quinta-feira, fevereiro 26, 2015

Explorando novas fronteiras de performance na Conferência de Qualidade de Vida

A Sodexo tem o prazer de anunciar a primeira Quality of Life Conference (Conferência de Qualidade de Vida) em Nova York, nos dias 05 e 06 de Maio de 2015. A conferência tem como objetivo engajar um movimento coletivo de líderes globais que acreditam que focar no bem-estar das pessoas pode ser um poderoso condutor de performance econômica e social. 

O cenário econômico atual tem destacado as limitações do modelo de crescimento de negócios tradicional. Sociedades e corporações pelo mundo estão lidando com os mesmos problemas: encontrar novas fontes que possibilitem um crescimento mais balanceado, capaz de entregar não somente valor financeiro, mas também satisfação pessoal.

“Consideramos Qualidade de Vida um fator chave, ainda amplamente inexplorado, uma nova fronteira em performance coletiva e individual”, explica Michel Landel, CEO da empresa. “É por isso que estamos trazendo líderes de todo o mundo para discutir o desafio que isso representa.”

A Conferência irá proporcionar uma oportunidade única para 300 líderes de diferentes segmentos – corporativo, saúde, defesa e educação, juntamente com grupos de reflexão, autoridades e serviços públicos, ONGs e mídia – com o intuito de conhecer e desafiar modelos atuais e ser inspirado por experiências de valor.

Palestrantes:

ERTHARIN COUSIN - Diretor Executivo do World Food Programme, do Reino Unido
ARIANNA HUFFINGTON - Presidente e Editora Chefe da The Huffington Post Media Group, EUA
EARVIN “MAGIC” JOHNSON - Fundador da Magic Johnson Foundation, EUA
Prof. JEAN JOUZEL - Cientista em Paleoclima, Co-ganhador do Premio Nobel da Paz 2007, Vetlesen Prize 2012, FRANÇA
MARI KIVINIEMI - Secretária Geral Adjunta da OCDE-Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico, e ex-Primeira Ministra da Finlândia
JEREMY RIFKIN - Teórico social e econômico, escritor, consultor político, EUA
RICARDO SEMLER - Presidente do Semco S/A, BRASIL

Para mais informações e para acompanhar webcast ao vivo da Conferência, acesse qualityoflifeconference.com


Fonte: D&A Assessoria de Imprensa

Para alguns, cozinhar é um relaxamento!

Edu Guedes nos contou em entrevista que cozinhar é uma das maneiras preferidas para ele relaxar do estresse diário. Qual é a sua receita?

segunda-feira, fevereiro 23, 2015

Imagem de "coitadinho" não ajuda... se não buscar uma solução! A Tribuna

Imagem de "coitadinho" não ajuda... é a minha contribuição para a coluna Vida em dia da jornalista Cláudia Duarte do jornal A Tribuna, em Santos.

Vitimização 
Imagem de “coitadinho” não ajuda em nada, se não buscar uma solução! 

Sabe aquela pessoa que acredita que o mundo é injusto, que é o único alvo de toda e qualquer adversidade? Certamente você lembra de alguém que gosta de “comover” ou que atribui todos os seus fracassos a falta de colaboração e compreensão dos outros. Aí vem a minha pergunta: “Isso pode virar doença?”. Segundo o psicólogo Armando Ribeiro, a vitimização frequentemente já pode ser um sinal de que a pessoa adoeceu. “Algumas pessoas realmente acreditam que são vítimas do mundo. E quem vive se sentindo assim, pode ter aprendido desde pequeno que toda a culpa por aquilo que nos aflige vem de fora e que não pode se responsabilizar por nada. No entanto, quem carrega o peso da vitimização dificilmente aprende e cresce com as dificuldades. Muito pelo contrário: sofre de estresse crônico e não cultiva a resiliência para uma vida melhor”. Então, ao contrário de conquistar a atenção e o cuidado das pessoas ao redor, quem se identifica com o papel de vítima frequentemente perde o controle da própria vida. “Ele acredita profundamente que as situações boas ou ruins não são resultados das suas próprias atitudes. Existe uma cultura disseminada de culpar sempre o outro por aquilo que acontece com cada um de nós, mas é preciso refletir se não temos responsabilidades por aquilo que de fato aconteceu”, alerta Ribeiro. O psicólogo destaca que podemos ver esse comportamento o tempo todo! “No cenário político, social e até mesmo nas escolas. O político é corrupto, mas eu não tenho nada a ver com isso... Tirei nota ruim porque a professora é ruim... etc...E por aí vai”. De acordo com o profissional, é comum que algumas pessoas façam isso como forma de justificar a incapacidade de correr atrás dos seus sonhos, ou seja, é mais fácil culpar o chefe, a situação do País ou mesmo dizer se sentir perseguido em vez de lutar com todas as forças por um ideal, não é? 

Origem
A origem do problema do comportamento de vitimização pode ter raízes muito precoces na vida das pessoas. Em casa, por exemplo, o filho pode ver o pai reclamar do chefe autoritário, mas também assimila a incapacidade dele em buscar um trabalho melhor. Já na escola, cada vez mais os professores reclamam da interferência negativa dos pais quando eles tiram a autoridade dos professores frente a qualquer dificuldade de seus filhos. Segundo Ribeiro, para promover a saúde mental é importante que cada um trabalhe o que sofreu ou sofre na vida em uma terapia. Os traumas, conforme o profissional, existem e são pontos negativos para um desenvolvimento saudável. “Mas a imagem de coitadinha impedirá que a pessoa se torne plena, ou seja, protagonista de sua vida e não mera coadjuvante”. 

É preciso tratar
Usar o chamado “coitadismo” para atrair propositalmente a compaixão ou buscar a simpatia dos outros pode ser um triste mecanismo de compensação. Já quando a pessoa se habitua a usar desculpas para falhas frequentes, sem que elas demonstrem aprendizagem e crescimento com os próprios erros, podem necessitar de ajuda. “Quando as questões forem ligadas a temas da vida pessoal e afetiva, a psicoterapia será de grande ajuda. Agora, se o problema se repetir no contexto do trabalho, o coaching será uma estratégia interessante para dar um feedback e oferecer a possibilidade de modificação das crenças e do comportamento”. O psicólogo Armando Ribeiro explica que o cérebro é uma incrível máquina de aprender. A cada nova experiência significativa, ele é remodelado por intermédio do mecanismo da neuroplasticidade. “Podemos contribuir para fortalecer nossos hábitos saudáveis ou para a manutenção dos vícios. O importante é procurar ajuda para encontrar o recurso ideal para a mudança de comportamento. Não basta descobrir que temos problemas, pois todos temos. É importante ter o domínio de si próprio, ou seja, a aceitação do que não pode ser modificado, mas não pela desistência”. Falar sobre o assunto que incomoda é importante, mas não pode se transformar em um álibi para a inércia. “Ninguém melhora só dentro das sessões de terapia. A vida acontece fora dos consultórios. O fundamental é buscar ajuda para modificar os hábitos. Um pequeno passo por vez pode significar uma grande mudança na direção. Viver o momento presente, cultivando práticas de atenção plena (mindfulness), são atitudes sensatas para desligar o piloto-automático da vida cotidiana”. Já os problemas de saúde mental, como depressão, pânico, fobias... precisam de tratamento médico e psicoterápico, mas sempre existem pessoas que acabam usando esses sintomas como “muletas” para uma vida parcial. “A doença não tratada acaba virando uma desculpa para a falta de coragem de reescrever a própria história e mudar o seu final”.

Armando Ribeiro é psicólogo e coordenador do Programa de Avaliação do Estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo. Possui certificação em Stress Management pela Harvard Medical School, nos EUA.

quinta-feira, fevereiro 19, 2015

O que é Medicina Comportamental? (Behavioral Medicine)

O que é Medicina Comportamental? (Behavioral Medicine)

É um campo interdisciplinar interessado na integração e desenvolvimento científico e técnico dos aspectos psicossociais, biomédicos e comportamentais relevantes para a saúde e na aplicação destes conhecimentos e técnicas na prevenção, etiologia, diagnóstico, tratamento e reabilitação de doenças.


Leitura sugerida:
Neves Neto, AR. (2004). Medicina Comportamental. In: Brandão MZS e cols. (org.). Sobre Comportamento e Cognição, vol. 14, cap. 21, Santo André: Esetec, pp. 179-189.

Sobre o Prof. Armando Ribeiro

O Prof. Armando Ribeiro é psicólogo, especialista da primeira turma em Bases da Medicina Integrativa pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Israelita Albert Einstein, capacitação em Gestão das Práticas Integrativas e Complementares pelo Ministério da Saúde - MS / Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares - PNPIC no SUS e "Integrative Mental Health" pelo Arizona Center for Integrative Medicine da The University of Arizona (EUA). Certificado em Gestão do Estresse e Coaching pela Harvard Medical School (EUA). Coordenador do Programa de Avaliação do Estresse do Centro Avançado em Saúde do Hospital São José da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Prof Armando Ribeiro é pioneiro na discussão das Práticas Integrativas e Complementares (PICs) em Psicologia e Saúde Mental. É professor convidado e supervisor clínico da disciplina de Medicina Comportamental na pós-graduação da FMUSP e UNIFESP.

O que é Medicina do Estilo de Vida? (Lifestyle Medicine)

O que é Medicina do Estilo de Vida?

Medicina do Estilo de Vida (Lifestyle Medicine - LM, em inglês) é o uso de intervenções baseadas no estilo de vida para o tratamento e manejo das doenças.
Tais intervenções incluem:
  • Dieta (nutrição) 
  • Exercício
  • Gerenciamento do Estresse
  • Cessação do tabagismo
  • Uma variedade de outras modalidades não-farmacológicas

Um crescente corpo de evidências científicas têm demonstrado que a intervenção do estilo de vida é um componente essencial no tratamento de doenças crônicas e que pode ser tão eficaz quanto o uso da medicação, mas sem os riscos e efeitos colaterais indesejados.
O campo de estudo do estilo de vida foi crescendo aos trancos e barrancos ao longo das duas últimas décadas. No livro de 1999 marco intitulado "Lifestyle Medicine", o editor James Rippe, MD , manifestou a esperança de que vai "abrir todo um novo ramo da medicina..." 
Medicina do Estilo de Vida está se tornando a modalidade preferida, não só para a prevenção, mas para o tratamento da maioria das doenças crônicas, incluindo: 

  • Diabetes tipo 2
  • Doenças cardiovasculares
  • Hipertensão
  • Obesidade
  • Síndrome de Resistência à Insulina
  • Osteoporose 
  • Muitos tipos de câncer

A disciplina clínica

Embora a prática da Medicina do Estilo de Vida incorpore muitas abordagens de saúde pública, continua a ser essencialmente uma disciplina clínica. O tratamento ideal e gestão de doenças crônicas incorpora intervenções de estilo de vida que normalmente são administradas de forma mais eficaz em nível ambulatorial. Intervenções intensivas de grupo breves em um ambiente residencial são frequentemente mais eficazes e podem ser necessárias para casos graves ou intratáveis.
Enquanto as intervenções da Medicina do Estilo de Vida normalmente não enfatiza a prescrição de medicamentos, que freqüentemente necessitam de re-titulação e/ou redução de medicamentos prescritos antes da intervenção estilo de vida. Muitas vezes, é necessário reduzir a dosagem de insulina em pacientes com diabetes que recebem intervenções no estilo de vida e reduzir a dosagem dos medicamentos anti-hipertensivos para pacientes com hipertensão. Outros podem também exigir uma mudança de medicamentos. Por exemplo, uma pessoa com diabetes do tipo 2 pode ser capaz de interromper a insulina, mas precisa de metformina, uma tiazolidinodiona (TZD), ou uma sulfonilureia.
Em alguns casos, as intervenções no estilo de vida são mais eficazes quando aumentada com medicamentos adequados, como acontece com o uso do tabaco, onde a cessação é 2 a 3 vezes mais eficaz quando é precrita a bupropiona com as modificações de estilo de vida. Profissionais que utilizam as abordagens da Medicina do Estilo de Vida são qualificados e licenciados para diagnosticar e prescrever medicamentos, se necessário, bem como a ser treinados no uso de intervenções no estilo de vida.
O Colégio Americano de Medicina Estilo de vida (ACLM) é a primeira sociedade nacional para os médicos especializados no uso de intervenções no estilo de vida no tratamento e manejo das doenças (nos EUA). Membros do ACLM são clínicos envolvidos na prática da medicina estilo de vida, ensino e/ou pesquisa. Muitos trabalham em comissões da ACLM que contribuem para o papel da organização como um recurso nacional de especialização no uso da intervenção estilo de vida para o tratamento e gestão da doença.

Google Tradutor

Sobre o Prof. Armando Ribeiro

O Prof. Armando Ribeiro é psicólogo, especialista da primeira turma em Bases da Medicina Integrativa pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Israelita Albert Einstein, capacitação em Gestão das Práticas Integrativas e Complementares pelo Ministério da Saúde - MS / Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares - PNPIC no SUS e "Integrative Mental Health" pelo Arizona Center for Integrative Medicine da The University of Arizona (EUA). Certificado em Gestão do Estresse e Coaching pela Harvard Medical School (EUA). Coordenador do Programa de Avaliação do Estresse do Centro Avançado em Saúde do Hospital São José da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Prof Armando Ribeiro é pioneiro na discussão das Práticas Integrativas e Complementares (PICs) em Psicologia e Saúde Mental. É professor convidado e supervisor clínico de Medicina Comportamental na pós-graduação da FMUSP e UNIFESP.

quinta-feira, fevereiro 12, 2015

Prof Armando Ribeiro no Instagram

Instagram

Pra relaxar e ver mensagens para aumentar sua qualidade de vida e bem-estar você pode também seguir o 
Prof Armando Ribeiro no Instagram. 

A verdadeira motivação...

No one can MOTIVATE you except yourself!

A verdadeira motivação... vem de dentro de cada um! 
Quem tem um 'porquê' enfrenta qualquer 'como'. 
Viktor Frankl.

segunda-feira, fevereiro 09, 2015

Positividade



Para especialistas, 50% das diferenças no nível de felicidade entre as pessoas se deve à genética, 40% à atitude e apenas 10% às circunstâncias... Cientistas garantem que o primeiro passo para ser mais feliz é mudar a maneira como você encara a vida: um fracasso é uma tragédia ou oportunidade de aprendizado?

@Armando_Ribeiro

quinta-feira, fevereiro 05, 2015

Desafios da comunicação


Por que a joaninha não conseguia explicar o que sentia pra sua amiga abelhinha? Alguém já se sentiu assim? Ver o mundo com os olhos do outro exige o desenvolvimento da #empatia! #metáfora #comunicação

quarta-feira, fevereiro 04, 2015

Sem pressão. Apoio é a chave para lidar com pessoa deprimida!

Era 18h30 de uma quarta-feira e a maior sala da Abrata (Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos) já estava lotada. Todos os presentes ouviam com bastante atenção às informações repassadas pela executiva de vendas Andreia Marino, 46, uma das voluntárias da associação, sobre as atividades da entidade, voltadas para familiares, amigos e pacientes que sofrem com transtornos afetivos -- doenças em que a característica fundamental é alteração do humor ou do afeto --, especificamente depressão e bipolaridade.


Fátima Xavier dos Reis (à dir.): "Não sei se a forço a sair do quarto ou se apoio a vontade dela"
Fátima Xavier dos Reis (à dir.): "Não sei se a forço a sair do quarto ou se apoio a vontade dela".


"Acho que essa vai ser a minha última tentativa, porque eu já não aguento mais. Tenho dois filhos e os dois acham que eu sou louca", contou a professora de música Sueli Figueiredo Faria, 52, que sofre de depressão e foi ao grupo de acolhimento da Abrata na esperança de encontrar ajuda. Sueli está entre os 11,2 milhões de brasileiros que receberam diagnóstico positivo para depressão. Segundo dados da PNS (Pesquisa Nacional de Saúde) divulgados em dezembro de 2014, essas pessoas correspondem a 7,6% da população com 18 anos ou mais de idade.

Em âmbito mundial, a OMS (Organização Mundial de Saúde) estima que 350 milhões de pessoas sofram da doença, considerada uma das principais causas de suicídio - a OMS afirma que cerca de um milhão de pessoas morrem por ano por suicídio -, a principal causa de incapacitações e um dos principais contribuintes para a carga global de doenças.

Naquela sala da Abrata, além de pacientes, havia pais e mães de pessoas que receberam diagnóstico positivo para transtornos afetivos, acompanhados ou não dos pacientes. Isso porque não é apenas o paciente que sofre com a doença. Quem está próximo à pessoa que tem depressão também é afetado pelo transtorno, afinal, lidar com alguém com depressão não é uma tarefa fácil e certas condutas podem, inclusive, agravar o quadro do paciente.

A diarista Fátima Xavier dos Reis, 50, contou que vive dividida entre a vontade de apoiar a filha que tem depressão e a de "dar uns tapas" nela. "Eu não sei como lidar. Não sei se a forço a sair do quarto ou se apoio a vontade dela. No geral, eu a deixo escolher, mas ela sempre tende a optar pelo não", diz. A filha de Fátima, Bruna Cristina dos Santos, tem 20 anos, mas desde os 15 tem o diagnóstico de depressão. "Mas ela vem assim desde os 12 anos, desde que teve uma crise de pânico. É um sofrimento. Você não sabe o que é chegar em casa, em um dia de muito calor, e ver a sua filha deitada na cama, enrolada nas cobertas, no quarto todo escuro, sem querer falar com ninguém", diz.

Segundo o médico psiquiatra e conselheiro da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), Sérgio Tamai, quem lida com esses pacientes sofre com o sofrimento dele, mas, muitas vezes não têm a consciência de que se trata de uma doença e não se dão conta de que o paciente não tem o controle de melhorar por conta própria. "Ouvir um 'você não quer melhorar?' deixa a pessoa que sofre de depressão muito pior, porque ela se sente ainda mais pressionada", afirma.

O desafio no trato com quem sofre da doença é encontrar o equilíbrio, ou seja, insistir sem pressionar. "É preciso encontrar um meio termo. Não pode largar a pessoa a sua sorte, mas também não pode pressionar. A dica é lidar sempre pensando que a pessoa em questão não vive uma situação normal, ela está doente. Ninguém pede para quem está mal após uma sessão de quimioterapia para ir ao shopping, por exemplo", diz o psicólogo e coordenador do Programa de Estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Armando Ribeiro.

O médico psiquiatra do Gruda (Programa de Transtornos Afetivos) do Instituto de Psiquiatria do HC-USP (Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo), Fernando Fernandes, explica que, no caso de amigos próximos, se mostrar sempre disponível é bom para o paciente. "Quem tem amigos acometidos por essa doença deve se perguntar se convém visitar a pessoa naquele momento. A depressão é uma doença médica como outras. Será que convém visitar um paciente que tem câncer, por exemplo. Convém, mas é preciso saber o momento adequado para isso. Caso contrário, o paciente pode se sentir angustiado com a visita", diz.

Armando Ribeiro aconselha amigos de pacientes com depressão a se colocarem disponíveis para visitas e evitar convites para atividades em um ambiente externo. "É preciso evitar situações incômodas e acabar com discursos otimistas, porque a pessoa não está em um dia de mau humor, ela tem uma doença. Sair forçada pode gerar culpa, vergonha e efeitos colaterais importantes. Em vez disso, pode ser bom um convite para ouvir música juntos, dentro da casa, no local de conforto do paciente", diz. 

Fonte: UOL Notícias Saúde.

Família é peça fundamental no tratamento da depressão!

Os cuidadores, sejam eles familiares ou amigos, são peças fundamentais no progresso do tratamento do paciente com depressão. "Dependendo do grau da doença, a pessoa tem muita resistência a procurar ajuda sozinha. A família é que a leva ao profissional e que a motiva a não abandonar o tratamento", afirma o psicólogo e coordenador do Programa de Estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Armando Ribeiro.

A advogada Iole Maria Lorenzon, 65, recebeu o apoio da irmã para tratar a depressão.

Isso aconteceu com a advogada Iole Maria Lorenzon, 65. Ela conta que quando a empresa do marido faliu, em 2003, precisou enfrentar uma série de problemas, e isso foi o gatilho que a fez desenvolver a doença. "Minha irmã também é depressiva e quando me viu nessa situação, me levou para o psiquiatra dela." A filha de Iole, a servidora pública Camila Gassibe, 31, conta que na época não entendeu o que a mãe vivia. "Eu a percebi diferente e ela me dizia que tinha depressão. Naquela época, eu não reagi da maneira que deveria, porque quem não tem não entende o que o outro passa. Falava para ela levantar, tentar ver as coisas boas da vida, como se isso ajudasse. E eu sofri pelo distanciamento da minha mãe, que sempre foi uma pessoa alegre", diz.

Camila conta que só conseguiu entender o que a mãe vivia quando teve depressão. "Faz dois anos e meio. Eu morava no interior e aos poucos eu fui percebendo que algo estava estranho comigo, mas não enxerguei de cara. Quando eu tive o diagnóstico, vi que precisava voltar para cá (para São Paulo). Ela me abraçou, chorou e me perguntou se agora eu entendia que não era falta de vontade. Tive muito apoio e agora eu não preciso mais tomar remédio", diz.

O psicólogo Armando Ribeiro afirma que quando a família entende o que o paciente enfrenta ela consegue ajudá-lo cotidianamente. "Quem tem depressão enxerga tudo de forma bastante pessimista e costuma construir histórias negativas sobre as suas dificuldades. A família ajuda o paciente em tratamento a observar a vida por outro prisma, a não transformar os problemas em um motivo devastador na vida dela", diz.
As causas

O histórico familiar pode ser inclusive uma das causas da depressão. Segundo Ribeiro, o fator genético existe, mas a doença só é desencadeada quando a pessoa vive um gatilho emocional importante. "Traumas ou dificuldades na vida acabam fazendo com que essa vulnerabilidade genética apareça", explica.

Nos idos da década de 1990, acreditava-se que a depressão era resultado da deficiência de alguns neurotransmissores -- substâncias químicas produzidas pelos neurônios capazes de transmitir informações a outras células --, como a serotonina e noradrenalina. No entanto, de acordo com o médico psiquiatra do Gruda (Programa de Transtornos Afetivos) do Instituto de Psiquiatria do HC-USP (Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo), Fernando Fernandes, as alterações biológicas que ocorrem no organismo são muito mais abrangentes. "Há alterações no sistema endócrino, substâncias inflamatórias aparecem em quantidades maiores no sangue e há alterações na morfologia (forma) do cérebro, ou seja, algumas áreas do cérebro aparecem reduzidas. Além disso, é uma pessoa mais propensa a sentir dor", diz.

Ainda de acordo com Fernandes, não se fala em cura para a depressão. "É uma doença com alto potencial de recorrência, mas se a pessoa se medicar, fizer terapia e, complementar o tratamento, com atividades físicas e hábitos de vida mais saudáveis, ela consegue controlar a doença e se manter estável", diz.

Fonte: UOL Notícias Saúde

segunda-feira, fevereiro 02, 2015

Focados ou distraídos?


Cultivar a atenção plena no momento presente é um dos melhores remédios para combater o sofrimento de uma existência vazia. Segundo meus professores da prestigiada Universidade de Harvard, nos EUA, 47% dos adultos não estão focados no momento presente, com grande risco para estarem vivendo no modo “piloto-automático” ou “multitarefa” e simplesmente reativos às demandas do dia a dia, com velhos hábitos adquiridos e que nem sempre responderão adequadamente às novas situações, ou seja, muitos de nós podem estar vivendo com “aquela velha opinião formada sobre tudo”. Estar presente é o melhor presente...

domingo, fevereiro 01, 2015

Estar presente é o melhor presente!


Aos colegas de São José do Rio Preto e região... O meu artigo sobre "Estar presente é o melhor presente"... será publicado na Revista Bem-Estar do jornal Diário da Região, deste domingo. Agradeço o carinho de toda a equipe da revista.

quarta-feira, janeiro 28, 2015

How to deal positively with the stress of everyday life

Living in traffic at breakneck pace and with a daily full of surprises is exhausting. Just do not mean that we are bound to go crazy: neuroscience shows that it is possible to deal with stress in a positive way.

"Stress is contagious," says without half-words, the psychologist Armando Ribeiro, with the experience of those who coordinates the program that evaluates and studies the subject at the hospital São Paulo Charity Portuguese. Not that the problem is caused by viruses, bacteria or other infectious agent. The spread with epidemic characteristics, takes place in another way: "We tend to become more tense living with stressed people Children of parents connected on 220 become agitated all the time, and everyone in the house communicate aggressively, flooded by. stress hormones. Neither pets escape. "As the family micro-universe reflects the macro, we can say that society contributes to spread the permanent state of compression. At work, fierce competition and the pressure for results make the Brazilian angriest professional among those living in the 13 countries surveyed by the American recruitment firm Robert Half. HR directors interviewed here, 42% heard exhaustive days of complaints and lack of recognition. The global average of complaints in this area is 11%. Even if one is safe from the relentless professional collection is heavy traffic ahead. In almost all cities, not just the cities but also the small ones, the fleet of cars has skyrocketed - only in Manaus rose 142% between 2001 and 2011. And there is the possibility of bumping into protests, vandalism, buses torched, crashes on the subway and strikes, which add to the already known urban thriller around shootings, stray bullets, murder, rape, kidnapping and trawlers. Added to all this the speed of relationships, a time when life is mediated communication in social networks, so volatile and ephemeral. The result is the feeling of walking on a knife edge, under a ubiquitous stress. The cost can be high.

The continuous production of hormones associated with it overloads the body. "Stress does not cause disease, but triggers or exacerbates pre-existing," said Armando Ribeiro. The list includes diseases and hypertension, headache, ulcer, reflux disease, irritable bowel syndrome, acne, psoriasis, and vitiligo. In large quantities, adrenaline and noradrenaline - that prepare the body for hard physical work - narrow the blood vessel diameter, leave the wheezing and increase sweating and heart rate. This leads to a state of anxiety and panic attacks. Immunological part is affected, since the excess cortisol - called the stress hormone - reduces the production of antibodies and can inhibit system that controls the changed cells, creating conditions for the emergence of cancer. Still promotes obesity and diabetes, since they interfere with the glucose metabolism and fat storage.

"In this compressed state, the brain anatomy changes," says psychiatrist, nutrition specialist and organizational consultant Frederick Harbour, Belo Horizonte. "The hippocampus linked to emotions under abundance decreases cortisol, as well as telomers, a kind of cover that protects the ends of chromosomes." The telomere length indicates the cell age and works as a marker of longevity and health. In a study at the University of California in the United States, the cells of women exhausted by taking care of sick children seemed ten years aged than expected for age. In fact, the symptoms of chronic stress are manifested twice more in females. This is proved in research: subject to the same pressure than men, women are up to 70% higher risk of developing cardiovascular disease, say scientists from Harvard Medical School in the United States. The explanation, according to Armando Ribeiro, is the hormonal fluctuations, which may predispose to greater physical and emotional stress, as well as the multiplicity of social roles they assume.
The output of the maze

Before this information increase anxiety, an inspiration: Neuroscience studies show outputs. "Our perception of events makes all the difference," says psychologist Kelly MacGonigal of Stanford University in the United States, playing new discoveries. "What we think and how we act can turn a stressful experience." In a lecture in Scotland, Kelly spoke of how to make stress a friend citing data from American research. The first of the University of Wisconsin investigated 30,000 adults undergoing acute stress. Those who feared the impact of this on the harmful health suffered, in fact, an increase of 43% in the risk of premature death. Have those who had not such a negative perception of the situation were less likely. To complete, Harvard psychologists located a good change in cheerful people: when exposed to stressors, your arteries remained more relaxed than those of depressed. Kelly also noted a finding at the University of Buffalo in a study with 846 volunteers about spending time helping friends and neighbors. After five years, there has been how many were killed. Who faced financial difficulties or family crises without getting involved with others had the increased risk of death by 30%. Altruism helped extend the life and quality among others.

The explanation lies in oxytocin, a hormone that stimulates the connection to the other. It is synthesized in breastfeeding, reinforcing the mother's bond with the baby, and when a person is in adverse situation and find support. "Women have an advantage because they have higher levels of oxytocin, which also reduces feelings of depression and anxiety," said the doctor, psychiatrist and acupuncturist Cyro Masci, São Paulo, author of the e-book BioStress: New Ways to Balance and Health (Amazon). "So women tend to peaceful solutions, while they value the strength." To complete, oxytocin protects the cardiovascular system against the bad effects of stress.
What makes the mind boil

Was to ensure its survival that humans developed the reaction of struggle and flight, and stress has everything to do with it. "In prehistoric times, the response of the body provided the human energy to face the beasts. Past the danger, to find a safe place, the man calmed down and the production of hormones returned to normal," said Porto. Since the beginning, so it is understood that stress by itself, does not hurt. "But the nature of stressors expanded," says the expert. Many of these factors are not more palpable, but of psychological harm. "So, this early response lost efficiency." Port remember that a dissatisfied professional can not attack your boss or out of the office, as you would if topasse with an ounce. You have to design before reacting. To illustrate his thesis, Puerto quotes already exhausted book Why Zebras Do not Have Ulcers ?, biologist Robert Sapolsky and neurologist (Francis), Stanford University. "Zebras live in the grasslands next to lions, but only get stressed at the right time, when they see the predator. So, use all his strength to escape. And ready, there ended the episode" he says. "We, on the contrary, we were ruminating, chewing mentally:` Will today a lion gets me I'll get rid of it What kills us is rumination:.. Be anticipating a problem and reliving the past need to be nopresente That that brings relief. "

Wake-up call

We are not always tuned to realize that tiredness, irritability, libido loss, insomnia and muscle pain may be the first evidence that the situation is getting out of hand. Another clue is the normal result of laboratory and imaging tests, followed by the baffling statement by doctor that found nothing to justify the health complaints. Hence, the old anti-stress recipes - like going out to drink, take a vacation or move to a bucolic place - might not resolve and even worsen the table by not fight the cause. "Stress is not trivial that disappears spontaneously," warns Armando Ribeiro. Cognitive behavior therapy can change beliefs and distortions of reality that amplify external stimuli. Meditation, yoga and biofeedback (device showing the physiological changes produced) are also useful. Massage, acupuncture, aromatherapy and music therapy bring comfort. According to the psychologist, the action of a professional who specializes in stress is often key to helping find the way back.

Source: Claudia Magazine
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¿Cómo lidiar positivamente con el estrés de la vida cotidiana

Vivir en el tráfico a un ritmo de vértigo y con un diario completo de sorpresas es agotador. Eso sí, no quiere decir que estamos obligados a volver loco: neurociencia demuestra que es posible lidiar con el estrés de una manera positiva.

"El estrés es contagioso", dice sin medias palabras, el psicólogo Armando Ribeiro, con la experiencia de aquellos que coordina el programa que evalúa y estudia el tema en el hospital de São Paulo Caridad portuguesa. No es que el problema es causado por virus, bacterias u otros agentes infecciosos. El diferencial con características epidémicas, se lleva a cabo de otra manera: "Tendemos a ser más tensa convivencia con personas estresadas Hijos de padres conectados en 220 agitarse todo el tiempo, y todos en la casa se comunican de manera agresiva, inundado por. las hormonas del estrés. Ni los animales se escapan ". A medida que el micro-universo familia refleja la macro, podemos decir que la sociedad contribuye a difundir el estado permanente de compresión. En el trabajo, la competencia feroz y la presión por los resultados hacen que el más enojado brasileña profesional entre los que viven en los 13 países encuestados por la firma de reclutamiento americano Robert Half. Directores de recursos humanos entrevistados aquí, el 42% escucharon día exhaustivas de las denuncias y la falta de reconocimiento. El promedio mundial de las quejas en esta área es de 11%. Incluso si uno está a salvo de la colección profesional implacable mucho tráfico por delante. En casi todas las ciudades, no sólo las ciudades sino también a los pequeños, la flota de vehículos se ha disparado - sólo en Manaus subió un 142% entre 2001 y 2011. Y existe la posibilidad de toparse con protestas, vandalismo, autobuses incendiados, choques en el metro y las huelgas, que se suman al thriller urbano ya conocido en todo tiroteos, las balas perdidas, el asesinato, la violación, el secuestro y los arrastreros. Sumado a todo esto la velocidad de las relaciones, un momento en que la vida está mediado comunicación en las redes sociales, por lo volátiles y efímeros. El resultado es la sensación de caminar en el filo de un cuchillo, bajo una tensión omnipresente. El coste puede ser alto.

La producción continua de hormonas asociadas con ella sobrecarga el cuerpo. "El estrés no causa la enfermedad, pero desencadena o agrava preexistente", dijo Armando Ribeiro. La lista incluye las enfermedades y la hipertensión, dolor de cabeza, úlceras, enfermedad de reflujo, síndrome de intestino irritable, acné, psoriasis y vitiligo. En grandes cantidades, adrenalina y noradrenalina - que preparan al cuerpo para el trabajo físico duro - reducir el diámetro de los vasos sanguíneos, deje la respiración sibilante y aumentar la sudoración y el ritmo cardíaco. Esto lleva a un estado de ansiedad y ataques de pánico. Parte inmunológico se ve afectado, ya que el exceso de cortisol - llamada la hormona del estrés - reduce la producción de anticuerpos y puede inhibir el sistema que controla las células cambiado, creando condiciones para la aparición de cáncer. Aún promueve la obesidad y la diabetes, ya que interfieren con el metabolismo de la glucosa y el almacenamiento de grasa.

"En este estado comprimido, los cambios de la anatomía del cerebro", dice el psiquiatra, especialista en nutrición y consultor organizacional Frederick Harbour, Belo Horizonte. "El hipocampo ligado a emociones bajo abundancia disminuye cortisol, así como telómeros, una especie de cubierta que protege los extremos de los cromosomas." La longitud de los telómeros indica la edad celular y funciona como un marcador de la longevidad y la salud. En un estudio de la Universidad de California en los Estados Unidos, las células de las mujeres agotados por el cuidado de los niños enfermos parecían diez años de edad de lo esperado para la edad. De hecho, los síntomas de estrés crónico se manifiestan dos veces más en las hembras. Esto se demostró en la investigación: sujeto a la misma presión que los hombres, las mujeres son hasta un 70% más de riesgo de desarrollar enfermedades cardiovasculares, dicen los científicos de la Escuela de Medicina de Harvard en Estados Unidos. La explicación, según Armando Ribeiro, son las fluctuaciones hormonales, que pueden predisponer a una mayor tensión física y emocional, así como la multiplicidad de roles sociales que asumen.
La salida del laberinto

Antes de esta información incrementar la ansiedad, una inspiración: estudios de neurociencia demuestran salidas. "Nuestra percepción de los acontecimientos hace toda la diferencia", dice el psicólogo Kelly MacGonigal de la Universidad de Stanford en los Estados Unidos, tocando nuevos descubrimientos. "Lo que pensamos y cómo actuamos puede convertir una experiencia estresante." En una conferencia en Escocia, Kelly habló de cómo hacer que el estrés a un amigo citando datos de la investigación estadounidense. El primero de la Universidad de Wisconsin investigaron 30.000 adultos sometidos a estrés agudo. Los que temían el impacto de esto en la salud perjudicial sufrieron, de hecho, un aumento del 43% en el riesgo de muerte prematura. Tienes a los que no tenían una percepción negativa de la situación era menos probable. Para completar, los psicólogos de Harvard ubicados un buen cambio en la gente alegre: cuando están expuestos a factores de estrés, sus arterias se mantuvieron más relajado que los de depresión. Kelly también observó un hallazgo en la Universidad de Buffalo en un estudio con 846 voluntarios sobre cómo gastar el tiempo ayudando a amigos y vecinos. Después de cinco años, ha habido cuántas personas murieron. Quién enfrentó dificultades financieras o crisis familiares sin involucrarse con otros tenían el mayor riesgo de muerte en un 30%. Altruismo ayudó a prolongar la vida y de la calidad, entre otros.

La explicación radica en la oxitocina, una hormona que estimula la conexión a la otra. Se sintetiza en la lactancia materna, lo que refuerza vínculo de la madre con el bebé, y cuando una persona está en situación adversa y encontrar apoyo. "Las mujeres tienen una ventaja, ya que tienen mayores niveles de oxitocina, lo que también reduce los sentimientos de depresión y ansiedad", dijo el médico, psiquiatra y acupunturista Cyro Masci, São Paulo, autor del BioStress e-book: Nuevas maneras de equilibrar y de la Salud (Amazonas). "Así que las mujeres tienden a soluciones pacíficas, mientras que valoran la fuerza." Para completar, la oxitocina protege el sistema cardiovascular en contra de los malos efectos del estrés.
Lo que hace hervir la mente

¿Era para asegurar su supervivencia que los humanos desarrollaron la reacción de lucha y vuelo, y el estrés tiene mucho que ver con ello. "En tiempos prehistóricos, la respuesta del cuerpo proporciona la energía humana para hacer frente a las bestias. Pasado el peligro, para encontrar un lugar seguro, el hombre se calmó y la producción de hormonas volvieron a la normalidad", dijo Porto. Desde el principio, por lo que se entiende que el estrés por sí mismo, no hace daño. "Pero la naturaleza de los factores de estrés ampliado", dice el experto. Muchos de estos factores no son más palpables, pero de daño psicológico. "Por lo tanto, esta respuesta temprana pierde eficiencia." Puerto recuerde que un profesional insatisfechos no puede atacar a su jefe o fuera de la oficina, como lo haría si topasse con una onza. Tienes que diseñar antes de reaccionar. Para ilustrar su tesis, Puerto ya quotes agotado libro ¿Por qué las cebras no tiene úlceras?, Biólogo Robert Sapolsky y neurólogo (Francis), la Universidad de Stanford. "Las cebras viven en las praderas junto a los leones, pero sólo se estresa en el momento adecuado, cuando ven el depredador. Por lo tanto, usar toda su fuerza para escapar. Y listo, ahí terminó el episodio", dice. "Nosotros, por el contrario, nos rumiando, masticar mentalmente:` Será hoy un león me hace que voy a deshacerme de ella lo que mata a nosotros es la rumia: .. estar anticipando un problema y revivir el pasado necesidad de ser nopresente Eso que trae alivio ".

Llamada de atención

No siempre estamos atentos a darse cuenta de que el cansancio, irritabilidad, pérdida de la libido, insomnio y dolor muscular puede ser la primera evidencia de que la situación está fuera de control. Otra pista es el resultado normal de las pruebas de laboratorio y de imagen, seguidas por la declaración desconcertante por el médico que no encontró nada para justificar los problemas de salud. Por lo tanto, las viejas recetas anti-estrés - como salir a beber, tomar unas vacaciones o se mudan a un lugar bucólico - no resuelva e incluso empeorar la mesa por no luchar contra la causa. "El estrés no es trivial que desaparece de forma espontánea", advierte Armando Ribeiro. La terapia cognitiva conductual puede cambiar las creencias y distorsiones de la realidad que amplifican los estímulos externos. La meditación, el yoga y la biorretroalimentación (dispositivo que muestra los cambios fisiológicos producidos) también son útiles. Masajes, acupuntura, aromaterapia y musicoterapia llevar consuelo. Según la psicóloga, la acción de un profesional que se especializa en el estrés es a menudo clave para ayudar a encontrar el camino de regreso.

Fuente: Claudia Revista
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Comment traiter positivement avec le stress de la vie quotidienne

Vivre dans le trafic au rythme effréné et avec un jour plein de surprises est épuisant. Il suffit de ne pas dire que nous sommes tenus d'aller fou: neurosciences montre qu'il est possible de faire face au stress de façon positive.

«Le stress est contagieux», dit sans demi-mots, le psychologue Armando Ribeiro, avec l'expérience de ceux qui coordonne le programme qui évalue et étudie le sujet à l'hôpital São Paulo Charité portugais. Non pas que le problème est causé par des virus, des bactéries ou d'autres agents infectieux. La propagation des caractéristiques épidémiques, se déroule dans une autre façon: «Nous avons tendance à devenir plus tendue vivre avec des gens stressés enfants des parents connectés sur 220 se agitent tout le temps, et tout le monde dans la maison communiquer agressive, inondée par. hormones de stress. Ni les animaux de se échapper. "Comme la famille de micro-univers reflète la macro, on peut dire que la société contribue à propager l'état permanent de compression. Au travail, la concurrence féroce et la pression pour des résultats rendent le plus en colère brésilienne professionnelle parmi ceux qui vivent dans les 13 pays étudiés par le cabinet de recrutement Robert Half américaine. Directeurs des ressources humaines interrogés ici, 42% ont entendu jour exhaustive des plaintes et le manque de reconnaissance. La moyenne mondiale des plaintes dans ce domaine est de 11%. Même si l'on est à l'abri de la collection professionnelle incessante est le trafic lourd de l'avant. Dans presque toutes les villes, et pas seulement les villes, mais aussi les petits, la flotte de voitures a grimpé en flèche - seulement à Manaus a augmenté de 142% entre 2001 et 2011. Et il ya la possibilité de se cogner dans les protestations, le vandalisme, les autobus incendiés, les accidents dans le métro et les grèves, qui se ajoutent à le thriller urbain déjà connu dans des fusillades, des balles perdues, assassiner, le viol, l'enlèvement et chalutiers. Ajouté à tout cela la vitesse de relations, un moment où la vie est la communication médiatisée dans les réseaux sociaux, alors instables et éphémères. Le résultat est le sentiment de marcher sur une lame de couteau, sous une contrainte omniprésente. Le coût peut être élevé.

La production continue d'hormones qui y sont associés surcharge le corps. "Le stress ne cause pas de maladie, mais déclenche ou exacerbe préexistant", a déclaré Armando Ribeiro. La liste comprend des maladies et de l'hypertension, des maux de tête, l'ulcère, la maladie de reflux, le syndrome du côlon irritable, de l'acné, le psoriasis, et le vitiligo. En grandes quantités, l'adrénaline et la noradrénaline - qui préparent le corps pour le travail physique dur - réduire le diamètre des vaisseaux sanguins, quitter la respiration sifflante et d'augmenter la transpiration et la fréquence cardiaque. Cela conduit à un état d'anxiété et de panique. Partie immunologique est affectée, puisque l'excès de cortisol - appelée l'hormone du stress - réduit la production d'anticorps et peut inhiber système qui contrôle les cellules modifiées, créant des conditions pour l'émergence d'un cancer. Favorise encore l'obésité et le diabète, car ils interfèrent avec le métabolisme du glucose et le stockage des graisses.

"Dans cet état comprimé, les changements du cerveau anatomie," affirme le psychiatre, spécialiste de la nutrition et consultant en organisation Frederick Harbour, Belo Horizonte. "L'hippocampe lié à émotions sous l'abondance diminue cortisol, ainsi que des télomères, une sorte de couverture qui protège l'extrémité des chromosomes." La longueur des télomères indique l'âge de la cellule et fonctionne comme un marqueur de la longévité et de la santé. Dans une étude à l'Université de Californie aux États-Unis, les cellules des femmes épuisées en prenant soin des enfants malades semblaient âgés de dix années que prévu pour l'âge. En fait, les symptômes de stress chronique se manifestent deux fois plus chez les femelles. Ceci est prouvé dans la recherche: soumis à la même pression que les hommes, les femmes sont à risque 70% plus élevé de développer une maladie cardiovasculaire, disent les scientifiques de la Harvard Medical School aux Etats-Unis. L'explication, selon Armando Ribeiro, est les fluctuations hormonales qui peuvent prédisposer à une plus grande stress physique et émotionnel, ainsi que la multiplicité des rôles sociaux qu'ils assument.
La sortie du labyrinthe

Avant cette information augmenter l'anxiété, une source d'inspiration: des études en neurosciences montrent sorties. "Notre perception des événements fait toute la différence», explique la psychologue Kelly MacGonigal de l'Université de Stanford aux Etats-Unis, en jouant de nouvelles découvertes. "Ce que nous pensons et comment nous agissons peut transformer une expérience stressante." Dans une conférence en Écosse, Kelly a parlé de la façon de faire du stress un ami citant des données de la recherche américaine. Le premier de l'Université du Wisconsin ont étudié 30 000 adultes subissant un stress aigu. Ceux qui craignaient l'impact de cette nocifs sur la santé ont subi, en fait, une augmentation de 43% du risque de décès prématuré. Que ceux qui ne avait pas une telle perception négative de la situation étaient moins susceptibles. Pour terminer, psychologues Harvard situés un bon changement chez les personnes gaies: lorsqu'ils sont exposés à des facteurs de stress, vos artères sont restés plus détendu que ceux des déprimé. Kelly a également noté une constatation à l'Université de Buffalo, dans une étude avec 846 bénévoles de passer du temps aidant amis et voisins. Après cinq ans, il ya eu combien ont été tués. Qui a rencontré des difficultés financières ou des crises de la famille sans se impliquer avec d'autres eu l'augmentation du risque de décès de 30%. Altruisme a aidé à prolonger la vie et de la qualité, entre autres.

L'explication réside dans l'oxytocine, une hormone qui stimule la connexion à l'autre. Elle est synthétisée dans l'allaitement maternel, le renforcement de la liaison de la mère avec le bébé, et quand une personne est en situation défavorable et trouver un soutien. "Les femmes ont un avantage parce qu'ils ont des niveaux plus élevés de l'ocytocine, ce qui réduit également les sentiments de dépression et d'anxiété», a déclaré le médecin, psychiatre et acupuncteur Cyro Masci, São Paulo, auteur du BIOSTRESS e-book: Nouvelles façons d'équilibrer et de la santé (Amazon). "Ainsi, les femmes ont tendance à des solutions pacifiques, tandis qu'ils apprécient la force." Pour terminer, l'ocytocine protège le système cardiovasculaire contre les mauvais effets du stress.
Ce qui rend l'esprit ébullition

Était d'assurer sa survie que les humains ont développé la réaction de lutte et de vol, et le stress a tout à voir avec elle. "Dans les temps préhistoriques, la réponse de l'organisme a fourni l'énergie humaine à affronter les bêtes. Passé le danger, de trouver un endroit sûr, l'homme se est calmé et la production d'hormones revenue à la normale", a déclaré Porto. Depuis le début, il est entendu que le stress en lui-même, ne fait pas mal. "Mais la nature des facteurs de stress élargi», explique l'expert. Beaucoup de ces facteurs ne sont pas plus palpable, mais de préjudice psychologique. "Donc, cette intervention initiale a perdu l'efficacité." Port rappelez-vous que un professionnel insatisfait ne peut pas attaquer votre patron ou hors du bureau, comme vous le feriez si topasse avec une once. Vous devez concevoir avant de réagir. Pour illustrer sa thèse, Puerto quotes déjà épuisé livre Pourquoi Zèbres ne ont pas ulcères?, Biologiste Robert Sapolsky et neurologue (Francis), l'Université de Stanford. "Zèbres vivent dans les prairies à côté de lions, mais seulement se stresser au bon moment, quand ils voient le prédateur. Donc, utiliser toutes ses forces de se échapper. Et prêt, il a fini l'épisode" dit-il. "Nous, au contraire, nous avons été ruminer, de mâcher mentalement:` Est-ce aujourd'hui un lion me fait je vais vous débarrasser de lui ce qui tue nous est la rumination: .. Soyez anticipent un problème et de revivre la nécessité d'être passé nopresente Ce qui apporte un soulagement. "

Réveil

Nous ne sommes pas toujours à l'écoute de réaliser que la fatigue, l'irritabilité, perte de la libido, l'insomnie et la douleur musculaire peut-être la première preuve que la situation est sortir de la main. Un autre indice est le résultat normal de tests de laboratoire et d'imagerie, suivie par la déclaration déconcertante par un médecin qui n'a rien trouvé pour justifier les problèmes de santé. Par conséquent, les vieilles recettes anti-stress - comme aller à boire, prendre des vacances ou se installent dans un lieu bucolique - pourraient ne pas résoudre et même aggraver la table par pas lutter contre la cause. «Le stress ne est pas trivial qui disparaît spontanément», prévient Armando Ribeiro. Thérapie cognitivo-comportementale peut changer les croyances et les distorsions de la réalité qui amplifient stimuli externes. Méditation, le yoga et le biofeedback (dispositif montrant les changements physiologiques produites) sont également utiles. Massage, l'acupuncture, l'aromathérapie et la musicothérapie apporter confort. Selon le psychologue, l'action d'un professionnel qui se spécialise dans le stress est souvent la clé pour aider à trouver le chemin du retour.

Source: Claudia Magazine
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Society encourages stress early

The Armando Ribeiro psychologist analyzes the various aspects of this that is one of the most common health problems in the modern world and alert to the need for changes in lifestyle, challenge of psychotherapy.

Considered one of the most common health problems of the modern world, stress has different possibilities, both with regard to diagnosis and type of treatment - of diseases caused by it and its origins. In assessing the psychologist Armando Ribeiro das Neves Neto, stress is a natural reaction of psychophysiological adaptation in the face of threats. "The stress hormones prepare our body to face danger (real or imagined), but the prolonged activation of this mechanism generates the or , making the body more vulnerable to disease (physical and emotional) and infections" .

Ribeiro coordinates Stress Assessment Program of the Portuguese Charity of St. Paul and St. Joseph Hospital. According to the psychologist, he develops a service-based screening (combination of concepts of Health Psychology, Positive Psychology and Integrative Medicine) of psychological factors and behavioral in the medical. This, in turn, is traditionally focused on clinical and laboratory tests of high complexity, but do not see the subject as a whole.

In its broad curriculum, Ribeiro is a master of Science, an expert on Basis of Integrative Medicine and an expert in Neuropsychology. Has improved in Psycho-Oncology and is a consultant of Emotional Health program, the FoxLife channel. He is a professor of behavioral medicine and clinical postgraduate supervisor in cognitive-behavioral therapy and Behavioral Medicine Unit of the UNIFESP Psychobiology Department.

STRESS CAN BE CONSIDERED ONE OR DISEASE A MOTIVATION FACTOR FOR THE EMERGENCE OF DISEASES, ESPECIALLY AS THAT AFFECT PSYCHOLOGICAL SIDE?
ARMANDO RIBEIRO - Stress is a natural reaction of psychophysiological adaptation in the face of threats. Stress hormones prepare our body to face danger (real or imagined), but the prolonged activation of this mechanism generates the "chronic stress" or "toxic stress" or "distress", making the body more vulnerable to disease (physical and emotional) and infections. Currently, there is a line of research on stress, which advocates the term "allostatic load" to refer to wear the body maintain prolonged production of stress hormones (mainly adrenaline, noradrenaline and cortisol).

YOU DEVELOP A JOB IN PSYCHOTHERAPY FOR DIAGNOSIS AND TREATMENT OF ANXIETY, phobias, depression, irritability, INSOMNIA, PANIC AND TRAUMA. ARE THERE ANY RELATIONSHIP BETWEEN THESE PROBLEMS AND STRESS?
RIBEIRO - Chronic stress can be the "trigger" for the onset of mental disorders (anxiety, phobias, depression, irritability, insomnia, panic and trauma). It is common, in the office, we hear that before the onset of symptoms of the disease, the patient was at the limit of its capacity to deal with the sources of stress (financial problems, emotional crises, relationship problems at work, work overload) . There is a theory that concerns the relationship between "diástese - stress," that is, our predisposition to disease (diástese) and the trigger "stress" as a way to think of it as a trigger of the most common diseases. Currently, we also recognize the role of stress in epigenetics, ie the influence of chronic stress, is the activation or deactivation of genes that predispose or protect us from diseases.

Didactically, we say that there are external (environmental pollution, foods with pesticides, extreme weather, microorganisms etc.) and internal sources (catastrophic thoughts, pessimism, perfectionism, thought "all or nothing", maladaptive cognitive schemas etc.), which motivate stress

STRESS INTERFERE IN OPERATION OF NEURONS, WHAT WILL HURT THE OPERATION OF A HEALTHY MIND. THESE NEURONS 'bombarded' BY STRESS CAN BE RECOVERED?
RIBEIRO - neuroscientists from Stanford University, the United States, have demonstrated that cortisol can destroy neurons, mainly in the hippocampus (associated with memory). Currently, also found that the toxic stress decreases the function of pre--frontal cortex (responsible for various complex cognitive functions such as attention, learning, planning, cognitive flexibility, etc.), literally toxic stress "off" the prefrontal cortex -frontal and stimulates the activity of the limbic system, increasing their anxiety, fears, phobias and other. Only in recent years has been proven that psychological treatments "anti-stress" can stimulate neurogenesis in 'bombarded' by local stress hormones.

STRESS IS CONSIDERED A PROBLEM OF MODERN LIFE AND THERE ARE MANY DISPUTE AS TO THE REASONS WHICH LEAD TO THAT STATE. TO END THE DOUBTS, DEFINITELY WHAT CAUSES STRESS AND WHAT ARE THE SYMPTOMS?
RIBEIRO - Didactically, we say that there are external (environmental pollution, foods with pesticides, extreme weather, microorganisms etc.) and internal sources (catastrophic thoughts, pessimism, perfectionism, thought "all or nothing", maladaptive cognitive schemas etc.) . Our society has evolved considerably in terms of control or reduce environmental stress, but little is achieved in terms of children's education or social values that promote human virtues such as resilience, solidarity, compassion, temperance, self-control and so on. In a highly competitive and based on fear society, stress hormones are stimulated early.

Ancient peoples NOT HAD THE TECHNOLOGICAL RESOURCES, COMMUNICATION FORM, TRANSPORTATION FACILITIES, AT LAST, THERE WAS SO MANY OPPORTUNITIES FOR QUALITY OF LIFE FOR, WITH RESPECT TO THE CURRENT SCENARIO. BEFORE, LIFE WAS HARDER, TOWARDS PHYSICAL AS THE WORK WAS IN CROP, cooked WOMEN TO WOOD AND PASSING CLOTHES IN COAL. HOWEVER, NOT LOOKED THE OCCURRENCE AT LEAST IN BIG IMPACT, STRESS AND OTHER SIMILAR PROBLEMS. WHY IT HAPPENS?
RIBEIRO - The medical concept of stress is contemporary (from the twentieth century), but other medical traditions have observed that there would be a general condition which provided the greatest risk of physical and emotional illness. The stress of the study was important precursors. However, studies on the psychological aspects of stress (cognitive model) only gained strength from the studies of Richard Lazarus (1966). We can consider that the stress of the peasant was mainly physical (sun exposure, long hours of manual labor, hunger etc.). Currently, improve our physical condition and did little towards creating more generations "resilient" to social stress, omnipresent in our societies. I believe that the best "vaccine" anti-stress is offered in the early years of life, through structured families, efficient problem-solving models and an emotionally balanced school.

The TERM STRESS became widespread OVER TIME. How to detect it AND HOW YOU CAN GET THE CONCLUSION THAT THE SYMPTOMS ARE A RESULT THIS PROBLEM OR ANY OTHER MENTAL DISORDER OR PARTICULAR PHYSICAL? AND HOW CAN DIFFERENTIATE PATHOLOGICAL OF FATIGUE STRESS, THE Chronic Fatigue?
RIBEIRO - The problem of the term "stress" is that it matched the term "virus" or "psychosomatic illness", ie becomes a meme with own life and indistinct from its original definition. Currently, it is possible to evaluate the level of stress in which they are patients through psychological tests validated by the Psychological Test Evaluation System of the Federal Council of Psychology (SATEPSI - CFP), the psychophysiological assessment (through biofeedback equipment - heart rate variability, galvanic skin resistance etc. / Neurofeedback - brain waves) and also of laboratory tests (cortisol / adrenaline). The evaluation of a skilled health professional is essential to differentiate between pathological conditions. So the approach to stress should be multidisciplinary.
Improve our physical condition and did little towards creating generations more "resilient" to social stress. I believe that the best "vaccine" anti-stress is offered in the early years of life, through structured families, efficient problem-solving models and an emotionally balanced school.

RESEARCH INDICATE THAT FOR EVERY MAN DIAGNOSED, TWO WOMEN IF PROBLEM resent. YOU CAN EXPLAIN DIFFERENCES BETWEEN BOTH WHICH PSYCHOLOGICAL DETERMINING THAT FACT?
RIBEIRO - national and international research has obtained similar results, ie, there is, on average, two women with a diagnosis of chronic stress for each man. The main argument is compared to the multiple roles of women in contemporary society. The overhead of them, who took many roles in life, is one of the main reasons for stress have increased. A Nielsen survey, with 6,500 women from 21 countries, reported that Brazilian occupy the fourth place among the most stressed, with 67% of the surveyed. The first three settings were in India (87%), Mexico (74%) and Russia (69%).

THIS TABLE FOR REPEAT IN RELATION TO CHILDREN? HOW PARENTS AND TEACHERS CAN IDENTIFY THE PROBLEM? MANY TEND TO JUDGE BEHAVIOR AS SOME BREAKFAST, BAD BEHAVIOR ETC. TREATMENT IN TEENS DO DIFFERENT IS MADE IN ADULTS?
RIBEIRO - More and more children and adolescents go to offices (pediatricians and clinical psychologists) with complaints or symptoms of chronic stress. Symptoms of stress in children and adolescents, may be different from those found in adults. The following is a list of top children's symptoms: physical symptoms - diarrhea, stomach ache, headache, nocturnal enuresis, poor appetite, stuttering, hyperactivity, cold and sweaty hands, nausea, grinding of teeth, muscle tension and nervous tic; psychological symptoms - sudden introversion, night terror, aggression, anxiety, hypersensitivity, interpersonal difficulties, nightmares, worry, impatience, insecurity, disobedience, fear or excessive crying.

NO ONE IS STRESSED THE DAY FOR NIGHT. IN PRACTICE, OCCURS A SLOW AND GRADUAL CHANGE IN PERSON. CAN UNDERSTAND AND FIGHT BEFORE PROBLEM HE DEFINITELY BE INSTALLED?
RIBEIRO - Acute stress, which appears in specific situations, it is fast and naturally adaptive, but it is chronic stress worrying experts, because people will ignore the cost to remain tense for a long time, producing toxic loads of stress hormones . In quadrifásico model of stress, we understand that there are four stages of evolution of symptoms: alert phase (cold hands and feet, dry mouth, stomach pain, increased sweating, tension and muscle pain, tightness in the jaw, teeth grinding or chewing nails or the pen tip, transient diarrhea, difficulty sleeping); resistance phase (memory complaints, general ill-being, tingling of the extremities, feeling of physical stress, change in appetite, skin problems, high blood pressure, irritability and decreased sex drive); phase of near-exhaustion (the disease process starts and the agencies that possess greater genetic vulnerability or acquired start to show signs of deterioration); exhaustion phase (frequent diarrhea, sexual difficulties, insomnia, nervous tics, high blood pressure, skin diseases, tachycardia, frequent dizziness, frequent nightmares, apathy, excessive fatigue, irritability and anxiety).

EXPERTS SAY THAT SOME STRESS IN CERTAIN EXTENT IS GOOD, FOR INCREASED PRODUCTIVITY AND STRENGTHEN THE IMMUNE SYSTEM. WHAT YOU THINK OF THIS REVIEW?
RIBEIRO - Be careful! Stress initially (alert phase or "eustress"), leverages the resources of the body, the mind becomes more focused and agile in solving problems, but unfortunately no one is in this state for a long time. There are companies that promote the culture of stress as something positive, more productivity in less time, but ignore the immediate gain will be lost with increased absenteeism due to sick leave, loss of productivity, loss of creativity, increase in the number of accidents at work , increased turnover ...

National and international studies have obtained similar results, ie, there are, on average, two women with a diagnosis of chronic stress for each man. The main argument is compared to the multiple roles of women in contemporary society

PROFESSIONALS unanimously SAY THE REMEDY AGAINST STRESS is CHANGE LIFESTYLE. HOWEVER, IN PRACTICE, THAT IS NOT SO SIMPLE. PEOPLE HAVE A ROUTINE dictated by OBLIGATIONS PROFESSIONAL AND PERSONAL AND NOT ALWAYS POSSIBLE changes -LA, BEYOND THE DIFFICULTIES INHERENT DAILY. DEALING WITH THAT?
RIBEIRO - The lifestyle can be a source of stress, but changing it may initially be even worse. In my opinion, there are easier and more difficult to implement changes in each case. We can create a therapy "anti-stress" more stressful than the life of the patient. My work is mainly focused on the patient becomes aware of his present life. For this, mindfulness practices (mindfulness) are currently the best strategies used in large medical centers, because not impose external changes, but rather that people leave the "auto-pilot" of their lives and return to realize the natural rhythms such as the need to moisturize, deep breathing, rest, sleep etc.


YOU LOOKING FOR STUDY AND APPLY THE POSSIBILITIES OF ASSOCIATION BETWEEN CONVENTIONAL APPROACHES psychotherapeutic AS THERAPY Cognitive-Behavioral, AND ADDITIONAL THERAPY AS ACUPUNCTURE, HYPNOSIS, BIOFEEDBACK, MEDITATION ETC. THESE FORMS OF TREATMENT NOT SUFFER MORE ALTERNATIVE PREJUDICE, ESPECIALLY IN SCIENTIFIC ENVIRONMENT?
RIBEIRO - Complementary therapy has been studied by current scientific Medicine and Psychology. The problem often is not in therapy itself, but on the lack of professionals who implement such approaches. The lack of regulation of training in these therapies, with clear criteria of professional proficiency, a code of ethics and scientific evidence may increase the professional prejudice. But I feel, unfortunately, that prejudice is often higher in associations, regulating health professions than in academia. Some professional advice progress in regulation of such practices, such as the federal Nursing, Physiotherapy, Dentistry and himself Federal Council of Medicine. As for psychology, we have only two specific resolutions, one for the practice of hypnosis and one for Acupuncture (questioned in the Medical Act of the project).

IS THERE A TIME WHEN STRESS NEED TO BE TREATED WITH DRUGS?
RIBEIRO - There is no remedy for stress, but rather for the diseases related to it. Medicate stress would be like turning off an alarm, indicating that we are under imminent threat. It is best to understand the causes and, then yes, modify them. We have official data, which describe a significant increase in sales calming medications (benzodiazepines) and antidepressant, used by the general population, but it is important to understand that they do not address the sources of stress and may mask the discomfort, the result of a negative lifestyle . We are not against medication, but we must recognize that there are abuses in our society.

There are companies that promote the culture of stress as something positive, more productivity in less time, but ignore the immediate gain will be lost with increased absenteeism due to sick leave, loss of productivity, loss of creativity, increase in the number of accidents at work and increased turnover

YOU DO NOT THINK THERE IS A RADICALISM WITH REGARD TO DRUG USE, THAT IS SOME PROFESSIONAL DISPLAY AND OTHER REMEDIES INADVERTANTLY, ONLY, NOT ACCEPT YOUR USE?
RIBEIRO - is one of the complex issues of the current health system, since it involves specialized technical training of 'prescribing' to the interest and pressure of a powerful pharmaceutical industry. I advocate a balanced approach between the precise indication of the drug and enhance the natural healing resources of the patients themselves. Medicines are welcome in a broad program of lifestyle change, but should not replace personal effort for a life with meaning and purpose.

STRESS IS RELATED TO PROFESSIONAL ACTIVITY, THAT IS, THERE JOBS MORE SUSCEPTIBLE TO STRESS? IF SO, WHAT WOULD BE?
RIBEIRO - Yes. The occupation can, by itself, represent a major source of stress, such as shown by studies with police and security professionals, flight controllers and bus drivers, executives and entrepreneurs, health professionals, teachers and journalists. It is important to emphasize that in addition to the load of the work itself, the internal sources of stress are key part of this equation. Therefore, observe doctors, the same duty in state of calm and concentration and also those who are burdened with chronic stress.

Source: Journal Psyche and Life Science
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Sociedad fomenta el estrés temprano

El psicólogo Armando Ribeiro analiza los diversos aspectos de este que es uno de los problemas de salud más comunes en el mundo moderno y alerta a la necesidad de cambios en el estilo de vida, desafío de la psicoterapia.

Considerado uno de los problemas de salud más comunes del mundo moderno, el estrés tiene diferentes posibilidades, tanto en relación con el diagnóstico y el tipo de tratamiento - de las enfermedades causadas por ella y sus orígenes. Al evaluar el psicólogo Armando Ribeiro das Neves Neto, el estrés es una reacción natural de adaptación psicofisiológica ante las amenazas. "Las hormonas del estrés preparar nuestro cuerpo para enfrentar el peligro (real o imaginaria), pero la activación prolongada de este mecanismo genera el o , haciendo que el cuerpo sea más vulnerable a la enfermedad (física y emocional) y las infecciones" .

Ribeiro coordina el Programa de Evaluación del estrés de la Beneficencia Portuguesa de St. Paul y St. Joseph Hospital. De acuerdo con la psicóloga, desarrolla una proyección basada en los servicios (combinación de conceptos de la Psicología de la Salud, Psicología Positiva y Medicina Integral) de factores psicológicos y conductual en el médico. Esto, a su vez, se centra tradicionalmente en los exámenes clínicos y de laboratorio de alta complejidad, pero no veo el tema en su conjunto.

En su amplio currículo, Ribeiro es un maestro de la Ciencia, un experto en la Base de la Medicina Integrativa y un experto en Neuropsicología. Ha mejorado en Psico-Oncología y es consultor del programa de salud emocional, el canal FoxLife. Es profesor de medicina del comportamiento y el supervisor de postgrado clínico en terapia cognitivo-conductual y la Unidad de Medicina del Comportamiento del Departamento de Psicobiología Unifesp.

El estrés puede ser considerado como uno O ENFERMEDAD DE UN FACTOR MOTIVACIÓN PARA LA EMERGENCIA DE ENFERMEDADES, especialmente en lo que afectan a lado psicológico?
ARMANDO RIBEIRO - El estrés es una reacción natural de adaptación psicofisiológica ante las amenazas. Las hormonas del estrés preparar nuestro cuerpo para enfrentar el peligro (real o imaginaria), pero la activación prolongada de este mecanismo genera el "estrés crónico" o "estrés tóxico" o "angustia", haciendo que el cuerpo sea más vulnerable a la enfermedad (física y emocional) e infecciones. Actualmente, hay una línea de investigación sobre el estrés, que aboga por el término "carga alostática" para referirse a llevar el cuerpo a mantener la producción de hormonas del estrés prolongado (principalmente adrenalina, noradrenalina y cortisol).

A DESARROLLAR UN TRABAJO EN PSICOTERAPIA PARA EL DIAGNÓSTICO Y TRATAMIENTO DE LA ANSIEDAD, fobias, depresión, irritabilidad, insomnio, pánico y el trauma. ¿HAY ALGUNA RELACIÓN ENTRE ESTOS PROBLEMAS Y ESTRÉS?
RIBEIRO - El estrés crónico puede ser el "disparador" para el inicio de los trastornos mentales (ansiedad, fobias, depresión, irritabilidad, insomnio, angustia y trauma). Es común, en la oficina, se nos dice que antes de la aparición de los síntomas de la enfermedad, el paciente estaba en el límite de su capacidad para hacer frente a las fuentes de estrés (problemas financieros, crisis emocionales, problemas de relación en el trabajo, la sobrecarga de trabajo) . Hay una teoría que se refiere a la relación entre "diástese - estrés", es decir, nuestra predisposición a la enfermedad (diástese) y el "estrés" gatillo como una manera de pensar en él como un desencadenante de las enfermedades más comunes. Actualmente, también reconocemos el papel del estrés en la epigenética, es decir, la influencia del estrés crónico, es la activación o desactivación de los genes que predisponen o nos protegen de las enfermedades.

Didácticamente, decimos que hay externo (la contaminación del medio ambiente, los alimentos con pesticidas, el clima extremo, microorganismos, etc.) y de fuentes internas (pensamientos catastróficos, el pesimismo, el perfeccionismo, el pensamiento "todo o nada", los esquemas cognitivos disfuncionales etc.), que motivar el estrés

ESTRÉS interfiere con su funcionamiento de las neuronas, ¿QUÉ duele Los FUNCIONAMIENTO DE UNA MENTE SANA. Estas neuronas "bombardeados" por el estrés PUDIERAN RECUPERARSE?
RIBEIRO - neurocientíficos de la Universidad de Stanford, Estados Unidos, han demostrado que el cortisol puede destruir neuronas, principalmente en el hipocampo (asociada con la memoria). Actualmente, también encontró que el estrés tóxico disminuye la función de pre - corteza frontal (responsable de varias funciones cognitivas complejas como la atención, el aprendizaje, la planificación, la flexibilidad cognitiva, etc.), literalmente estrés tóxico "off" la corteza prefrontal -frontal y estimula la actividad del sistema límbico, aumentando su ansiedad, miedos, fobias y otros. Sólo en los últimos años se ha demostrado que los tratamientos psicológicos "anti-estrés" puede estimular la neurogénesis en "bombardeado" por las hormonas del estrés locales.

ESTRÉS SE CONSIDERA UN PROBLEMA DE LA VIDA MODERNA Y hay muchos DISPUTA cuanto a las razones que conducen a ese estado. Para finalizar la DUDAS, DEFINITIVAMENTE QUE CAUSA EL ESTRÉS Y cuáles son los síntomas?
RIBEIRO - didácticamente, decimos que no son externos (contaminación del medio ambiente, los alimentos con pesticidas, el clima extremo, microorganismos, etc.) y de fuentes internas (pensamientos catastróficos, el pesimismo, el perfeccionismo, el pensamiento "todo o nada", los esquemas cognitivos disfuncionales etc.) . Nuestra sociedad ha evolucionado considerablemente en términos de control o reducir el estrés ambiental, pero poco se logrado en términos de educación de los niños o los valores sociales que promueven las virtudes humanas, tales como la resistencia, la solidaridad, la compasión, la templanza, el autocontrol y así sucesivamente. En un altamente competitivo y basado en la sociedad el miedo, las hormonas del estrés son estimulados temprano.

Los pueblos antiguos no habían los recursos tecnológicos, impreso de comunicación, medios de transporte, por fin, había muchas oportunidades para un CALIDAD DE VIDA PARA, EN RELACIÓN CON EL ESCENARIO ACTUAL. ANTES, vida era más dura, HACIA FÍSICA COMO EL TRABAJO FUE EN CULTIVOS, MUJERES cocinados a la madera y que pasa ROPA EN CARBÓN. SIN EMBARGO, NO BUSCADA LA OCURRENCIA AL MENOS EN GRAN IMPACTO, el estrés y otros problemas similares. Por qué sucede?
RIBEIRO - El concepto médico de estrés es contemporánea (del siglo XX), pero otras tradiciones médicos han observado que no habría una condición general que proporcionó el mayor riesgo de enfermedad física y emocional. El estrés del estudio fue precursores importantes. Sin embargo, los estudios sobre los aspectos psicológicos de estrés (modelo cognitivo) sólo ganó fuerza a partir de los estudios de Richard Lazarus (1966). Podemos considerar que el esfuerzo del campesino era principalmente físico (exposición al sol, las largas horas de trabajo manual, el hambre, etc.). Actualmente, mejorar nuestra condición física y poco hizo para la creación de más generaciones "resistente" a la tensión social, omnipresente en nuestras sociedades. Yo creo que el mejor "vacuna" anti-estrés se ofrece en los primeros años de vida, a través de familias estructuradas, modelos de resolución de problemas eficiente y una escuela emocionalmente equilibrado.

El término estrés se generalizó CON EL TIEMPO. Cómo detectarlo Y COMO USTED PUEDE TENER LA CONCLUSIÓN DE QUE LOS SÍNTOMAS SON CONSECUENCIA ESTE PROBLEMA o cualquier otro trastorno mental o PARTICULAR FÍSICA? Y CÓMO PUEDE DIFERENCIAR patológico de esfuerzo de fatiga, el cansancio crónico?
RIBEIRO - El problema del término "estrés" es que hacía juego con el término "virus" o "enfermedad psicosomática", es decir, se convierte en un meme con vida propia e indistinto de su definición original. Actualmente, es posible evaluar el nivel de estrés en el que están los pacientes a través de pruebas psicológicas validadas por el Sistema de Evaluación de la prueba psicológica del Consejo Federal de Psicología (SATEPSI - PPC), la evaluación psicofisiológica (a través de equipo de biofeedback - variabilidad de la frecuencia cardíaca, la resistencia galvánica de la piel, etc. / Neurofeedback - ondas cerebrales) y también de las pruebas de laboratorio (cortisol / adrenalina). La evaluación de un profesional de salud calificado es esencial diferenciar entre las condiciones patológicas. Así que el enfoque de la tensión debe ser multidisciplinario.
Mejorar nuestra condición física y poco hizo para la creación de las generaciones más "resistente" a la tensión social. Yo creo que el mejor "vacuna" anti-estrés se ofrece en los primeros años de vida, a través de familias estructuradas, modelos de resolución de problemas eficiente y una escuela emocionalmente equilibrado.

La investigación indican que por cada hombre diagnosticado, DOS MUJERES SI EL PROBLEMA resienten. USTED PUEDE EXPLICAR LAS DIFERENCIAS ENTRE AMBOS QUE PSICOLÓGICO determinación de ese hecho?
Resultados similares investigaciones nacionales e internacionales ha obtenido, es decir, no es, en promedio, dos mujeres con un diagnóstico de estrés crónico para cada hombre - RIBEIRO. El principal argumento que se compara con las múltiples funciones de las mujeres en la sociedad contemporánea. La sobrecarga de ellos, que tomó muchos papeles en la vida, es una de las principales razones para el estrés han aumentado. Una encuesta de Nielsen, con 6.500 mujeres de 21 países, informó que de Brasil ocupa el cuarto lugar entre los más estresados, con el 67% de los encuestados. Los tres primeros fueron los ajustes en la India (87%), México (74%) y Rusia (69%).

ESTA TABLA PARA REPETIR EN RELACIÓN A LOS NIÑOS? COMO PADRES Y MAESTROS puede identificar el problema? Muchos tienden a juzgar la conducta COMO ALGUNOS DESAYUNO, MALA CONDUCTA ETC. ADOLESCENTES DE TRATAMIENTO EN HACER DIFERENTE ES HECHO EN ADULTOS?
RIBEIRO - Cada vez más niños y adolescentes van a las oficinas (pediatras y psicólogos clínicos) con quejas o síntomas de estrés crónico. Los síntomas de estrés en los niños y adolescentes, pueden ser diferentes de las que se encuentran en los adultos. La siguiente es una lista de los síntomas principales de los niños: síntomas físicos - diarrea, dolor de estómago, dolor de cabeza, la enuresis nocturna, falta de apetito, la tartamudez, la hiperactividad, las manos frías y sudorosas, náuseas, rechinar de dientes, tensión muscular y el tic nervioso; síntomas psicológicos - introversión repentina, terror nocturno, agresión, ansiedad, hipersensibilidad, dificultades interpersonales, pesadillas, la preocupación, la impaciencia, la inseguridad, la desobediencia, el miedo o llanto excesivo.

NADIE SE destacó la DIA DE NOCHE. EN LA PRÁCTICA, ocurre un cambio lento y gradual en persona. PUEDE COMPRENDER Y LUCHAR ANTES DE PROBLEMA Definitivamente INSTALARSE?
RIBEIRO - El estrés agudo, que aparece en situaciones específicas, es rápido y, naturalmente, de adaptación, pero es el estrés crónico preocuparse expertos, porque la gente va a ignorar el costo de permanecer tenso durante mucho tiempo, la producción de cargas tóxicas de las hormonas del estrés . En el modelo quadrifásico de estrés, entendemos que hay cuatro etapas de la evolución de los síntomas: fase de alerta (manos y pies fríos, boca seca, dolor de estómago, aumento de la sudoración, tensión y dolor muscular, rigidez en la mandíbula, rechinar de dientes o masticar clavos o la punta del lápiz, diarrea transitoria, dificultad para dormir); fase de resistencia (problemas de memoria, el bienestar general de estar enfermo, hormigueo de las extremidades, sensación de estrés físico, cambios en el apetito, problemas de la piel, presión arterial alta, irritabilidad y disminución del deseo sexual); fase casi agotamiento (proceso de la enfermedad comienza y las agencias que poseen mayor vulnerabilidad genética o adquirida inicio a mostrar signos de deterioro); fase de agotamiento (diarreas frecuentes, dificultades sexuales, insomnio, tics nerviosos, la presión arterial alta, enfermedades de la piel, taquicardia, mareos frecuentes, pesadillas frecuentes, apatía, fatiga excesiva, irritabilidad y ansiedad).

Los expertos dicen que algunos de estrés en cierto modo es bueno, porque MAYOR PRODUCTIVIDAD Y fortalecer el sistema inmunológico. ¿QUÉ PIENSAS DE ESTE EXAMEN?
RIBEIRO - ¡Ten cuidado! Estrés inicialmente (fase de alerta o "eustress"), aprovecha los recursos del cuerpo, la mente se vuelve más centrado y ágil en la resolución de problemas, pero por desgracia no hay nadie en este estado durante mucho tiempo. Hay empresas que promueven la cultura de estrés como algo positivo, más productividad en menos tiempo, pero ignoran la ganancia inmediata se perderán con el aumento del absentismo debido a la baja por enfermedad, pérdida de productividad, pérdida de la creatividad, el aumento en el número de accidentes de trabajo , aumento del recambio ...

Estudios nacionales e internacionales han obtenido resultados similares, es decir, no son, en promedio, dos mujeres con un diagnóstico de estrés crónico para cada hombre. El principal argumento que se compara con las múltiples funciones de las mujeres en la sociedad contemporánea

PROFESIONALES DICEN unanimidad EL RECURSO CONTRA EL ESTRÉS es CAMBIO DE VIDA. Pero en la práctica, que no es tan simple. PERSONAS TIENEN UNA RUTINA dictada por cambios OBLIGACIONES PROFESIONALES Y PERSONALES Y no siempre es posible -LA, MÁS ALLÁ DE las dificultades inherentes DIARIO. TRATAR CON ESO?
RIBEIRO - El estilo de vida puede ser una fuente de estrés, pero cambiando al principio puede resultar aún peor. En mi opinión, no son más fáciles y más difíciles de implementar los cambios en cada caso. Podemos crear una terapia "antiestrés" más estresante que la vida de la paciente. Mi trabajo se centra principalmente en el paciente se da cuenta de su vida actual. Para ello, las prácticas de atención plena (mindfulness) son actualmente las mejores estrategias utilizadas en grandes centros médicos, porque no imponer los cambios externos, sino más bien que las personas dejen el "piloto automático" de sus vidas y de retorno para darse cuenta de los ritmos naturales tales como la necesidad de hidratar, respiración profunda, descanso, sueño, etc.


BUSCANDO estudiar y aplicar LAS POSIBILIDADES DE ASOCIACIÓN ENTRE CONVENCIONAL enfoques psicoterapéuticos como terapia cognitivo-conductual y terapia adicional como la acupuntura, la hipnosis, el biofeedback, la meditación ETC. ESTAS FORMAS DE TRATAMIENTO NO SUFREN MÁS EL PREJUICIO alternativa, especialmente en el entorno científico?
RIBEIRO - La terapia complementaria ha sido estudiado por la medicina científica actual y Psicología. Muchas veces el problema no está en la terapia en sí, sino en la falta de profesionales que llevan a cabo este tipo de enfoques. La falta de regulación de la formación en estas terapias, con claros criterios de competencia profesional, un código de ética y la evidencia científica puede aumentar el perjuicio profesional. Pero siento que, por desgracia, que el prejuicio es a menudo más altos en las asociaciones, la regulación de profesiones de la salud que en el mundo académico. Algunos avances asesoramiento profesional en la regulación de este tipo de prácticas, como la Enfermería federal, Fisioterapia, Odontología y el propio Consejo Federal de Medicina. En cuanto a la psicología, que sólo tenemos dos resoluciones específicas, una para la práctica de la hipnosis y uno de Acupuntura (cuestionado en la Ley de Medicina del proyecto).

¿HAY UN TIEMPO CUANDO LA NECESIDAD DE ESTRÉS PARA TRATAR CON LAS DROGAS?
RIBEIRO - No hay remedio para el estrés, sino más bien para las enfermedades relacionadas con ella. Estrés Medicate sería como apagar una alarma, lo que indica que estamos bajo amenaza inminente. Lo mejor es entender las causas y, entonces sí, modificarlos. Tenemos datos oficiales, que describen un aumento significativo en las ventas de calmar los medicamentos (benzodiazepinas) y antidepresivos, usados por la población en general, pero es importante entender que no abordan las fuentes de estrés y puede enmascarar la incomodidad, el resultado de un estilo de vida negativo . No estamos en contra de medicamentos, pero hay que reconocer que hay abusos en nuestra sociedad.

Hay empresas que promueven la cultura de estrés como algo positivo, más productividad en menos tiempo, pero ignoran la ganancia inmediata se perderán con el aumento del absentismo debido a la baja por enfermedad, pérdida de productividad, pérdida de la creatividad, el aumento en el número de accidentes de trabajo y el aumento de volumen de negocios

¿No crees que HAY UN RADICALISMO EN RELACIÓN CON EL CONSUMO DE DROGAS, QUE ES UN POCO DE PANTALLA PROFESIONAL Y OTROS RECURSOS inadvertidamente, SOLO, NO ACEPTE SU USO?
RIBEIRO - es uno de los complejos problemas del sistema de salud actual, ya que implica la formación técnica especializada de 'prescripción' para el interés y la presión de una poderosa industria farmacéutica. Abogo por un enfoque equilibrado entre la indicación precisa del medicamento y aumentar los recursos naturales de curación de los propios pacientes. Los medicamentos son bienvenidos en un amplio programa de cambio de estilo de vida, pero no deben reemplazar el esfuerzo personal para una vida con significado y propósito.

ESTRÉS SE RELACIONA CON LA ACTIVIDAD PROFESIONAL, ES DECIR, allí trabajo más susceptibles al estrés? SI ES ASÍ, ¿cuál sería?
RIBEIRO - Sí. La ocupación puede, por sí mismo, representan una fuente importante de estrés, como lo demuestran los estudios con la policía y los profesionales de la seguridad, los controladores de vuelo y los conductores de autobuses, ejecutivos y empresarios, profesionales de la salud, profesores y periodistas. Es importante destacar que, además de la carga de la propia obra, las fuentes internas de estrés son parte clave de esta ecuación. Por lo tanto, observar los médicos, el mismo deber en estado de calma y concentración y también aquellos que están agobiados por el estrés crónico.

Fuente: Diario Psique y Ciencias de la Vida
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