sexta-feira, abril 29, 2016

O primeiro emprego

O primeiro emprego
Quem disse que ajudar seu filho nesta tarefa é complicado? Confira todas as nossas dicas e saiba como incentivá-lo!

quinta-feira, abril 28, 2016

Mães ciumentas!?

Mães ciumentas
Veja como enfrentar o relacionamento amoroso do seu filho numa boa e apoiá-lo quando ele mais precisar.

quarta-feira, abril 27, 2016

Futebol é coisa de psicóloga(o), SIM! CRPSP repudia declaração de Dunga...

Psicologia do Esporte

Considerando as recentes declarações do técnico da seleção brasileira de futebol masculino sobre a "inviabilidade" do trabalho da Psicologia na seleção brasileira, o CRP SP informa que lamenta tais afirmações e considera intoleráveis manifestações públicas como esta, que pressupõem total desconhecimento do campo de exercício da Psicologia como ciência e profissão no contexto esportivo, em particular do alto rendimento. 

Leia a nota na íntegra em: http://goo.gl/NeYIQc

Futebol é coisa de psicóloga(o), sim!

Considerando as recentes declarações do técnico da seleção brasileira de futebol masculino durante o Simpósio da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) realizado no Rio de Janeiro sobre a inviabilidade do trabalho da Psicologia na seleção brasileira, o Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP SP) informa que lamenta tais afirmações e considera intoleráveis manifestações públicas como esta, que pressupõem total desconhecimento do campo de exercício da Psicologia como ciência e profissão no contexto esportivo, em particular do alto rendimento. Esse tipo de declaração banaliza a profissão de modo geral ao se basear em reducionismos e sensos comuns sobre a atuação da Psicologia como exclusivamente clínica e focada na doença, desconsiderando inclusive, os avanços e contribuições que a ciência Psicologia tem ofertado à sociedade nos quase dois séculos desde o seu surgimento nos mais diversos campos de atuação (organizacional, hospitalar, educacional, trânsito, esporte, dentre outras).

A própria presença de psicólogos e psicólogas esportivos em variadas confederações brasileiras de esporte (Judô, Atletismo, Caratê, Handebol, etc), auxiliando multi e interdisciplinarmente com os seus conhecimentos as equipes e demais profissionais de outras áreas contempladas, contribuindo para a evolução do esporte nacional desde a iniciação esportiva ao alto rendimento, mostra a efetividade e o compromisso ético e profissional do trabalho psicológico quando apresentado ao contexto esportivo.

Ensejado ainda pelos grandes eventos esportivos – Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio De Janeiro – e pela consequente participação inédita mais de 30 psicólogas e psicólogos que estão e estarão direta e indiretamente trabalhando junto às confederações e aos atletas, cabe ao Conselho Regional de Psicologia de São Paulo orientar a categoria e a sociedade sobre a atuação da(o) psicóloga(o) neste contexto, além de ressaltar algumas questões éticas relacionadas à prática das(os) profissionais.

O conteúdo do discurso do treinador expõe, além da falta de conhecimento técnico do trabalho, uma falta ética grave que fere significativamente o Código de Ética da Profissão: o sigilo e confidencialidade de informações a fim de proteger o indivíduo, grupos ou organizações. Segundo o código de ética profissional do psicólogo, são seus deveres fundamentais prestar serviços psicológicos de qualidade, em condições de trabalho dignas e apropriadas à natureza desses serviços, utilizando princípios, conhecimentos e técnicas reconhecidamente fundamentados na ciência psicológica, na ética e na legislação profissional;respeitar o sigilo profissional a fim de proteger, por meio da confidencialidade, a intimidade das pessoas, grupos ou organizações, a que tenha acesso no exercício profissional e,ao participar de atividade em veículos de comunicação, zelar para que as informações prestadas disseminem o conhecimento a respeito das atribuições, da base científica e do papel social da profissão. Cabe ressaltar que ao psicólogo é também vedadorealizar diagnósticos, divulgar procedimentos ou apresentar resultados de serviços psicológicos em meios de comunicação, de forma a expor pessoas, grupos ou organizações.

A Psicologia do Esporte foi reconhecida como uma subárea da Psicologia pela American Psychological Association (APA) em 1986. No Brasil, a resolução nº 013/2007 do Conselho Federal de Psicologia (CFP), ao instituir o Título Profissional de Especialidade em Psicologia do Esporte, descreve que "a atuação do psicólogo do esporte está voltada tanto para o esporte de alto rendimento, quanto para a identificação de princípios e padrões de comportamentos de adultos e crianças participantes de atividades físicas". Assim, o profissional estuda, identifica e compreende teorias e técnicas psicológicas que podem ser aplicadas ao contexto do esporte e do exercício físico, tanto em nível individual como grupal - praticantes de atividade física ou equipes esportivas. Participa, em equipe multidisciplinar, da preparação de estratégias de trabalho objetivando o aperfeiçoamento e ajustamento do praticante aos objetivos propostos, procedendo ao exame de suas características psicológicas. Também orienta pais ou responsáveis nas questões que se referem à escolha da modalidade esportiva e colabora para a adesão e participação aos programas de atividades físicas da população em geral ou portadora de necessidades especiais.

Ao longo dos últimos anos, a Psicologia do Esporte vem se constituindo como uma das áreas das ciências do esporte de forma bastante consistente e as pesquisas e o número de profissionais atuantes nesta área tem crescido a cada ano, principalmente pelo aumento da oferta e procura por profissionais especializados, o que aponta para o reconhecimento crescente de suas diversas contribuições.

Conheça a página do Núcleo de Psicologia do Esporte do CRP SP: http://www.crpsp.org.br/psicologiadoesporte/

Conselho Regional de Psicologia de São Paulo

Fonte: CRPSP

terça-feira, abril 26, 2016

Dunga dispensa psicólogo: "Eu não sei pra quem o cara vai contar o que ouvir"


Dunga não quer saber de psicologia na seleção brasileira. Foi o que o treinador deixou bem claro nesta segunda-feira, durante uma mesa redonda com o técnico da seleção italiana, Antonio Conte, e o treinador do Fluminense, Levir Culpi. O debate fez parte do evento "Somos Futebol", organizado pela CBF ao longo desta semana.

- O jogador chega na seleção depois de uma viagem de 11 horas, tem poucos dias até o jogo. Ele vai abrir o coração dele (para um psicólogo) em meia hora? (...) Eu vou ver o psicólogo e vou perguntar: "Quem é esse cara? Será que ele vai contar para o dirigente? Será que ele vai contar para o treinador?". Desculpa meu modo sincero de falar, mas eu sou autêntico. Tem coisas inviáveis na seleção brasileira.

O artigo 9 do Código de Ética da categoria, elaborado pelo Conselho Federal de Psicologia diz:

- É dever do psicólogo respeitar o sigilo profissional a fim de proteger, por meio da confidencialidade, a intimidade das pessoas, grupos ou organizações, a que tenha acesso no exercício profissional.

Dunga disse ainda que, em geral, o jogador brasileiro assume cedo a responsabilidade de sustentar sua família, motivo pelo qual "jogadores de ponta" chegam à seleção brasileira mais prontos. 

- Essa pressão tem uma parte negativa, mas tem outro lado. Quando chegam (à seleção brasileira) estão mais preparados. Por isso temos que tratá-los como homens.

O paternalismo, segundo o técnico da seleção brasileira, é um problema a ser combatido no futebol brasileiro. Segundo Dunga, jogadores brasileiros aceitam bem quando são substituídos ou quando viram reservas na Europa, mas apresentam "outro comportamento" quando isso acontece no Brasil. 

- Será que é por falha dele ou por falha nossa ao tratar o jogador com certo paternalismo? O jogador reclama e vamos todos defender o jogador. Temos que refletir para o crescimento do futebol brasileiro. (...) Temos que rever nossos conceitos para continuar sendo competitivos e vencedores - disse Dunga.

Eu acho que o melhor caminho é esse: fazer os atletas acreditarem no que você está falando. Transmitir a experiência que você já tem."
Levir Culpi, sobre contato com jogadores

A seu lado, Levir Culpi assentia com a cabeça. O treinador do Fluminense compartiu a opinião sobre o trabalho de psicologia num time profissional e falou sobre os desafios extracampo que enfrenta na relação com os jogadores. 

- (...) É como falar que vai trazer um psicólogo para resolver todos os problemas do seu time é uma mentira, porque os atletas brasileiros precisam de assistência social, de educação. O problema é muito sério. Vou citar um jogador de alto nível que trabalhou comigo. O padrasto ameaçava bater na irmã desse jogador, e ele ficava acordado, não dormia, não dorme até hoje. Como resolver isso no vestiário? Eu acho que o melhor caminho é esse: fazer os atletas acreditarem no que você está falando. Transmitir a experiência que você já tem. Eu sei que não consigo resolver um problema tão grande.

Antonio Conte, técnico da seleção italiana, não falou especificamente sobre o trabalho de psicologia, mas deu indicações de como faz para tentar tentar administrar os egos de seus jogadores.

- É difícil, porque eles são popstars. Você tem que se fazer entender em reuniões individuais ou coletivas, tem que passar o conceito do "nós", não do "eu". Na seleção isso é ainda mais importante. É um trabalho difícil, porque mexe com interesses pessoais, mas os jogadores têm mostrado compreensão.

segunda-feira, abril 25, 2016

Cinco passos para conquistar seu sonho!

O psicólogo Armando Ribeiro dá dicas de como agarrar uma oportunidade incrível. Está preparada?

1. Trace um plano e se mantenha focada, mesmos e as coisas não saírem como esperou. “A persistência é um fator determinante para quem quer vencer”, afirma.

2. Escolha com quem vai dividir seus sonhos. O legal é procurar alguém de confiança, que acredita em você e nos seus planos. Assim, os riscos de se desmotivar serão menores!

3. Ouça opiniões diferentes. Elas poderão ajudá-la a enxergar os seus objetivos. Quem sabe você não recebe uma dica e aumenta super suas chances?

4. Não se esqueça de que muitos obstáculos vão aparecer. “É importante aprender com os erros e crescer com as dificuldades”, afirma Ribeiro.

5. Ignore comentários negativos e vá à luta. É o seu sonho e a sua vida que estão em jogo! Sem contar que, no fim das contas, sempre vai existir alguém importante para apoiá-la.

Fonte: Revista Atrevida | Edição 253

terça-feira, abril 19, 2016

terça-feira, abril 12, 2016

BP é destaque no Valor Econômico‏

Em matéria publicada no dia 8 de abril, o jornal Valor Econômico destacou o resultado operacional obtido pela Beneficência Portuguesa de São Paulo em 2015, advindo de uma série de mudanças bem-sucedidas realizadas na instituição nos últimos anos.

"Nos últimos três anos, renegociamos contratos com operadoras e fornecedores, mudamos processos internos, investimos em tecnologia e foi feita uma reorganização interna que nos tornou mais eficientes", disse nossa CEO, Denise Santos, para publicação.

segunda-feira, abril 11, 2016

Burnout e fadiga por compaixão são alguns dos temas da pós do Hospital Albert Einstein

Prof Armando Ribeiro ministra aula na pós-graduação do Hospital Albert Einstein

Pra falar de ‪‎compaixão‬... nada melhor do que ouvir as palavras inspiradoras do poeta! ‪‎Fernando Pessoa‬ esteve presente na minha aula da pós-graduação em Bases da Medicina Integrativa do Hospital Albert Einstein... teve ‎jazz,‬ ‪‎bossa nova e ‎rosas (menção a Casa das Rosas)‬... e claro um professor apaixonado pelo que faz...

Todo profissional da saúde já conheceu um colega que sofreu as consequências negativas do ‎burnout (síndrome do esgotamento profissional)‬... mas algumas práticas diárias de‪ ‎atenção plena‬ (‎mindfulness)‬ podem ajudar na mudança deste cenário! Alunos da pós em Bases da Medicina Integrativa do Hospital Albert Einstein...

Burnout (síndrome do esgotamento profissional) é uma reação tensional crônica proveniente de atividades que demandam o contato direto com outras pessoas (ex. professores, médicos, enfermeiros e etc.). Compreende três fatores: Exaustão Emocional; Despersonalização e a Baixa Realização Profissional.

Fadiga por compaixão (traumatização vicária) é uma síndrome de exaustão biopsicossocial que pode acometer indivíduos que liberam energia psíquica, em forma de compaixão, a outros seres (humanos ou animais) por um período de tempo, sem se sentirem suficientemente recompensados.

É possível mudar esta realidade? Quando o médico adoece...
Comparado a outros trabalhadores, segundo o estudo do Medscape 2015 Physician Lifestyle Report, os médicos (nos EUA) sofrem mais da síndrome de burnout (46%), mas a prevalência pode variar enormemente entre as diversas especialidades médicas (30% a 65%).

Quando o ‎estresse‬ está presente... Alunos da pós em Bases da Medicina Integrativa do Hospital Albert Einstein tomam contato com as últimas novidades sobre a gestão integrativa do ‪estresse‬ ocupacional... síndrome de burnout‬ e‪ fadiga por compaixão (compassion fatigue).‬

E quando você abre a aula com o coração e ‎poesia‬... Vem alguém e te avalia com ‪Clarice Lispector‬... "Borboleta é pétala que voa"... Que avaliação!!! Fim da minha aula na pós em Bases da Medicina Integrativa do Hospital Albert Einstein.

De volta às pistas!


sábado, abril 09, 2016

Crianças podem aprender sobre ética e política por meio do atual cenário brasileiro

Psicólogo do Beneficência Portuguesa de São Paulo explica a importância de trazer as crianças à discussão

Os comentários sobre políticas estão ocupando as conversas dos almoços em família, no bar com os amigos e nos encontros triviais nos elevadores da empresa. Em algumas situações, expor a opinião pode levar à opressão, violência e rupturas de relacionamentos, decorrente dos nervos a flor da pele. Entretanto, não se pode esquecer o público mirim que está exposto a todos os comentários e embates políticos, é possível lidar e ensinar muito as crianças. O psicólogo e coordenador do Programa de Estresse do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, Armando Ribeiro mostra como trabalhar o tema dentro de casa.

A família é peça fundamental na educação política, por isso deixar as discussões de lado não é recomendado para lidar com os pequenos. É importante incentivá-los a participar de discussões ensinando sobre ética, moral, política e cidadania, da mesma forma que outros assuntos triviais já fazem parte do cotidiano familiar, como futebol e religião, ajudando assim na formação da postura ética e também na maturidade emocional.

E quando os integrantes da casa possuem opiniões divergentes? Para o especialista é possível fomentar uma boa discussão e ensinar sobre respeito diante de diferentes formas de pensar sobre determinado assunto. “É preciso educar nossas crianças a serem cidadãos plenos, ou seja, aprenderem a respeitar as opiniões divergentes e pensar de forma racional baseada na constituição e no significado da democracia e ética” ressalta o psicólogo.

Entretanto, não é recomendado “deixar de ter uma opinião”, pois os pais e responsáveis são modelos de atitude e formação emocional para as crianças. Orientar e incentivar as crianças a se expressarem e a expor sua opinião respeitando ao próximo é a melhor maneira de aproveitar o atual cenário político para educar os cidadãos do amanhã.

Abaixo, confira dicas para abordar o tema com os pequenos:

  • Adapte a linguagem e os exemplos ao nível de maturidade da criança;
  • Utilize personagens do universo infantil, como personagens de desenhos com uma postura democrática ou autoritária;
  • Nas escolas, pode-se abrir a discussão e pedir para as crianças se colocarem no lugar do outro e, assim discutir sobre respeito e ética. Lembrando que os professores não devem impor sua visão política;
  • Diante de atitudes agressivas e radicais é importante ajuda-las a elaborar suas angústias e medos de forma mais positiva.

Sobre Beneficência Portuguesa de São Paulo
Fundada em 1859, a Beneficência Portuguesa de São Paulo (www.beneficencia.org.br) é a maior instituição hospitalar privada da América Latina, contando com aproximadamente 7.500 colaboradores e 3.000 médicos, e com uma gestão baseada na qualidade assistencial, humanização, ensino e pesquisa, além de um corpo clínico formado por renomados especialistas. A instituição é referência no atendimento médico hospitalar em mais de 50 especialidades, como cardiologia, oncologia, neurologia, gastroenterologia, ortopedia, urologia, entre outras. Atualmente, a Beneficência Portuguesa conta com três hospitais que somam mais de 1.200 mil leitos de internação. O Hospital São Joaquim, primeiro pilar da Instituição, realiza atendimento ao Pronto Socorro, UTIs, Internações e Cirurgias. Em 2007, foi inaugurado o Hospital São José, que se destaca pelo atendimento oncológico com padrões internacionais, entre outras especialidades. Em 2012, o Hospital Santo Antônio foi criado com o objetivo de oferecer atendimento a pacientes usuários do Sistema Único de Saúde, reforçando a responsabilidade social e carácter beneficente da Associação. Já em 2013, a Instituição criou o Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes para ser um dos maiores e mais completos núcleos de tratamento de câncer no país.

quinta-feira, abril 07, 2016

Estresse ocupacional é tema na pós-graduação do Hospital Albert Einstein

Prof Armando Ribeiro ministra a aula na pós-graduação do Hospital Albert Einstein

Estresse ocupacional é um dos temas do meu módulo na pós-graduação em Bases da Medicina Integrativa do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein. O objetivo principal é conscientizar médicos e demais profissionais da saúde sobre o risco do estresse ocupacional e do burnout, além de revisar as últimas evidências sobre a gestão integrativa do estresse ocupacional.

O conceito de estresse foi primeiramente descrito por Hans Selye (1936) como sendo, essencialmente, o grau de desgaste total causado pela vida. Etimologicamente, o termo estresse deriva do latim "stringere", significando apertar, cerrar, comprimir.

Sobre a Medicina Integrativa. O sistema vigente de saúde é geralmente reativ​o, e seu enfoque recai quase q​ue inteiramente no diagnóstico e n​o tratamento das ​doenças e seus sintomas, quando é ​clara a necessidade de uma proposta mais voltada à prevenção e à real promoção da saúde. Pacientes, médicos e profissionais de saúde raramente discutem com profundidade aspectos relacionados à mudança do estilo de vida, bem-estar e como poderíamos de fato usufruir de nossos processos biológicos inatos de cura e saúde. Por outro lado, a quantidade de informação disponível sobre medicina convencional e, também, sobre a medicina integrativa cresce em um ritmo exponencial. Esse crescimento traz uma enorme dificuldade ao profissional de saúde na tomada de decisões e no manejo das informações para aplicação em sua vida prática, de forma segura e com embasamento científico. (Fonte: Portal HIAE)

Primeiras palavras... uma pequena incursão sobre as minhas experiências em ilhas de excelência (Harvard, HIAE e Hospital São José) no estudo e pesquisa do estresse... Ao fundo (em pé), a co-coordenadora do curso Dra. Cristiane Benvenuto Andrade (médica dermatologista e pesquisadora) e a assistente de coordenação Dra. Denise Tiemi Noguchi (médica oncopediatra).

Alguém duvida? Demonstração de como o cérebro (‪‎neurofeedback‬) reage ao ‎estresse‬ ocupacional na pós do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein...

As reações tóxicas do estresse ocupacional podem ser demonstradas através da utilização de equipamentos de biofeedback / neurofeedback.

Autoavaliação é um dos primeiros passos para tomada de consciência sobre o estresse ocupacional. Cuidando dos cuidadores... Alunos da pós em Medicina Integrativa do Hospital Albert Einstein...

Com a Dra. Cristiane Benvenuto Andrade - médica dermatologista, pesquisadora e co-coordenadora da pós em Medicina Integrativa do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein. Ela abordou as consequências do estresse nas doenças dermatológicas e práticas mente-corpo para aliviar o estresse crônico.

A educação atual produz zumbis... Uma Medicina Integrativa só pode existir com uma educação integral e que fortaleça as competências técnicas e socioemocionais... Aula na pós do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein.

Debates e preleção dialogada nas exposições da Dra. Cristiane e minha... com a difícil tarefa de tratar da saúde integral de quem trata da nossa saúde... Pós em Medicina Integrativa do HIAE.

Cozinhar pra aliviar o estresse... Só não pode se tornar obrigação ou ficar no modo automático...

sábado, abril 02, 2016

A fé que cura

A fé que cura. Tratamentos alternativos dividem espaço com a medicina convencional. Contribuição para a revista Exceção (por Julianne Wagner, curso de Jornalismo da UNISC).

quinta-feira, março 31, 2016

Fuja do descontrole!

Crise de ansiedade. Quando em excesso, os sintomas da ansiedade se transformam em patologia e perturbam a qualidade de vida.

quarta-feira, março 30, 2016

Violência não resolve!

A violência praticada contra os profissionais de saúde é uma realidade preocupante. Uma campanha em prol do respeito pelos profissionais de saúde. Entenda e compartilhe:
http://goo.gl/Fx41V8. Violência não resolve!

segunda-feira, março 21, 2016

Estresse gerado pela crise pode causar problemas de saúde

Em tempos de crises política e econômica, a incerteza sobre o futuro, o medo do desemprego e a dúvida se o salário estará na conta no dia certo são apenas algumas preocupações dos brasileiros. O estresse gerado por essas situações leva o organismo a produzir, em excesso, hormônios como cortisol e adrenalina, que favorecem o surgimento de problemas de saúde, tanto físicos quanto psíquicos.

— Tudo o que acontece ao nosso redor modula nossas reações fisiológicas e se torna um gatilho importante para o desenvolvimento de doenças — disse o psicólogo Armando Ribeiro, coordenador do Programa de Avaliação do Estresse do Centro Avançado em Saúde da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Cardiopatias, alergias e problemas digestivos são comuns nesses casos, além de doenças psiquiátricas.

— Situações estressantes são as principais desencadeadoras de transtornos mentais de qualquer espécie, seja ansiedade, depressão, bipolaridade ou esquizofrenia — disse a psiquiatra Analice Gigliotti, diretora da clínica Espaço Clif.

Segundo os especialistas, já que não se pode controlar a crise, cada pessoa deve fortalecer a própria habilidade de lidar com adversidades, para proteger a saúde. Veja algumas dicas ao lado.
Fonte: O Globo

Refugiados têm risco maior de desenvolver psicose, diz estudo

Refugiados têm feito longas travessias para tentar chegar a países como a Alemanha

“É uma condição humanitária trágica e, sem sombra de dúvida é uma condição de saúde extremamente tóxica”, explica especialista em gerenciamento de estresse.

Um estudo publicado nesta semana no periódico "British Medical Journal" mostrou que refugiados de guerra têm 66% a mais de risco de desenvolver transtornos psicóticos, incluindo a esquizofrenia, comparados aos migrantes não refugiados da mesma região de origem.

Transtorno pós-traumático, depressão e outros problemas mentais são mais comuns naqueles que tiveram de fugir de seus territórios por causa de risco iminente de morte causado por conflitos.

De acordo com o psicólogo e coordenador do Programa de Avaliação do Estresse do Centro Avançado em Saúde da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Armando Ribeiro, essa é uma típica situação potencializada pelo estresse crônico.

“A situação de perder raízes, nacionalidade, costumes e valores culturais, junto com situações de extrema violência, com risco de morte, violência física e sexual, aumenta o risco de expressão dos genes que guardam um potencial de adoecimento”, explica.

O psicólogo afirma que todas as pessoas têm predisposições a sofrer de alguma doença, as mais diversas. Na esquizofrenia, por exemplo, uma porcentagem de pessoas nasce com um gene que pode ou não se expressar durante a vida. Uma situação de estresse prolongado, conta ele, faz esse gene “acordar” e provocar a doença.

“É essa a chave para o número aumentado de doenças psiquiátricas por pessoas que passam por situação como a dos refugiados”, comenta.

Ribeiro explica que sair do país por vontade própria é uma coisa, mas quando há uma guerra em que é necessário fugir, a situação é outra. “Eles sabem que, se não fugirem, correm grande risco de morte. O que está por trás dessa migração é a busca pela sobrevivência. Em um curto período de tempo, vão passar fome, frio e inseguranças que nós talvez não passaremos durante toda nossa vida”.

As crianças, relata o especialista em gerenciamento do estresse, são mais vulneráveis ao estresse tóxico. “Crianças e idosos têm menor capacidade de resistir a níveis altíssimos de estresse”. O problema que acontece na infância vai provocar consequências na vida adulta.

“Elas serão as primeiras a sofrer infarto e doenças crônicas que podem levar à morte, pois o corpo terá mais dificuldade de metabolizar o hormônio do estresse, pelo fato de ser o nível mais alto que a gente conhece”. Câncer, hipertensão arterial, doenças alérgicas e imunológicas são citadas também como consequência de um estresse forte e prolongado.

“É uma condição humanitária trágica e, sem sombra de dúvida é uma condição de saúde extremamente tóxica”, ressalta.

Para Armando, o tratamento psicológico direcionado aos refugiados é fundamental, mas esbarra em problemas como a língua falada e a falta de percepção dos profissionais com a história de vida do paciente. “Eles não sofrem o estresse brasileiro, como por exemplo uma descrença política. O problema deles é a guerra, a fome, e provavelmente eles reagem a estímulos diferentes do nosso comum”.

“Atender quem veio de uma guerra, que viu a família inteira sendo torturada, assassinada, é uma experiência nova”, argumenta.

Além do aparecimento da esquizofrenia, o estresse pós-traumático é uma condição que também está presente na vida dos refugiados.

“É decorrente de uma experiência de estresse intensa, como um sequestro e violência física e sexual. A pessoa terá flashbacks, pesadelos, ideias recorrentes, ansiedade intensa e se esquiva de lugares que lembram o local que aconteceu a violência”, detalha.

A depressão também acomete refugiados, já que o estresse leva a essa doença. “O cortisol [hormônio do estresse] afeta a produção de serotonina do cérebro”, diz. “Afeta uma região emocional, o sistema límbico que vai aumentar a chance de desenvolver esses sintomas”.

Cérebro que sofreu com estresse se recupera, mas demora

De acordo com Armando Ribeiro, o cérebro que sofreu agressões pelo estresse tem, sim, capacidade de se recuperar. Mas isso leva tempo.

“Existe a neuroplasticidade, uma capacidade do cérebro de se reconfigurar perante novas experiências”, teoriza. “A partir do momento em que se está em segurança [longe do estresse], técnicas de meditação e outras ajudam o cérebro a se reconstruir, mas podem levar anos”.

O especialista explica que as mudanças começam a acontecer somente depois de oito semanas, fazendo terapias anti-estresse. Sem tratamento, o dano permanece.

É preciso tratamento e apoio psicológico

O psiquiatra Daniel Sócrates diz que o melhor tratamento é o multidisciplinar, que envolve remédios e também psicoterapia, terapia ocupacional e mudança de estilo de vida. “Para essa população de refugiados que já está tão vulnerável, ao menos o tratamento farmacológico deve ser feito, pois isso já tira a pessoa da crise”,

Medicamentos antipsicóticos e antidepressivos são usados para ajudar no problema. No caso da esquizofrenia, no Brasil há um aumento de 150 mil casos por ano, sem contar refugiados.

Armando ressalta que, para que um tratamento psicológico seja eficaz, o profissional deve ter domínio da língua falada pelo refugiado. “Um bom domínio é fundamental, além de uma vivência naquela realidade, já que a cultura é diferente”, diz.

“Quando falamos de ‘doenças da alma’, dizemos que elas sofrem uma total influência do meio cultural. O que é depressão na Ásia é diferente do que é na América”.

O especialista explica que, na Ásia, os sintomas de depressão são mais somáticos. “Eles vão reclamar que dói a barriga, o fígado, o corpo. Nós, ocidentais, vamos falar que estamos tristes, desanimados, sem energia”. As queixas sobre a mesma doença são diferentes em vários lugares do mundo. E precisam ser entendidas.

Fonte: Portal IG

quinta-feira, março 17, 2016

Estresse gerado pela crise pode causar problemas de saúde

Estresse gerado pela crise pode causar problemas de saúde

Em tempos de crises política e econômica, a incerteza sobre o futuro, o medo do desemprego e a dúvida se o salário estará na conta no dia certo são apenas algumas preocupações dos brasileiros. O estresse gerado por essas situações leva o organismo a produzir, em excesso, hormônios como cortisol e adrenalina, que favorecem o surgimento de problemas de saúde, tanto físicos quanto psíquicos. 

— Tudo o que acontece ao nosso redor modula nossas reações fisiológicas e se torna um gatilho importante para o desenvolvimento de doenças — disse o psicólogo Armando Ribeiro, coordenador do Programa de Avaliação do Estresse do Centro Avançado em Saúde da Beneficência Portuguesa de São Paulo. 

Cardiopatias, alergias e problemas digestivos são comuns nesses casos, além de doenças psiquiátricas. 

— Situações estressantes são as principais desencadeadoras de transtornos mentais de qualquer espécie, seja ansiedade, depressão, bipolaridade ou esquizofrenia — disse a psiquiatra Analice Gigliotti, diretora da clínica Espaço Clif. 

Segundo os especialistas, já que não se pode controlar a crise, cada pessoa deve fortalecer a própria habilidade de lidar com adversidades, para proteger a saúde. 



Fonte: jornal Extra (RJ)

quarta-feira, março 16, 2016

A felicidade dentro da empresa é lucro? II Congresso Brasileiro de Psicologia Positiva

Armando Ribeiro está confirmado no II Congresso Brasileiro de Psicologia Positiva, apresentando a conferência "A felicidade dentro da empresa é lucro?"

Confira todas as atrações confirmadas no congresso em: www.psicopositiva.com.br

terça-feira, março 15, 2016

"A Garota Dinamarquesa" incentiva a reflexão e aceitação da diversidade

Psicólogo da Beneficência Portuguesa de São Paulo explica a importância do apoio da família no momento da transição de gênero


A modelo havia faltado e a pintora, Gerda Wegener, que não poderia atrasar a entrega de sua obra pediu ao marido, Einar Wegener, que posasse para ela com roupas femininas. Este foi o início de uma grande transformação na vida do casal e, principalmente, na história de Einar. O acontecimento trouxe à tona todas as incompreensões da infância do personagem e, desde então, o artista começou se descobrir Lili Elbe. A história real, que aconteceu no século 20, inspirou o filme A Garota Dinamarquesa e retrata um dos primeiros casos conhecidos de cirurgia para mudança de sexo em um transgênero. Indicado ao Oscar em quatro categorias, o longa-metragem provoca interesse por ser um tema tão contemporâneo e ainda pouco discutido. 

Para o psicólogo e também Coordenador do programa de avaliação do estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Armando Ribeiro, o processo de transição de um indivíduo para outro gênero encontra resistências principalmente da visão cultural e dos valores tradicionais da sociedade. Contudo, a busca pelo autoconhecimento e o apoio de uma rede familiar protetora podem sustentar uma transição de gênero mais saudável e com menor risco de sintomas de ansiedade e/ou depressão, angústia ou culpa. 

No filme, a compreensão por parte da esposa e do melhor amigo de infância, Hans Axgil, foi fundamental para esse processo de mudanças e aceitação do personagem Einar. "Os pais precisam reconhecer que não têm todas as respostas e podem buscar ajuda para aprender a lidar com situações desafiantes. Não adianta negar ou fingir que a situação não existe. Proibir, agredir e fingir que não vê são posturas abusivas que não resolvem a situação. Os pais devem aceitar que também podem precisar de ajuda para aprender e crescer com os seus filhos", explica o especialista. 

Ribeiro acredita também que discutir o assunto nas escolas, famílias e comunidade, bem como incentivar uma educação de qualidade, que não sustente estereótipos de gênero, pode, a longo prazo, mudar a mentalidade de uma sociedade. Contudo, a psicoterapia e o desenvolvimento pessoal são caminhos para que tanto o indivíduo quanto o sistema familiar possam refletir sobre questões que divergem das expectativas sociais. "Não somos reféns da nossa biologia de gênero, mas da pressão social e dos valores tradicionais, que podem causar muito sofrimento ao indivíduo que vive essa situação. São pequenos passos que contribuíram para a mudança em como abordar as diferenças humanas", finaliza. 

Sobre Beneficência Portuguesa de São Paulo

Fundada em 1859, a Beneficência Portuguesa de São Paulo (www.beneficencia.org.br) é a maior instituição hospitalar privada da América Latina, contando com aproximadamente 7.500 colaboradores e 3.000 médicos, e com uma gestão baseada na qualidade assistencial, humanização, ensino e pesquisa, além de um corpo clínico formado por renomados especialistas. A instituição é referência no atendimento médico hospitalar em mais de 50 especialidades, como cardiologia, oncologia, neurologia, gastroenterologia, ortopedia, urologia, entre outras. Atualmente, a Beneficência Portuguesa conta com três hospitais que somam mais de 1.200 mil leitos de internação. O Hospital São Joaquim, primeiro pilar da Instituição, realiza atendimento ao Pronto Socorro, UTIs, Internações e Cirurgias. Em 2007, foi inaugurado o Hospital São José, que se destaca pelo atendimento oncológico com padrões internacionais, entre outras especialidades. Em 2012, o Hospital Santo Antônio foi criado com o objetivo de oferecer atendimento a pacientes usuários do Sistema Único de Saúde, reforçando a responsabilidade social e carácter beneficente da Associação. Já em 2013, a Instituição criou o Centro Oncológico Antônio Ermírio de Moraes para ser um dos maiores e mais completos núcleos de tratamento de câncer no país. Mais informações à imprensa Imagem Corporativa

Fonte: UOL Mais

A saúde não pode voltar...

A saúde não pode voltar ao corpo enquanto o espírito continua enfermo!

segunda-feira, março 14, 2016

terça-feira, março 08, 2016

Dia Internacional da Mulher!

O 8 de março é marcado como o dia internacional de reconhecimento da luta das mulheres. É uma data para celebrar as conquistas alcançadas pelas mulheres e evidenciar os avanços que ainda são necessários. Na lembrança e resgate desta data, destacamos a importância da luta pela igualdade de gênero, pelos direitos trabalhistas, sociais, econômicos, políticos, direitos e autonomia sobre o próprio corpo, no combate à violência contra as mulheres e, finalmente, pela incorporação da pauta de gênero nas políticas públicas.

A desigualdade de gênero ainda está presente em diversas esferas da nossa sociedade. Ressaltamos, assim, o necessário olhar sobre gênero considerando a intersecção das diversas categorias sociais como raça, classe, idade, deficiência, sexualidade, territorialidade, entre outros.

Todas as pessoas que se inserem nas identidades femininas sofrem opressões, de diversas formas e sentidos, justificadas por uma série de desigualdades de poder na sociedade ainda patriarcal. A Psicologia, majoritariamente construída por mulheres, comprometida com os direitos humanos reforça o seu posicionamento no combate às diversas formas de opressão e exploração das mulheres e ao sistema cuja estrutura ainda se mantém desigual.

Saudamos a todas pela luta todo dia, em todo lugar, na construção de uma sociedade mais democrática e igualitária!

Dia Internacional da mulher!

Comemorar o dia 8 de março é reconhecer todo o esforço empreendido nesses anos de luta por milhares de mulheres.

Sono pode ser um componente fantástico para redução do estresse


Sono pode ser um componente fantástico para redução do estresse Entrevista com Armando Ribeiro, coordenador do Programa de Avaliação do Estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo. No link: Consultório CBN

segunda-feira, março 07, 2016

Que belíssimo feedback...

Sabe aquele post que vem de forma inesperada e de uma pessoa que você tem grande admiração... (Dra. Marilda Lipp) e diz (sem saber) pra você continuar lutando... Muito obrigado!!

Pare de ser boazinha!

Pare de ser boazinha! Se todo mundo abusa da sua boa vontade, já passou da hora de mudar suas atitudes. Veja algumas dicas para aprender a se posicionar do jeito certo e, sobretudo, falar "não" nas horas adequadas para ter uma vida feliz.

Falando outra língua.


domingo, março 06, 2016

Foco nas forças pessoais ajuda a melhorar...

"Quem abraça a vitimização não se torna resiliente". Foco nas forças pessoais ajuda a melhorar... contribuição do Prof Armando Ribeiro para a coluna Vida em Dia da jornalista Cláudia Duarte do jornal A Tribuna de Santos.

Tudo o que você precisa saber sobre ESTRESSE

Tudo o que você precisa saber... mas nem tanto!!! Aprender a reduzir o estresse excessivo é fundamental para construir uma vida mais saudável e próspera!!! Entrevista especial do Prof Armando Ribeiro para a jornalista Francine Moreno do jornal Diário da Região de São José do Rio Preto (SP).

sexta-feira, março 04, 2016

As palavras são sementes...

As palavras são sementes... É preciso ter cuidado com o que semeamos em nossas mentes!! Não adianta plantar laranja e esperar colher melancia...

Conheça as 3 fases da evolução do stress

Aprender a reduzir o estresse crônico é fundamental para a promoção da qualidade de vida e do bem-estar. Alimentação saudável, atividade física regular, sono reparador e o desenvolvimento de práticas de relaxamento e de meditação devem fazer parte das estratégias em políticas de saúde pública.

A evolução do estresse se dá em 3 fases: alerta, resistência e exaustão. Conheça mais sobre cada uma delas: http://www.blog.saude.gov.br/nlajk8

terça-feira, março 01, 2016

Férias são necessidade, e não luxo!

Quem explica é o psicólogo e coordenador do Programa de Avaliação do Estresse do Centro Avançado em Saúde da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Armando Ribeiro. E ele ressalta que o objetivo das férias é repor as energias não só físicas, mas psíquicas, perdidas durante um ano intenso de trabalho.

Rir é o melhor remédio!

Acaba com o estresse, queima calorias, aumenta a autoestima e aproxima as pessoas. Se você quer dar um up na sua vida de um jeito simples, veja todos os benefícios que um sorriso pode fazer por você. É tudo de bom!

Saúde das mulheres em estado de alerta!

Estresse, um mal que não é normal! Armando Ribeiro, psicólogo, consultor em gestão do estresse ocupacional e qualidade de vida no trabalho, coordenador do Programa de Avaliação do Estresse do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo e professor do Instituto de Ensino e Pesquisa - Insper, fala sobre como o estresse tem se tornado cada dia mais comum nas mulheres e como as organizações podem ajudá-las a prevenir essa doença. 

segunda-feira, fevereiro 29, 2016

8 erros comuns que atrasam nossas vidas!

Algumas atitudes que repetimos podem atrapalhar em tudo: acabam com a autoestima, nos deixam desanimadas, atrasam nossa felicidade... Saiba quais são as mais comuns e as melhores maneiras para evitá-las! 

sexta-feira, fevereiro 26, 2016

Palestra sobre Liderança Estratégica no I Simpósio de Terapia Infusional do Hospital Samaritano

Casa cheia... Desenvolver lideranças estratégicas em Terapia Infusional pode prevenir infecções e salvar vidas! O Prof Armando Ribeiro (psicólogo, coach, palestrante e consultor em gestão do estresse e qualidade de vida no trabalho) foi um dos convidados para o I Simpósio de Terapia Infusional do Hospital Samaritano de São Paulo e seu tema foi mobilizar gestores e colaboradores para o papel fundamental do desenvolvimento de times de alta performance em Terapia Infusional.

Abordamos atualidades sobre a gestão estratégica de pessoas nos times de Terapia Infusional, principalmente sobre o desenvolvimento das competências socioemocionais dos líderes e a gestão do comportamento organizacional (organizational behavior management). Discutimos a importância dos programas de bem-estar (wellness programs) e da qualidade de vida no trabalho (QVT), além do coaching de lideranças em saúde, segundo modelos do Institute of Coaching do McLean Hospital da Harvard Medical School(HMS).
Aquecimento com práticas de sensibilização corporal e observação do relaxamento baseados em mindfulness (atenção plena) com os participantes do I Simpósio de Terapia Infusional.

Aquecimento com práticas de sensibilização corporal e observação do relaxamento baseados em mindfulness (atenção plena) com os participantes do I Simpósio de Terapia Infusional.

Flagra... 

"Nem todo excelente médico, enfermeiro e demais profissionais da saúde estarão prontos para a função de gestão. É preciso investir no desenvolvimento de competências gerenciais e principalmente nas competências socioafetivas para liderar pessoas." 

Prof Armando Ribeiro integra ferramentas do coaching e gestão do comportamento organizacional para o desenvolvimento da resiliência e de outras competências comportamentais para profissionais autônomos, gestores e lideres empresariais. Seu trabalho é segmentado por diferentes atividades, entre elas, palestras motivacionais / sensibilização, consultoria organizacional (wellness / QVT), psicoterapia (terapia cognitivo-comportamental) e coaching.


Sensibilização sobre os desafios do trabalho em grupo e o desenvolvimento de habilidades sociais. Gestores e colaboradores presentes puderam experenciar algumas estratégias para aumentar a autoconsciência de como reagem as situações em pequenos grupos.

Sensibilização sobre os desafios do trabalho em grupo e o desenvolvimento de habilidades sociais. Gestores e colaboradores presentes puderam experienciar algumas estratégias para aumentar a autoconsciência de como reagem as situações em pequenos grupos.
Os coordenadores do evento a enfermeira Daiane Cais (serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Samaritano), o enfermeiro Carlos Eduardo Cardoso (gerência de Serviço de Enfermagem do Hospital Samaritano) e o convidado Dr. Ricardo Zimermam (Infectologista da Santa Casa de Porto Alegre) participaram ativamente da atividade de sensibilização ao trabalho em equipe, durante a atividade do Prof Armando Ribeiro, no I Simpósio de Terapia Infusional do Hospital Samaritano.


Alguns feedbacks dos participantes:


"excelente simpósio. ..Parabéns a todos" 
(Enfermeira)

"Parabéns com imenso prazer que tive o privilégio de assistir sua palestra ...Gostaria de saber sobre outros trabalhos e indicações de livros sobre liderança estou preste a me formar e tenho grandes sonhos e desafios pela frente faço parte da BP..Sucesso Parabéns novamente." 
(Enfermeira)

"Excelente evento! Excelente palestra! Obrigada!!!!" 
(Médica de CIH)