sábado, abril 21, 2018

Stress nas Organizações foi tema do VI Congresso Internacional de Stress

Prof Armando Ribeiro teve a honra de compor a mesa-redonda "Stress nas Organizações" com os renomados especialistas Dr Esdras Vancocellos (USP) e Dra Marilda Lipp (IPCS) no VI Congresso Internacional de Stress, realizado no auditório do Hotel Pullman Ibirapuera (SP). 

"Stress no Hospital" foi o tema do Prof Armando Ribeiro na mesa-redonda "Stress nas Organizações". 

Prof Armando Ribeiro apresentou uma revisão do "estado da arte" da gestão do estresse no ambiente hospitalar, incluindo dados epidemiológicos sobre stress / burnout nos pacientes, médicos, enfermeiros e demais profissionais da saúde.

A redução do burnout esta relacionada a diminuição das infecções no hospital.

Pesquisas apontam para o "clima organizacional" como um dos principais fatores de risco para o stress excessivo em profissionais da saúde.

É preciso gerenciar urgentemente o stress excessivo / burnout nos pacientes e profissionais da saúde, mas também implementar ações para a criação de ambientes de trabalho mais resilientes e protegidos do stress excessivo.

Congressos são também importantes para se reencontrar com colegas profissionais de várias regiões do país, entre elas a psicóloga Profa Ana Barros de Ilhéus / BA.

E também a Dra Simone Machado de Porto Alegre / RS.

terça-feira, abril 17, 2018

Síndrome do Pensamento Acelerado? Programa Vida Melhor da TV Rede Vida

Prof Armando Ribeiro foi o especialista convidado pela produção da apresentadora Cláudia Tenório do programa Vida Melhor da TV Rede Vida para falar sobre as consequências do stress crônico, com foco na "síndrome do pensamento acelerado". O especialista apresentou, através de um sofisticado equipamento de neurofeedback (ondas cerebrais), a dinâmica das ondas cerebrais em diferentes estados. A Cláudia Tenório ficou surpresa com as informações dadas pelo equipamento e apontou para as vantagens da utilização deste recurso em contextos de tratamento não-medicamentoso.

Bastidores dos estúdios do programa Vida Melhor da TV Rede Vida.




sábado, abril 14, 2018

Aula sobre Desenvolvimento de Competências Não-Técnicas (Soft Skills) para a Gestão da Qualidade e Segurança do Paciente na Perfusão - INCOR HCFMUSP

Prof Armando Ribeiro foi o especialista convidado para ministrar a palestra sobre "Desenvolvimento de Competências Não-Técnicas (Soft Skills) para a Gestão da Qualidade e Segurança do Paciente na Perfusão" do Instituto do Coração - INCOR do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP). O convite foi realizado pelo Prof Dr Alfredo Fiorelli (diretor da Unidade Cirúrgica de Perfusão e Assistência Cardiorrespiratória) e pela Enfa. Flávia Alves (coordenadora do Programa de Residência Multiprofissional em Assistência Cardiorrespiratória e do Curso de Especialização em Circulação Extracorpórea e Assistência Circulatória Mecânica).

Prof Armando Ribeiro com o grupo de pós-graduandos do curso de perfusão do INCOR.

Discutindo as últimas pesquisas sobre a saúde e o bem-estar dos perfusionistas. Alguns estudos apontam para a alta prevalência de burnout nesta especialidade. 

Prof Dr Alfredo Fiorelli dá os cumprimentos ao Prof Armando Ribeiro por sua excelente aula. O curso de Perfusão do INCOR é provavelmente um dos pioneiros na América Latina a levar para a formação a discussão sobre as competências não-técnicas (soft skills / competências comportamentais) para os futuros perfusionistas.

No final da apresentação são discutidas algumas estratégias para o desenvolvimento das competências comportamentais em Perfusão / Circulação Extracorpórea, incluindo algumas práticas de mindfulness (atenção plena) como recurso para a redução do estresse e promoção da resiliência.

sexta-feira, abril 13, 2018

BOREOUT: conheça a síndrome do tédio no trabalho


É cada vez mais comum ouvirmos falar sobre síndromes desenvolvidas por causa do trabalho. Uma delas, talvez a mais famosa, é a síndrome de burnout, termo que, em inglês, significa queimar até a combustão – em outras palavras, é o esgotamento emocional por causa do excesso de estresse.

Pouco se fala, porém, de sua prima irmã, a síndrome de boreout – que vem do inglês “bored”, que quer dizer entediado -, também muito comum no dia a dia profissional. Segundo o psicólogo Armando Ribeiro, especialista em gestão do estresse, “o boreout ocorre quando a falta da estimulação correta é o principal problema”. “Se por um lado há o excesso de estímulo no burnout, no boreout normalmente a pessoa tem capacidades acima do cargo ou da função que são subutilizadas”, explica.

Com o tempo, isso faz com que funcionários com grande potencial sejam, aos poucos, desgastados por essa cultura no trabalho, “que visa a resultados muito aquém das possibilidades do time ou da equipe”, explica Ribeiro. “Isso leva a, pelo menos, três consequências: tédio, que é a falta de ânimo e desorientação com relação ao papel profissional; infra exigência, que é aquela sensação de que se poderia fazer muito mais ou muito melhor do que é exigido; e, por último, o desinteresse, que é a falta de identificação com o trabalho, com a função ou com a empresa”, continua. Em outras palavras, é uma apatia em relação à vida profissional.

A verdade é que, por não gostarem do que fazem, esses profissionais acabam utilizando mal o tempo. “Eles teriam capacidade para cumprir as metas muito mais rapidamente, mas, por causa do tédio, acabam empurrando com a barriga”, diz Ribeiro. “E gastam muito tempo do trabalho para fazer outras coisas – um executivo, por exemplo, marca reuniões propositalmente em um horário em que ficará inviável voltar para a empresa, justamente para poder trabalhar o mínimo possível”, exemplifica o estudioso da síndrome Marcelo Boeger.

Para disfarçar essa situação, as pessoas tentam passar a impressão de que estão sempre ocupadas. “Elas fingem que estão levando trabalho para casa no final de semana, mandam emails de madrugada para sugerir que estavam trabalhando naquele horário, enfim, criam um cenário para poder manter aquele trabalho, que, na verdade, desempenham muito mal”, explica Boeger. Outra característica comum desses profissionais é não tomarem decisões radicais para não correr riscos dentro da empresa, mas também sem fazer nada para melhorar seu desempenho ou a companhia para a qual trabalham.

As consequências do boreout para as empresas podem ser desastrosas. “Ter funcionários com a síndrome pode reduzir bastante a eficiência e os resultados da equipe como um todo. É um efeito muitas vezes escondido, porque é lento”, comenta Armando Ribeiro. A situação é ainda mais grave quando quem sofre de boreout é um líder: “Ele pode influenciar o ritmo de execução de uma atividade por meio de sua própria demonstração de baixa performance. Isso faz com que a cultura da empresa, no geral, aproprie-se dessa baixa velocidade”, explica Marcelo Boeger.

Também a vida pessoal do profissional com boreout é fortemente afetada. “Como a gente dificilmente separa a vida pessoal da profissional, quem vive um dia após o outro com apatia e desinteresse no trabalho provavelmente agirá assim na vida pessoal também”, explica Ribeiro. Por isso, muitas vezes, a síndrome pode levar à depressão.

Veja, na galeria de fotos, 5 estratégias para prevenir e combater a síndrome de boreout:

Identifique talentos

O líder deve identificar os talentos e ambições de cada um de seus funcionários. Uma boa estratégia é compará-los a jogadores de futebol e pensar na especialidade de cada um dentro do campo. “Às vezes, a pessoa está em uma posição errada e a empresa desperdiça talentos”, explica Armando Ribeiro.

Estabeleça metas de carreira


Uma boa estratégia é estabelecer metas para a carreira junto com o funcionário. Ao lidar com uma pessoa com síndrome de boreout, o líder deve ter uma postura de coach.

Cobre resultados

Estabeleça metas. “Ter um objetivo profissional faz com que seja possível enxergar o quanto a pessoa de fato entrega”, explica Marcelo Boeger.

Estimule a reflexão

Permita e estimule que os profissionais reflitam e busquem soluções para esse tédio no trabalho.

Dê espaço para a experimentação


Ofereça mais autonomia para os profissionais, de maneira que eles tenham a liberdade de poder experimentar processos e competências diferentes dentro do seu papel na empresa.

Fonte: FORBES BR

Desenvolvimento de Competências Não-Técnicas (Soft Skills) para a Gestão da Qualidade e Segurança do Paciente na Perfusão - INCOR HCFMUSP

Prof Armando Ribeiro sente-se honrado com o convite para ministrar a palestra "Desenvolvimento de Competências Não-Técnicas (Soft Skills) para a Gestão da Qualidade e Segurança do Paciente na Perfusão" aos membros da Unidade Cirúrgica de Perfusão e Assistência Cardiorrespiratória do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. O convite foi realizado pelo Prof Dr Alfredo Fiorelli (diretor da Unidade Cirúrgica de Perfusão e Assistência Cardiorrespiratória) e pela Enfa. Flávia Alves (coordenadora do Programa de Residência Multiprofissional em Assistência Cardiorrespiratória e do Curso de Especialização em Circulação Extracorpórea e Assistência Circulatória Mecânica).

quinta-feira, abril 12, 2018

Dia Mundial de Higiene das Mãos! OMS

Chamada global à ação para os trabalhadores da saúde: Tome 5 momentos para limpar suas mãos e prevenir sepse em cuidados de saúde! Lembre-se que está em suas mãos para implementar corretamente a higiene da mão para a segurança de seus pacientes.

Participe da campanha de 5 de maio de 2018 aqui:
http://www.Who.int/Infection-Prevention/Campaigns/Clean-hands/en/#handhygiene

O Dia Mundial da Higiene das Mãos tem lugar a 5 maio.

Este dia internacional criado pela Organização Mundial da Saúde chama a atenção para a importância da higienização das mãos.

O simples e rápido ato de lavar as mãos com sabão impede em 40% a incidência de infeções tais como a diarreia, gripe, resfriado, erupções e doenças de pele, dores de garganta, infeções no ouvido e estômago. Muitos fungos e germes se acumulam nas mãos e são facilmente transmitidos a outras pessoas.

Além de prevenir e atenuar as infeções, o hábito de lavar as mãos com sabão fomenta a segurança de pacientes, profissionais e de todas as pessoas com as quais se convive no dia-a-dia. Foi apenas no século XIX que se concluiu que a lavagem das mãos por parte dos médicos evitava mortes e contágios.

Neste dia Mundial da Higiene das Mãos convidam-se todas as unidades de saúde a promoverem a lavagem das mãos. Os profissionais que trabalham com alimentos são também incentivados a tomarem medidas mais seguras e higiénicas.

Quando lavar as mãos?

Antes de mexer em alimentos
Depois de mexer em resíduos
Depois de ir à casa de banho
Depois de assoar nariz
Depois de espirrar ou tossir
Após mudar fraldas
Após tocar em feridas ou doentes
Após fazer festas a animais

Uma correta lavagem de mãos é feita com sabonete, abrange as diversas zonas das mãos e tem a duração de um minuto.

Global call to action for HEALTH WORKERS: take 5 moments to clean your hands and prevent sepsis in health care! Remember it's in your hands to correctly implement hand hygiene for the safety of your patients.

Join the 5 May 2018 campaign here: http://www.who.int/infection-prevention/campaigns/clean-hands/en/

quarta-feira, abril 11, 2018

Mindfulness...

"You can´t stop the waves, but you can learn to surf."
Jon Kabat-Zinn

Boreout: conheça a síndrome do tédio no trabalho. FORBES BR

É cada vez mais comum ouvirmos falar sobre síndromes desenvolvidas por causa do trabalho. Uma delas, talvez a mais famosa, é a síndrome de burnout, termo que, em inglês, significa queimar até a combustão – em outras palavras, é o esgotamento emocional por causa do excesso de estresse.

Participação do Prof Armando Ribeiro como especialista consultado pela jornalista Ana Julia Mezzadri da FORBES BRASIL para a matéria sobre "boreout".

Leia a matéria completa no site da FORBES BR

terça-feira, abril 10, 2018

Gestão do Estresse: Reduzindo a mortalidade em Cardiologia no XXXIX Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo


Prof Armando Ribeiro tem a honra de ser o especialista convidado para proferir a conferência "Gestão do Estresse: Reduzindo a mortalidade em Cardiologia" no XXXIX Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP), realizado no auditório do Transamerica Expo Center (São Paulo - SP). O convite foi realizado pela diretora do Departamento de Psicologia da SOCESP Jennifer França.

Discutiremos as mais recentes novidades na Gestão do Estresse em Cardiologia, incluindo a utilização dos recursos de biofeedback, neurofeedback, realidade virtual, mindfulness, terapia cognitivo-comportamental, entre outros. Serão apresentados alguns estudos atuais desenvolvidos na Harvard Medical School sobre o efeito da resposta de relaxamento na redução da pressão arterial e doenças cardiovasculares.


domingo, março 25, 2018

A psicoterapia é "O" tratamento biológico


A neurociência surpreendentemente nos ensina que a psicoterapia não é apenas puramente biológica, mas é o único tratamento biológico real. Ele aborda o cérebro na maneira como ele realmente se desenvolve, amadurece e opera. Segue os princípios da adaptação evolutiva. É consonante com a genética. E cura especificamente as adaptações problemáticas do cérebro precisamente nas formas que elas evoluíram em primeiro lugar. A psicoterapia desativa os mapeamentos do cérebro mal-adaptativos e promove caminhos novos e construtivos. Deixe-me explicar.

As operações do cérebro são puramente biológicas. O cérebro mapeia nossas experiências e memórias através da ligação de trilhões de conexões neuronais. Essas teias interconectadas criam circuitos maiores que mapeiam por toda a arquitetura do córtex. Isso gera mapas neuronais simbólicos de alto nível que tomam forma como imagens em nossa consciência. O jogo da consciência é o mais alto nível de forma simbólica. É um teatro vivo de "imagem-inação", um mundo representacional que consiste em um elenco de personagens que se relacionam por meio de sentimentos, bem como cenários, enredos, cenografia e paisagem.

À medida que nos adaptamos ao nosso ambiente, o cérebro mapeia nossa experiência emocional através da memória cortical. Isso começa muito cedo na vida. Se um bebê é surpreendido por um barulho alto, seus braços e pernas se agitarão. Seu coração bombeia adrenalina e ele chora. Esse "sobressalto" mapeia uma resposta de luta ou fuga em seu córtex, que é mapeada através da serotonina e do cortisol. O bebê é restaurado pela posse de sua mãe. Seu reparo responsivo mais uma vez restabelece e mantém seu bem-estar, que é mapeado através da ocitocina. Essas experiências formativas contínuas da vida são mapeadas na memória precisamente nessas duas formas básicas.

Esses dois modos básicos são subjacentes ao mapeamento de todo o jogo na memória. Uma peça escrita através de apego e emoções positivas promoverá a autenticidade e o amor. Uma escrita de trauma pode gerar uma narrativa mais sombria e sintomas psiquiátricos. Uma brincadeira problemática afeta o próprio sentido do eu da criança, sua autoestima e valor. Isso também distorce a qualidade do relacionamento com outras pessoas para desconfiança, remoção emocional e raiva.

"Uma peça escrita através de apego e emoções positivas promoverá a autenticidade e o amor. Uma escrita de trauma pode gerar uma narrativa mais sombria e sintomas psiquiátricos."

É nosso temperamento genético individual que determina a forma dos sintomas psiquiátricos, seja depressão, ansiedade, fobias, hiperatividade, obsessões, compulsões ou psicose. A privação e o abuso em um indivíduo podem gerar depressão, enquanto um trauma semelhante em outro pode gerar um estado fóbico. O temperamento de alguém é o componente genético na formação de condições psiquiátricas.

Reparando o Cérebro

O processo da psicoterapia corrige especificamente e biologicamente os danos causados ​​ao jogo da consciência. Para apresentar como mapeamos nossa experiência e como efetuar mudanças no cérebro, usarei um exemplo simples de aprendizado neuromuscular. Este exemplo é sobre o aprendizado de tocar uma guitarra. Aprendizagem neuromuscular é similar a outros instrumentos musicais, esportes, dança ou outra atividade física aprendida.

O que acontece ao cérebro depois de você aprender a tocar a corda B7 da guitarra, fica um pouco mais fácil. Depois de uma noite de sono, você tenta de novo, e ainda é muito desajeitado. Você ainda precisa de plena atenção consciente para obter os dedos corretamente para as cordas. O som começa a sair melhor. Mas chegar lá ainda é muito lento. O acorde não é, ainda, utilizável. Após 3 dias de trabalho, você pode finalmente tocar o acorde. Seus dedos não doem mais, e há uma melhor coordenação para a posição da mão. Sua mão agora funciona como uma unidade inteira, sem esforço muito consciente. Você não precisa mais pensar nisso. Você já dominou o acorde. Você estabeleceu um mapa neuromuscular B7 em seu córtex.

Vamos dizer que você aprendeu o acorde usando uma posição de mão, e agora você quer corrigi-lo. A fim de fazê-lo, você primeiro tem que forçar-se a parar de usar a posição da mão velha. Mais uma vez, você tem que dar total atenção consciente para segurar seus dedos e mão de forma diferente. Isso leva você de volta à dor muscular, falta de jeito, lentidão, incapacidade e frustração, assim como fez pela primeira vez, mas não tão ruim. Isto é necessário para que você estabeleça um novo e diferente mapa neuromuscular B7 em seu córtex. Uma vez que este é estabelecido, opera-se usando o mapa novo, que lhe permitirá jogar automaticamente. O processo de mudança no cérebro envolve desativação — desuso, não usando o antigo mapa cerebral; e, em seguida, criar uma nova experiência neuromuscular para criar um acorde B7 recentemente mapeado, que é ativado.

Isto descreve a aprendizagem e a mudança neuromusculares simples. Na esfera emocional do jogo da consciência, a mudança e o crescimento são muito mais complicados. Porque a peça é escrita através da amígdala e do sistema límbico, a mudança tem de prosseguir através do sentimento. O processo de mudança é chamado de luto.

"O trauma tem que ser lamentado, a fim de passar para algo novo e melhor. Trauma é o mais difícil de todos os anexos para lamentar. "

Na psicoterapia, o paciente lamenta as dores de sua vida no contexto da confiança emocional com o terapeuta. O paciente lamenta o abuso e privação de sua vida e enfrenta a dor de novo, a fim de desativar os mapeamentos cerebrais ligados negativamente. Elisabeth Kübler-Ross descreveu com precisão os processos envolvidos nos cinco estágios de luto ao velho jogo para aceitar e habitar um novo. Deve-se percorrer as seguintes etapas: desafio e negação - estar disposto a abrir e sentir a dor novamente. Então se sente a raiva na verdadeira fonte do abuso; e um sente a tristeza em perder fontes problemáticas velhas da segurança ou sente a privação da dor própria; e, finalmente, a aceitação de não mais habitar uma antiga identidade familiar. O trauma tem que ser lamentado, a fim de passar para algo novo e melhor. Trauma é o mais difícil de todos os lutos para lamentar.

O velho jogo que gera sintomas e sofrimento foi escrito a partir do trauma, mapeamentos neurais envolvendo serotonina e cortisol influenciados pelo sistema límbico, que está envolvido na experiência emocional. Anexos traumáticos precisam ser lamentados para que eles percam o seu poder e, em seguida, ser relegado para a memória desativada. No contexto do porto seguro do terapeuta, um digere lentamente, desativa, e estabelece para descansar os mapeamentos do jogo velho; os sintomas e o sofrimento gerados pela velha peça desaparecem. Durante a terapia, o paciente escreve e habita um novo jogo de confiança e emoções positivas e apego. Aqui a ocitocina é o mediador, ao invés de serotonina. O processo de luto em psicoterapia especificamente repara o cérebro da mesma forma que o jogo original foi construído.

Fonte MEDSCAPE (Google Tradutor)

terça-feira, março 20, 2018

Truth...


Retratação da cervejaria que desdenha do trabalho do Psicólogo

Marca de cerveja que desdenha do trabalho do Psicólogo em post publicitário, ao remover campanha lança nova mensagem de "retratação"... "Papo de boteco não substitui o trabalho do psicólogo"... O estrago esta desfeito?

Propaganda desrespeitosa a profissão do Psicólogo

Mais uma pérola da propaganda... "Alguns vão no psicólogo. Já eu, abro uma cerveja" anuncia um post de marca de cerveja em claro desconhecimento e desrespeito ao trabalho do Psicólogo. Apesar da marca retirar a imagem das redes é importante salientar o desserviço que uma propaganda pode ter em desinformar e confundir a atuação do profissional Psicólogo e também da natureza do sofrimento emocional e do campo da saúde mental.

Meditação: em profundidade


O que sabemos sobre meditação?
Muitos estudos foram realizados para verificar como a meditação pode ser útil para uma variedade de condições, como pressão alta, certos distúrbios psicológicos e dor. Vários estudos também ajudaram os pesquisadores a aprender como a meditação pode funcionar e como isso afeta o cérebro.

O que sabemos sobre a eficácia da meditação?
Algumas pesquisas sugerem que praticar meditação pode reduzir a pressão arterial, sintomas da síndrome do intestino irritável, ansiedade e depressão e insônia. Evidências sobre sua eficácia para a dor e como tratamento para cessação do tabagismo são incertas.

O que sabemos sobre a segurança da meditação?
A meditação é geralmente considerada segura para pessoas saudáveis. No entanto, pessoas com limitações físicas podem não ser capazes de participar de certas práticas meditativas que envolvem o movimento.

O que é meditação?

A meditação é uma prática de mente e corpo que tem uma longa história de uso para aumentar a calma e o relaxamento físico, melhorando o equilíbrio psicológico, lidando com a doença e melhorando a saúde geral e o bem-estar. As práticas da mente e do corpo concentram-se nas interações entre o cérebro, a mente, o corpo e o comportamento.

Existem muitos tipos de meditação, mas a maioria tem quatro elementos em comum: um local tranquilo com o mínimo de distrações possível; uma postura específica e confortável (sentado, deitado, andando ou em outras posições); um foco de atenção (uma palavra ou conjunto de palavras especialmente escolhido, um objeto ou as sensações da respiração); e uma atitude aberta (deixar distrações ir e vir naturalmente sem julgá-las).
O que a ciência diz sobre a eficácia da meditação

Muitos estudos investigaram a meditação para diferentes condições, e há evidências de que ela pode reduzir a pressão arterial, bem como os sintomas da síndrome do intestino irritável e surtos em pessoas que tiveram colite ulcerativa. Pode aliviar os sintomas de ansiedade e depressão e pode ajudar as pessoas com insônia.

Meditação e o Cérebro
Algumas pesquisas sugerem que a meditação pode alterar fisicamente o cérebro e o corpo e poderia ajudar a melhorar muitos problemas de saúde e promover comportamentos saudáveis.

O que a ciência diz sobre segurança e efeitos colaterais da meditação
A meditação é geralmente considerada segura para pessoas saudáveis. Pessoas com limitações físicas podem não ser capazes de participar de certas práticas meditativas envolvendo movimento. Pessoas com condições de saúde física devem falar com seus provedores de saúde antes de iniciar uma prática meditativa, e tornar o seu instrutor de meditação consciente de sua condição.

Há relatos raros de que a meditação pode causar ou piorar sintomas em pessoas com certos problemas psiquiátricos, como ansiedade e depressão. Pessoas com condições de saúde mental existentes devem falar com seus provedores de cuidados de saúde antes de iniciar uma prática meditativa, e tornar o seu instrutor de meditação consciente de sua condição.

Os estudos apoiados pelo NCCIH estão investigando a meditação para:

Adolescentes com dor crónica e generalizada, como a fibromialgia
Redução do estresse para pessoas com esclerose múltipla
Transtorno de estresse pós-traumático, dores de cabeça, redução da pressão arterial.
Mais a considerar
Não use meditação para substituir os cuidados convencionais ou como um motivo para adiar a consulta de um médico sobre um problema médico.
Pergunte sobre o treinamento e a experiência do instrutor de meditação que você está considerando.
Informe todos os seus prestadores de cuidados de saúde sobre quaisquer abordagens de saúde complementares ou integrativas que você use. Dê-lhes uma imagem completa do que você faz para gerenciar sua saúde. Isso ajudará a garantir um atendimento coordenado e seguro.

Referências-chave

Barrett B, Hayney MS, Muller D, et al. Meditação ou exercício para prevenção de infecção respiratória aguda: um estudo controlado randomizado . Anais da Medicina de Família . 2012; 10: 337–346.
Brewer JA, Mallik S, Babuscio TA, et al. Treinamento de conscientização para cessação do tabagismo: resultados de um estudo controlado randomizado . Dependência de drogas e álcool . 2011; 119 (1-2): 72-80.
Carim-Todd L, Mitchell SH, Oken BS. Práticas mente-corpo: um tratamento alternativo e sem drogas para a cessação do tabagismo? Uma revisão sistemática da literatura . Dependência de drogas e álcool . 2013; 132 (3): 399–410.
Chen KW, Berger CC, Manheimer E, et al. Terapias meditativas para reduzir a ansiedade: uma revisão sistemática e meta-análise de ensaios clínicos randomizados . Depressão e ansiedade . 2012; 29 (7): 545–562.
Cramer H, Haller H, Lauche R, et al. Redução do estresse baseado em mindfulness para dor lombar. Uma revisão sistemática. BMC Medicina Complementar e Alternativa . 2012; 12 (162): 1–8.
Dakwar E e Levin FR. O papel emergente da meditação no tratamento de doenças psiquiátricas, com foco em transtornos por uso de substâncias . Revisão de Harvard da psiquiatria . 2009; 17 (4): 254-267.
Desbordes G, Negi LT, Pace TW, et al. Efeitos da atenção consciente e do treinamento de meditação de compaixão na resposta de amígdala a estímulos emocionais em um estado comum e não meditativo. Fronteiras na neurociência humana . 2012; 6: 1–15
Gaylord SA, Palson OS, Garland EL, et al. Treinamento de conscientização reduz a gravidade da síndrome do intestino irritável em mulheres: resultados de um estudo controlado randomizado . American Journal of Gastroenterology . 2011; 106 (9): 1678-1688.
Goldstein CM, Josephson R, Xie S e outros. Perspectivas atuais sobre o uso da meditação para reduzir a pressão arterial . International Journal of Hypertension . 2012; 2012: 578397.
Goyal M, Singh S., Sibinga EM, et al. Programas de meditação para estresse psicológico e bem-estar: uma revisão sistemática e meta-análise . Medicina Interna JAMA . 2014; 174 (3): 357–368.
Lakhan SE, Schofield KL. Terapias baseadas em mindfulness no tratamento de distúrbios de somatização: uma revisão sistemática e meta-análise. PLoS One . 2013; 26; 8 (8): e71834.
Luders E. Explorando a degeneração cerebral relacionada à idade em praticantes de meditação . Anais da Academia de Ciências de Nova York . 2013, 1307: 82-88.
Luders E, Kurth F, Mayer EA, et al. A anatomia cerebral única dos praticantes de meditação: alterações na gyrificação cortical . Fronteiras na neurociência humana . 2012; 6: 1-9.
Morgan N, Irwin MR, Chung M, et al. Os efeitos das terapias mente-corpo no sistema imunológico: meta-análise . PLOS One . 2014; 9 (7): 1-14.
Ong JC, Manber R, Segal Z, et al. Um estudo controlado randomizado de meditação mindfulness para insônia crônica . Dormir . 2014; 37 (9): 1553-1563.
Reiner K, Tibi L, Lipsitz JD. Intervenções baseadas em mindfulness reduzem a intensidade da dor? Uma revisão crítica da literatura . Medicina da dor . 2013; 14: 230–242.
Rosenkranz M, Davidson RJ, MacCoon D, et al. Uma comparação da redução do estresse baseado em mindfulness e um controle ativo na modulação da inflamação neurogênica. Cérebro, Comportamento e Imunidade . 2013; 27 (1): 174-184.
Rubia K. A neurobiologia da meditação e sua eficácia clínica em transtornos psiquiátricos . Psicologia biológica . 2009; 82 (1): 1–11.
Tang YY, Tang R, Posner MI. Treinamento de meditação breve induz a redução do tabagismo . Procedimentos da Academia Nacional de Ciências . 2013; 110 (34): 13971–13975.
Westbrook C, Creswell JD, Tabibnia G, et al. A atenção consciente reduz o desejo neural e auto-relatado de craving em fumantes . Neurociência Cognitiva Social e Afetiva . 2013; 8 (1): 73–84.
Zeidan F, Adler-Neal AL, Wells RE, et al. O alívio da dor baseado na meditação-mindfulness não é mediado por opioides endógenos. Journal of Neuroscience . 2016; 36 (11): 3391–3397.
Outras referências

Agradecimentos

A NCCIH agradece as seguintes pessoas pela sua perícia técnica e revisão da edição de 2014 desta publicação: Richard J. Davidson, Ph.D., Vilas Professor, Psicologia e Psiquiatria, Universidade de Wisconsin-Madison; Jeffrey M. Greeson, Ph.D., MS, Professor Assistente, Psiquiatria e Ciências Comportamentais, Centro Médico da Universidade de Duke; Helané Wahbe, ND, Professora Assistente, Neurologia, Oregon Health & Science University; e John Glowa, Ph.D., e John (Jack) Killen, Jr., MD, NCCIH. Obrigado a David Shurtleff, Ph.D., NCCIH, por sua revisão da edição atual desta publicação.

Esta publicação não tem direitos autorais e é de domínio público. A duplicação é encorajada. O NCCIH forneceu este material para sua informação. Não se destina a substituir os conhecimentos e os pareceres médicos do seu médico primário. Encorajamos você a discutir quaisquer decisões sobre tratamento ou cuidados com seu médico. A menção de qualquer produto, serviço ou terapia não é um aval da NCCIH.

Fonte: NCCIH (Google Tradutor)

quinta-feira, março 15, 2018

Aula de liderança e trabalho em equipe no AC Camargo Center

Prof Armando Ribeiro foi o especialista convidado para ministrar a aula "Desenvolvimento de competências não-técnicas na formação profissional. Preparando os novos líderes da Oncologia" sobre liderança e trabalho em equipe para os médicos residentes e time multiprofissional do AC Camargo Cancer Center. Preparando os novos líderes da Oncologia.

Com alguns dos lideres do AC Camargo Cancer Center que foram prestigiar a aula do Prof Armando Ribeiro no programa de residência médica e multiprofissional (módulo qualidade de vida).

JAMA Surgery e o NEJM já alertaram para a necessidade urgente de desenvolver as competências não-técnicas (soft skills) dos médicos e equipes multiprofissionais... Uma equipe de trabalho competente técnica e emocionalmente faz toda a diferença nos programas de qualidade e segurança do paciente.

Médicos residentes e multiprofissional do AC Camargo Cancer Center no auditório "Dr. José Ermírio de Moraes" nas dependências do complexo hospitalar.

domingo, março 11, 2018

Prof Armando Ribeiro no Jornal das 18 da RIT TV


Prof Armando Ribeiro é um dos especialistas entrevistados pela equipe de reportagem do Jornal das 18 (J18) da RIT TV para falar sobre o cortisol - hormônio do estresse. O especialista demonstrou através de um sofisticado equipamento de biofeedback (atividade eletrodérmica / GSR) a resposta de estresse. A repórter evidenciou como os pensamentos e as emoções negativas ativam a resposta fisiológica de estresse.

quinta-feira, março 08, 2018

Entrevista sobre estresse para o Jornal das 18 da RIT TV

Participação do Prof Armando Ribeiro na entrevista sobre "Cortisol" no programa Jornal das 18 da RIT TV (a reportagem começa no ponto 14min 30s do vídeo). O especialista demonstra através de um sofisticado equipamento de biofeedback a resposta de estresse na fisiologia da repórter.

quarta-feira, março 07, 2018

Programas complementares de integração para novos residentes. A.C. Camargo Cancer Center


Programas complementares de integração para novos residentes
Módulo Qualidade de Vida, março de 2018
Confira a programação:

Breaking Bad News

Palestrante: Dra. Sandra Caires, A.C.Camargo Cancer Center
Dia: 8 de março, quinta, das 7h às 8h

Desenvolvimento de competências não-técnicas (soft skills) na formação profissional. Preparando os novos líderes da Oncologia

Palestrante: Prof. Armando Ribeiro das Neves Neto, Universidade de São Paulo
Dia: 15 de março, quinta, das 7h às 9h
Burn-out – o que é e como se auto diagnosticar?
Palestrante: Dra. Taciana Monteiro, A.C.Camargo
Dia: 22 de março, quinta, das 7h às 8h
Programa A.C.O.L.H.E.R
Palestrante: Fernanda Torres Amano - Desenvolvimento Organizacional, A.C.Camargo
Dia: 29 de março, quinta, das 7h às 9h

Todas as palestras acontecerão no Anfiteatro Senador José Ermínio de Moraes, com presença obrigatória aos Residentes de primeiro ano dos Programas de Residência Médica e Multiprofissional.

Em caso de dúvidas, entre em contato conosco pelo telefone (11) 2189-5000, ramal 5076, ou pelo e-mail eccb@accamargo.org.br

segunda-feira, março 05, 2018

Tudo o que você precisa saber sobre ESTRESSE. Jornal Diário da Região

Recordações...
Acabei de receber o meu exemplar do jornal Diário da Região com a minha entrevista especial sobre estresse. É emocionante ver o espaço e a seriedade que o tema vem ganhando em território nacional. Termino a entrevista com estas palavras... "Aliás, ou promoveremos a saúde e o bem-estar social ou criaremos mais e mais gerações vulneráveis ao estresse crônico"

domingo, março 04, 2018

Humanização e CCIH na 16a. Jornada de Controle de Infecção em Maternidade

Prof Armando Ribeiro recebendo os cumprimentos da coordenadora geral Dra Rosana Richtmann da 16a. Jornada de Controle de Infecção em Maternidade do Grupo Santa Joana (Hospitais Santa Joana, Pro Matre e Perinatal) no auditório do hotel Renaissance em São Paulo.

Prof Armando Ribeiro com as colegas participantes da mesa-redonda "Humanização em CCIH". A mesa contou com a participação especial da Dra Filomena de Mello (coordenadora do serviço de Neonatologia do Grupo Santa Joana) e de uma mãe com a experiência de internação de longa permanência na UTI Neonatal. O "polvo" na UTI Neonatal foi um dos temas discutidos com o olhar da mãe de um bebê de longa permanência em UTI Neonatal, com o olhar da especialista em Neonatologia / CCIH e com as reflexões da Psicologia. 

Mesa debatendo a "Humanização e CCIH".

Prof Armando Ribeiro com o "polvo", debate acalorado sobre as possibilidades e limitações a serem trabalhadas com as equipes da Neonatologia / CCIH em Maternidade para o desenvolvimento de uma relação humanizadora, mas sem colocar em risco as normas de segurança da CCIH em Maternidade. A Dra Filomena de Mello resumiu algumas das dificuldades diárias dos neonatologistas frente as demandas dos familiares de bebês de longa permanência na UTI Neonatal, ilustrando a importância do desenvolvimento das competências socioemocionais para o equilíbrio do profissional e proteção ao esgotamento profissional (burnout).

A Dra Rosana Richtmann em sua conferência intitulada "TOP 10 - Melhores publicações de 2017 e 2018" na 16a. Jornada de Controle de Infecção Hospitalar em Maternidade do Grupo Santa Joana lançou um desafio para o Prof Armando Ribeiro responder na mesa "Humanização e CCIH" através da questão "Prevenção de Infecção na UTIN: precisamos de uma CCIH ou de um psicólogo?". A Dra Rosana Richtmann levantou artigos científicos sobre a prevalência de burnout em profissionais da UTI Neonatal e o possível aumento de infecções. O Prof Armando Ribeiro refletiu sobre o desafio de preparar melhor os profissionais da saúde (ex. médicos e enfermeiros, entre outros) para o desenvolvimento de competências socioemocionais (soft skills), pois muitos dos problemas enfrentados pela Neonatologia / CCIH em Maternidade estão relacionados as deficiências na condução de estratégias comportamentais eficazes (ex. resolução de conflitos, comunicação assertiva, empatia e etc.) em cenários críticos. "Não basta proibir o acesso do 'polvo' ou de outros dispositivos que podem interferir no controle das infecções em Maternidade se os profissionais não conseguirem desenvolver um olhar / uma escuta empática para o sofrimento dos familiares", afirma o Prof Armando Ribeiro na mesa-redonda "Humanização e CCIH".   

terça-feira, fevereiro 27, 2018

Comunicação e Manejo do Estresse no Next Frontiers to Cure Cancer 2018

Prof Armando Ribeiro sente-se honrado em ser o especialista convidado para falar sobre as novidades na gestão do estresse para pacientes, oncologistas e equipes em um dos maiores encontros científicos da Oncologia no país... Next Frontiers to Cure Cancer 2018 promovido pelo A.C. Camargo Cancer Center. Abordar os fatores humanos cruciais para o tratamento oncológico são as novas fronteiras para maximizar os resultados das terapêuticas médicas e desenvolver “Ciência e Inovação, paciente a paciente”.

A luta contra o câncer é uma causa da humanidade. Seu progresso é fruto do esforço de pessoas e instituições do mundo inteiro que, comprometidas com esse movimento, dedicam suas vidas a criar melhores condições de enfrentar esse desafio. Com o compromisso de gerar e disseminar conhecimento em oncologia, promovemos a 3ª edição do congresso Next Frontiers To Cure Cancer... De 10 a 12 de maio de 2018, profissionais do mundo inteiro, de 10 especialidades diferentes vão debater em 8 salas simultâneas o que há de mais inovador em diagnóstico, tratamento e pesquisa do câncer, em busca da cura e qualidade de vida de cada paciente. O congresso pretende reunir cerca de 1.600 pessoas e traz como tema central “Ciência e Inovação, paciente a paciente”.

Mais informações no site do evento: Next Frontiers To Cure Cancer

16a. Jornada de Controle de Infecção Hospitalar em Maternidade

Prof Armando Ribeiro estará contribuindo para a importante discussão sobre Humanização em CCIH / UTI Neonatal na ‪16a. Jornada de Controle de Infecção em Maternidade promovido pelo Grupo Santa Joana (Hospitais Santa Joana | Pro Matre | Perinatal).‬

Temas clássicos e atuais sobre as medidas de prevenção de infecção na Obstetrícia e na Neonatologia. A 16a. Jornada de Controle de Infecção em Maternidade, onde serão abordados temas clássicos e atuais sobre as medidas de prevenção a infecções de sítio cirúrgico na obstetrícia e neonatologia.

quarta-feira, fevereiro 21, 2018

Prof Armando Ribeiro ministrará aula para os médicos residentes do AC Camargo Cancer Center


Prof Armando Ribeiro tem a honra em ser o especialista convidado para falar sobre competências não-técnicas (soft skills) para os médicos residentes e demais profissionais do A.C. Camargo Cancer Center. O convite veio do Dr Wilson Costa Júnior presidente da Comissão de Residência Médica, através do intermédio da Dra. Maria Teresa da Cruz diretora do Núcleo de Psico-Oncologia do A.C.Camargo Cancer Center.

No Programa de Integração de novos Residentes, todos os ingressantes participarão de um treinamento para conhecer mais sobre a nossa Instituição, que há 64 anos tem como propósito combater o câncer paciente a paciente.

Tema: "Técnicas para o exercício de uma profissão equilibrada, técnica e emocionalmente"
Data: 15 de março (quinta-feira)
Horário: 07h
Local: Auditório Senador José Ermírio de Moraes (A.C. Camargo Cancer Center)

sexta-feira, fevereiro 16, 2018

Palestra sobre Gestão de Mudanças no Setor de Pneumologia do INCOR

Prof Armando Ribeiro foi o convidado especial para a reunião do setor de Pneumologia do INCOR para discutir estratégias eficazes para a Gestão de Mudanças para a equipe médica e administrativa do Setor de Pneumologia do INCOR. Gestão de Mudança... “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças.”

Dr Carlos de Carvalho (Diretor da Divisão de Pneumologia do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP) apresentando os resultados do setor de Pneumologia do INCOR. Lidar com a gestão de mudança através do envolvimento das lideranças... 

Sala de Reuniões do INCOR.

Parte do corpo clínico e administrativo do Setor de Pneumologia do INCOR.

quinta-feira, fevereiro 15, 2018

Prof Armando Ribeiro na 16a. Jornada de Controle de Infecção em Maternidade do Hospital Santa Joana

Você está convidado a participar da 16a. Jornada de Controle de Infecção em Maternidade, onde serão abordados temas clássicos e atuais sobre as medidas de prevenção a infecções de sítio cirúrgico na obstetrícia e neonatologia.

Prof Armando Ribeiro é um dos especialistas convidados para a 16a. Jornada de Controle de Infecção em Maternidade do Hospital Santa Joana, coordenado pela médica infectologista Dra. Rosana Richtmann. O evento ocorrerá no auditório do hotel Renaissance (SP) em 03 de março de 2018. O Prof Armando Ribeiro coordenará a mesa-redonda "Humanização e CCIH" que contará com a participação de renomados especialistas em UTI Neonatal e da CCIH.

O objetivo será explorar o aspecto psicológico do atendimento humanizado para os familiares frente a algumas condutas do CCIH, como instituição de isolamento de recém nascido. Nesta mesa contaremos com a presença da Dra. Filomena Bernardes de Mello, médica coordenadora da UTI Neonatal e de uma mãe que vivenciou este tema.

Ter um bebê prematuro é uma situação difícil para a maioria das mamães e dos papais. Afinal, aquele recém-nascido pequeno e frágil muitas vezes precisa ficar internado em uma UTI Neonatal, às vezes por muitas semanas. Nesse cenário, surge um conceito extremamente importante: a humanização. Afinal, não é só de tecnologia e conhecimento médico que se faz uma estrutura como essa. Aspectos de humanização, como o Método Canguru, tornam-se fundamentais para ajudar os pequenos a superar esse período.

Abordar as estratégias para o desenvolvimento das competências socioemocionais (soft skills) dos especialistas em CCIH e da UTI Neonatal será um dos temas abordados pelo Prof Armando Ribeiro nesta jornada científica.

O evento também contará com a participação especial da convidada internacional Dra. Caroline Quach (Centro Hospitalar Universitário Sainte Justine, Montreal - Canadá).

terça-feira, fevereiro 13, 2018

Prof Armando Ribeiro no VI Congresso Internacional de Stress

Prof Armando Ribeiro é um dos especialistas convidados para compor as atividades científicas do VI Congresso Internacional de Stress e XII Workshop Internacional de TCC promovido pela Associação Brasileira do Stress (ABS) / Instituto de Psicologia e Controle do Stress (IPCS) e Federação Brasileira de Terapias Cognitivas (FBTC).

A mesa-redonda intitulada: "Programas anti stress nas organizações" ocorrerá no auditório do hotel Pullman (Ibirapuera / SP) no dia 21/04/2018 das 16h as 17h30 e contará com a participação dos especialistas convidados: Prof Armando Ribeiro abordando o tema "Stress no Hospital: O que aprendemos?", Dr. Esdras Vasconcelos abordando o tema "Stress no mundo corporativo" e Dra. Keila Nunes abordando o tema "Stress no âmbito das agências públicas". A mesa-redonda será coordenada pela presidente do congresso Dra. Marilda Lipp.

O Prof Armando Ribeiro fará uma reflexão sobre os desafios na implantação e gestão de programas de redução do estresse em instituições hospitalares de alta complexidade, além de debater sobre as vantagens e desvantagens de um programa de gestão do estresse voltado ao checkup médico.

segunda-feira, fevereiro 05, 2018

“O outro lado do paraíso” presta um desserviço à população brasileira. Notícias do CFP

“O outro lado do paraíso” presta um desserviço à população brasileira. Sofrimento psíquico grave foi abordado sem o cuidado que o tema exige.

Mesmo compreendendo o caráter de uma obra de ficção, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) entende que a telenovela “O outro lado do paraíso”, por se tratar de uma obra capaz de formar opinião, presta um desserviço à população brasileira ao tratar com simplismo e interesses mercadológicos um tema tão grave como o sofrimento psíquico de personagem cuja origem é o abuso sexual sofrido na infância.

Quanto ao argumento de que se trata ‘’apenas’’ de ficção, lembramos que são as novelas da Rede Globo que, como estratégia de elevar a audiência, frequentemente buscam embaralhar as barreiras do ficcional e do real, entre outras formas, introduzindo nas tramas fatos e temas candentes da sociedade.

É consenso no Brasil de que pessoas com sofrimento mental, emocional e existencial intenso devem procurar atendimento psicológico com profissionais da Psicologia, pois são os que tem a habilitação adequada. Isso é amplamente reconhecido por diversas políticas públicas, entre elas o Sistema Único de Saúde (SUS) e o Sistema Único de Assistência Social (SUAS), que empregam essas profissionais em larga escala. Mesmo na saúde suplementar, o exercício do cuidado psicológico é reconhecido e regulamentado. Há normas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que obrigam os planos de saúde a oferecerem atendimento por profissionais da Psicologia.

Somos uma profissão regulamentada pela Lei 4.119, de 27 de agosto de 1962, os cursos de Psicologia são aprovados e fiscalizados pelo Ministério da Educação e o Ministério da Saúde reconhece a Psicologia como uma profissão da saúde. As mais prestigiadas universidades públicas e privadas oferecem formação em Psicologia e nossa ciência e profissão passam rotineiramente pelo escrutínio das pesquisas acadêmicas. Tudo isso confere segurança à sociedade de que se trata de uma ciência e profissão respaldadas ética e tecnicamente.

Saudamos como positiva a manifestação de diversos grupos e escolas de coaching, que, manifestando-se sobre o ocorrido, afirmaram compreender que os transtornos mentais devem ser cuidados por profissionais da saúde mental.

O CFP faz um alerta à sociedade para que não se deixe iludir. As pessoas devem buscar terapias adequadas conduzidas por profissionais habilitadas para os cuidados com a saúde, particularmente a saúde mental.

terça-feira, janeiro 16, 2018