em primeiro lugar, as despesas com cuidados de saúde em empresas de alta pressão são quase 50% maiores do que em outras organizações. A American Psychological Association estima que mais de US$ 500 bilhões são sifonados para fora da economia dos EUA por causa do estresse no local de trabalho, e 550 milhões de dias úteis são perdidos a cada ano devido ao estresse no trabalho. Sessenta a 80% dos acidentes de trabalho são atribuídos ao estresse, e estima-se que mais de 80% das visitas ao médico são devidas ao estresse. Estresse no local de trabalho tem sido associada a problemas de saúde que vão desde a síndrome metabólica para doenças cardiovasculares e mortalidade. 

O estresse de pertencer às próprias hierarquias está ligado à doença e à morte. Um estudo mostrou que, quanto mais baixa a posição de alguém em uma hierarquia, maiores são suas chances de doença cardiovascular e morte por ataques cardíacos. Em um estudo em grande escala de mais de 3.000 funcionários realizado por Anna Nyberg no Instituto Karolinska, os resultados mostraram uma forte ligação entre comportamento de liderança e doenças cardíacas em funcionários. Stress produzido pelos chefes são literalmente ruins para o coração. 

Em segundo lugar está o custo do desengajamento. Enquanto um ambiente de corte de garganta e uma cultura de medo pode garantir o engajamento (e às vezes até mesmo excitação) por algum tempo, a pesquisa sugere que o estresse inevitável que cria provavelmente levará ao desengajamento a longo prazo. Engajamento no trabalho - que está associado com o sentimento de valor, segurança, apoio e respeito - é geralmente associado negativamente a um alto estresse, cut-garganta cultura. 

E o desengajamento é caro. Em estudos realizados pela Queens School of Business e pela Gallup Organization, os trabalhadores desvinculados tiveram um índice de absenteísmo 37% maior, 49% mais acidentes e 60% mais erros e defeitos. Em organizações com baixa pontuação de envolvimento dos funcionários, eles experimentaram uma produtividade 18% menor, 16% menor rentabilidade, 37% menor crescimento do emprego e 65% menor preço das ações ao longo do tempo. É importante notar que as empresas com funcionários altamente engajados desfrutaram de 100% mais pedidos de emprego. 

A falta de lealdade é um terceiro custo. Pesquisas mostram que o estresse no local de trabalho leva a um aumento de quase 50% no volume de negócios voluntário. As pessoas entram no mercado de trabalho, recusam promoções ou renunciam. E os custos de volume de negócios associados ao recrutamento, treinamento, produtividade reduzida, perdeu perícia, e assim por diante, são significativos. O Center for American Progress estima que a substituição de um único funcionário custa aproximadamente 20% do salário desse funcionário. 

Por estas razões, muitas empresas estabeleceram uma grande variedade de vantagens de trabalhar de casa para academias de escritório. No entanto, essas empresas ainda não conseguem levar em conta a pesquisa. Uma pesquisa da Gallup mostrou que, mesmo quando os locais de trabalho ofereciam benefícios como horários flexíveis e oportunidades de trabalho de casa, o engajamento previa o bem-estar acima e além de qualquer outra coisa. Os funcionários preferem o bem-estar no local de trabalho aos benefícios materiais. 

Bem-estar vem de um lugar, e um lugar só - uma cultura positiva. 

Criar uma cultura positiva e saudável para a sua equipe repousa sobre alguns princípios importantes. Nossa própria pesquisa (ver aqui e aqui) sobre as qualidades de uma cultura de trabalho positiva se resume a seis características essenciais: 

  • Cuidar, estar interessado e manter a responsabilidade pelos colegas como amigos. 
  • Proporcionar apoio uns aos outros, incluindo oferecer bondade e compaixão quando os outros estão lutando. 
  • Evitar culpa e perdoar erros. 
  • Inspirando um ao outro no trabalho. 
  • Enfatizando a significação do trabalho. 
  • Tratar uns aos outros com respeito, gratidão, confiança e integridade. 
Como um chefe, como você pode promover esses princípios? A pesquisa aponta quatro etapas para tentar: 

1. Fomentar as conexões sociais. Um grande número de estudos empíricos confirmam que as conexões sociais positivas no trabalho produzem resultados altamente desejáveis. Por exemplo, as pessoas ficam doentes com menos frequência, se recuperam duas vezes mais rápido da cirurgia, experimentam menos depressão, aprendem mais rápido e se lembram mais, toleram a dor e o desconforto melhor, exibem mais acuidade mental e melhor desempenho no trabalho. Inversamente, a pesquisa de Sarah Pressman na Universidade da Califórnia, Irvine, descobriu que a probabilidade de morrer cedo é 20% maior para pessoas obesas, 30% maior para bebedores em excesso, 50% mais alta para fumantes, mas 70% Com relacionamentos sociais pobres. Os locais de trabalho tóxicos e cheios de estresse afetam as relações sociais e, consequentemente, a expectativa de vida. 

2. Mostrar empatia. Como um chefe, você tem um enorme impacto sobre como seus funcionários se sentem. Um estudo revelou que, quando os empregados se lembravam de um chefe que tinha sido cruel ou não-empático, eles mostraram maior ativação em áreas do cérebro associadas com evitação e emoção negativa, enquanto o oposto era verdade quando se lembrava de um chefe empático. Além disso, Jane Dutton e seus colegas no CompassionLab na Universidade de Michigan sugerem que os líderes que demonstram compaixão para com os funcionários promovem a resiliência individual e coletiva em tempos difíceis. 

3. Saia do seu caminho para ajudar. Já teve um gerente ou mentor que teve um monte de problemas para ajudá-lo quando ele ou ela não tem que? É provável que você tenha permanecido leal a essa pessoa até hoje. Jonathan Haidt , da Stern School of Business da Universidade de Nova York, mostrarem sua pesquisa que quando os líderes não são apenas justos, mas abnegados, seus funcionários são realmente motivados e inspirados a se tornarem mais leais e comprometidos. Como consequência, eles são mais propensos a sair de sua maneira de ser útil e amigável para outros funcionários , criando assim um ciclo de auto-reforço. Daan Van Knippenberg da Rotterdam School of Management mostra que os funcionários de líderes abnegados são mais cooperativos porque confiam mais em seus líderes. Eles também são mais produtivos e vêem seus líderes como mais eficazes e carismáticos. 

4. Incentivar as pessoas a falar com você - especialmente sobre seus problemas. Não surpreendentemente, confiar que o líder tem os seus melhores interesses no coração melhora o desempenho dos funcionários. Os funcionários sentem-se seguros em vez de terem medo e, como a pesquisa de Amy Edmondson de Harvard demonstra em seu trabalho sobre segurança psicológica, uma cultura de segurança, ou seja, em que os líderes são inclusivos, humildes e encorajam seus funcionários a falarem ou pedirem ajuda. Melhores resultados de aprendizagem e desempenho. Ao invés de criar uma cultura de medo de consequências negativas, sentir-se seguro no local de trabalho ajuda a incentivar o espírito de experimentação tão crítica para a inovação. Kamal Birdi, da Universidade de Sheffield, mostrou que a capacitação, quando combinada com um bom treinamento e trabalho em equipe, leva a resultados de desempenho superiores, ao passo que uma variedade de práticas eficientes de manufatura e operações não. 

Quando você sabe que um líder está comprometido a operar a partir de um conjunto de valores baseados em bondade interpessoal, ele ou ela define o tom para toda a organização. Em Give and Take , o professor Adam Grant de Wharton demonstra que a bondade e a generosidade dos líderes são fortes preditores de eficácia da equipe e da organização. Considerando que os climas duros do trabalho estão ligados à pior saúde dos trabalhadores, o oposto é verdadeiro de climas de trabalho positivo, onde os funcionários tendem a ter menor frequência cardíaca e pressão arterial, bem como um sistema imunológico mais forte. Um clima de trabalho positivo também leva a uma cultura positiva no local de trabalho, o que, novamente, aumenta o comprometimento, o engajamento e o desempenho. Empregados mais felizes fazem para não somente um local de trabalho mais agradável mas para o serviço de cliente melhorado. Como consequência, uma cultura feliz e atenciosa no trabalho não só melhora o bem-estar e a produtividade dos funcionários, mas também melhora os resultados de saúde do cliente e satisfação. 

Em suma, um local de trabalho positivo é mais bem sucedido ao longo do tempo, porque aumenta as emoções positivas e bem-estar. Isso, por sua vez, melhora as relações das pessoas uns com os outros e amplifica suas habilidades e sua criatividade. Ele buffers contra experiências negativas, como o estresse, melhorando assim a capacidade dos funcionários para recuperar de desafios e dificuldades, enquanto reforçando a sua saúde. E, atrai empregados, tornando-os mais leais ao líder e à organização, bem como trazendo seus melhores pontos fortes. Quando as organizações desenvolvem culturas positivas e virtuosas, alcançam níveis significativamente mais altos de eficácia organizacional - incluindo desempenho financeiro, satisfação do cliente, produtividade e engajamento dos funcionários. 

Nota do Editor: Devido a um erro de digitação, este artigo inicialmente mostrou incorretamente o número de dias de trabalho perdidos devido ao estresse de cada ano. Esse número é estimado em 550 milhões, não 550 bilhões. A sentença foi corrigida. 

Emma Seppala , Ph.D., é o Diretor de Ciências do Centro de Compaixão e Altruísmo da Universidade de Stanford e Educação e autor de The Happiness Track . Ela também é fundadora da Fulfillment Daily . Siga-a no Twitter @emmaseppala ou em seu site www.emmaseppala.com . 

Kim Cameron , Ph.D., é o William Russell Kelly Professor de Gestão e Organizações na Ross School of Business da Universidade de Michigan e autor de Liderança Positiva e Praticando a Liderança Positiva . 

Fonte: HBR (Google Tranlator)

Manual de Implantação de Serviços de Práticas Integrativas e Complementares no SUS


O objetivo deste manual é sugerir aos gestores do SUS um modelo de Plano de Implantação das PICS, facilitando, assim, o desenvolvimento dessas práticas de cuidado em seu território, além de descrever os passos de cadastramento dos serviços. É válido ressaltar que não se trata de um modelo rígido e obrigatório, pois os municípios que se encontram em fases diversas de implantação poderão ajustá-lo às suas necessidades, especificidades e realidade do território.

Agora eles não podem praticar sem ele


Apenas dois anos após a integração de um psicólogo em sua equipe, esta prática de medicina familiar e comunitária está reduzindo as visitas aos pronto-socorros e melhorando o atendimento geral ao paciente.

Salvando vidas, gastando menos: uma resposta estratégica às DCNTs


Um novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) lançado nesta quarta-feira (16) revela que os países mais pobres do mundo podem ganhar US$ 350 bilhões até 2030 aumentando os investimentos na prevenção e tratamento de doenças crônicas não transmissíveis, como as doenças cardíacas e o câncer, que, juntos, custam US$ 1,27 por pessoa a cada ano. Tais ações salvariam mais de 8 milhões de vidas no mesmo período. O novo relatório, “Saving lives, spending less: a strategic response to NCDs” (“Salvando vidas, gastando menos: uma resposta estratégica às DCNTs”, tradução livre) mostra, pela primeira vez, as necessidades financeiras e os retornos sobre o investimento das políticas “best buy” da OMS – rentáveis e viáveis – para proteger as pessoas contra doenças crônicas não transmissíveis, que são as principais causas de enfermidades e mortes em todo o mundo.

quarta-feira, maio 16, 2018

Investir no controle de doenças crônicas não transmissíveis gera grandes retornos financeiros e de saúde, afirma OMS


Um novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) lançado nesta quarta-feira (16) revela que os países mais pobres do mundo podem ganhar US$ 350 bilhões até 2030 aumentando os investimentos na prevenção e tratamento de doenças crônicas não transmissíveis, como as doenças cardíacas e o câncer, que, juntos, custam US$ 1,27 por pessoa a cada ano. Tais ações salvariam mais de 8 milhões de vidas no mesmo período.

O novo relatório, “Saving lives, spending less: a strategic response to NCDs” (“Salvando vidas, gastando menos: uma resposta estratégica às DCNTs”, tradução livre) mostra, pela primeira vez, as necessidades financeiras e os retornos sobre o investimento das políticas “best buy” da OMS – rentáveis e viáveis – para proteger as pessoas contra doenças crônicas não transmissíveis, que são as principais causas de enfermidades e mortes em todo o mundo.

Isso mostra que, para cada US$ 1 investido na ampliação de ações para tratar as DCNTs em países de baixa e baixa-média renda, haverá um retorno à sociedade de pelo menos US$ 7 em aumento de empregos, produtividade e longevidade. "A mensagem abrangente deste novo e poderoso relatório da OMS é otimista", diz o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus. “Combater as DCNTs é uma oportunidade para melhorar a saúde e as economias”.

Se todos os países usarem essas intervenções, o mundo se aproximaria significativamente do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 3.4, que tem o objetivo de reduzir mortes prematuras por DCNTs em um terço até 2030. Entre as ações de melhor custo-benefício, estão o aumento dos impostos sobre o tabaco e o álcool; a redução da ingestão de sal por meio da reformulação de produtos alimentares; a administração de terapia medicamentosa e aconselhamento para pessoas que tiveram ataques cardíacos ou acidentes vasculares cerebrais; vacinação de meninas com idades entre 9 e 13 anos contra o papilomavírus humano (HPV); e rastreio de mulheres com idade entre 30 e 49 anos para câncer do colo do útero.

"As DCNTs impõem enormes custos econômicos que recaem sobre os países de baixa e média renda baixa, ou seja, os que menos podem pagar. Esse relatório defende a ousadia de ação contra essas doenças de uma perspectiva empresarial e descreve algumas das formas mais eficazes de reduzir seu “pedágio”, que pode ajudar a direcionar mais recursos para onde eles realmente são mais necessários”, afirma o Embaixador Global da OMS para Doenças Crônicas Não Transmissíveis, Michael R. Bloomberg.

Países de baixa e baixa-média renda sofrem, atualmente, com as mortes prematuras por DCNTs: quase metade (7,2 milhões) das 15 milhões de pessoas que morrem em todo o mundo a cada ano, entre 30 e 70 anos, são dos países mais pobres do mundo. No entanto, o financiamento global para as DCNTs é severamente limitado, recebendo menos de 2% de todo o financiamento em saúde.

O relatório indica que a adoção de medidas eficazes para prevenir e controlar as DCNTs custa apenas US$ 1,27 por pessoa a cada ano nesses países. Os ganhos em saúde desse investimento, por sua vez, gerarão US$ 350 bilhões, evitando os custos com a saúde e aumentando a produtividade até 2030, além de salvar 8,2 milhões de vidas durante o mesmo período.

Para US$ 1 investido em cada área de política, foram documentados os seguintes retornos:

US$ 12.82 de promoção de dietas saudáveis;
US$ 9,13 de redução do uso nocivo do álcool;
US$ 7,43 de redução de consumo do tabaco;
US$ 3,29 por fornecer terapia medicamentosa para doença cardiovascular;
US$ 2,80 do aumento de atividade física;
US$ 2,74 de gerenciamento do câncer.

As doenças crônicas não transmissíveis matam 41 milhões de pessoas a cada ano, abrangendo 72% de todas as mortes no mundo. O número de mortes por DCNTs está aumentando globalmente, inclusive nos de baixa e baixa-média. Como condições tipicamente de longo prazo, essas enfermidades são especialmente prejudiciais para as famílias em ambientes de poucos recursos, uma vez que o tratamento demorado e dispendioso drena os recursos domésticos, força as famílias à pobreza e sufoca o desenvolvimento. A nova publicação lança um apelo claro para que os doadores apoiem os governos, oferecendo financiamento como um catalisador para ampliar, de forma ambiciosa, as políticas de “melhor compra” que salvariam milhões de vidas.

Nota aos editores

As doenças crônicas não transmissíveis – entre elas, doenças cardiovasculares, câncer, diabetes, doenças respiratórias crônicas e transtornos mentais – tendem a ser de longa duração e são resultado de uma combinação de fatores genéticos, fisiológicos, ambientais e comportamentais. O uso do tabaco, a inatividade física, o uso nocivo do álcool e dietas pouco saudáveis aumentam o risco de morte por uma DCNT. A detecção, rastreio e tratamento de DCNTs, bem como cuidados paliativos, são componentes-chave para sua resposta. A OMS também reconhece que a poluição do ar é um fator de risco crítico para essas enfermidades.

Fonte: OMS