quarta-feira, junho 29, 2016

A felicidade dentro da empresa é lucro? II Congresso Brasileiro de Psicologia Positiva

Rumo ao II Congresso Brasileiro de Psicologia Positiva para ministrar a conferência sobre "A felicidade dentro da empresa é lucro?" na defesa de ambientes de trabalho mais positivos e que vicejam. Além da participação na mesa-redonda abordando o tema sobre "Neurotecnologias a serviço da Psicologia Positiva". Espero vcs lá!

terça-feira, junho 28, 2016

Psicoterapia baseada em evidências - Pós em Medicina Integrativa do HIAE

É um grande prazer desmistificar as psicoterapias para os médicos e demais profissionais da pós em Medicina Integrativa do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Israelita Albert Einstein.

O corpo fala... e podemos ouvi-lo através dos modernos equipamentos de biofeedback e neurofeedback. Demonstração na aula de pós-graduação em Bases da Medicina Integrativa do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein.

Manual de cuidados integrativos em saúde mental. Cuidando do corpo, mente, emoções e espiritualidade. Aula no curso de pós-graduação em Bases da Medicina Integrativa do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein. 

Eu prefiro conhecer a pessoa... já afirmava Hipócrates sobre a essência da relação terapêutica e dos cuidados médicos. 

Como reduzir as barreiras na busca pela psicoterapia? Apesar das enormes evidências científicas sobre o uso da psicoterapia nos quadros de ansiedade, pânico, fobias, depressão e etc. A psicoterapia continua sendo subutilizada ou subdisponibilizada nos sistemas de saúde. As mãos do professor não mentem!!

As novidades no tratamento da ansiedade

Artigo sobre as novidades no tratamento da ansiedade baseado nas mais recentes pesquisas sobre Medicina Integrativa e cuidados integrativos em saúde mental e psicoterapia. As novidades no tratamento da ansiedade by Armando Ribeiro

terça-feira, junho 21, 2016

Anote! Dia de Combate ao Stress: Implicações Práticas

Prof Armando Ribeiro é um dos especialistas convidados para o Dia de Combate ao Stress: Implicações Práticas e abordará o tema: "Sem stress não se ganha jogo. Cultivando o lado bom do stress" e contará algumas das suas experiências a frente do Programa de Avaliação do Estresse do Centro Avançado em Saúde do complexo hospitalar da Beneficência Portuguesa de São Paulo, O evento acontecerá em 22/09/2016 no auditório da UNIP (campus Vergueiro) e é organizado pelo IPCS/CPCS, além do apoio da UNIP, FBTC e ABS.

A crise econômica faz aumentar os casos de doenças emocionais...

Entrevista concedida ao programa Jornal da Manhã da rádio Jovem Pan. Durante períodos de crise no cenário político e econômico é comum o aumento de queixas físicas e emocionais relacionadas ao pessimismo em relação ao futuro e as perdas da qualidade de vida e do bem-estar. Algumas dicas são importantes para se proteger durante esses momentos.

sábado, junho 18, 2016

Crise pode aumentar risco de aparecimento de doenças emocionais


Diante da crise econômica e política que assola o país, um dos problemas que está assustando a população é o desemprego, que já atinge 10% dos brasileiros, segundo o IBGE. Entre os jovens, a situação é ainda pior, 20,8% deles estão sem trabalhar. O desemprego e suas consequências na vida das famílias são um dos gatilhos para o estresse crônico, o que aumenta o risco de desenvolver transtornos mentais.

O psicólogo e coordenador do Programa de Avaliação do Estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Armando Ribeiro, explica que a crise é normalmente interpretada pelo organismo como sinal de perigo e, com isso, passa a estimular a produção dos hormônios do estresse (adrenalina, noradrenalina, cortisol). “O maior problema é quando a crise se arrasta por um longo tempo, semanas ou até meses, o que leva ao desgaste das reações de adaptação do organismo e da mente, propiciando condições ideais para o aparecimento de doenças”, afirma Armando. 

A depressão pode afetar todas as faixas etárias, mas segundo pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde Mental dos EUA, estimam que entre 7% e 11% dos adolescentes podem apresentar sintomas depressivos, e que de 2% a 3% têm os quadros mais graves da doença. No Brasil, como em outros países, estimam a prevalência maior em meninas adolescentes (12%) do que nos meninos (5%).

O especialista recomenda que nos momentos difíceis é preciso olhar para as oportunidades que a crise pode criar. “Ao invés de se deixar abater por pensamentos catastróficos e derrotistas, o melhor é manter os pés no chão, e criar uma agenda positiva de quais obstáculos precisam ser reconhecidos e de quais habilidades são necessárias para alcançar o tão sonhado trabalho”, recomenda o psicólogo.

Além disso, um estilo de vida saudável, que contemple uma alimentação adequada, atividade física regular, sono de qualidade, relacionamentos afetivos positivos e o desenvolvimento de um sentido e propósito na vida são alguns dos fatores que podem ajudar a evitar o aparecimento da depressão. A terapia cognitivo-comportamental é uma forma de psicoterapia que apresenta evidências científicas da sua eficácia no tratamento de quadros depressivos.

Sobre Beneficência Portuguesa de São Paulo

Fundada em 1859, a Beneficência Portuguesa de São Paulo (www.beneficencia.org.br) é uma das maiores instituições hospitalares privadas da América Latina, contando com aproximadamente 7.500 colaboradores e 3.000 médicos, e com uma gestão baseada na qualidade assistencial, humanização, ensino e pesquisa, além de um corpo clínico formado por renomados especialistas. A instituição é referência no atendimento médico hospitalar em mais de 50 especialidades, como cardiologia, oncologia, neurologia, ortopedia, entre outras. Atualmente, a Beneficência Portuguesa de São Paulo conta com três hospitais que somam mais de 1.200 leitos de internação. O Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, primeiro pilar da Instituição, realiza atendimento ao Pronto-Socorro, UTIs, Internações e Cirurgias. Em 2007, foi inaugurado o Hospital São José, que se destaca pelo atendimento oncológico com padrões internacionais, entre outras especialidades. Em 2012, o Hospital Santo Antônio foi criado com o objetivo de oferecer atendimento a pacientes filantrópicos, reforçando a responsabilidade social e carácter beneficente da Associação.

Mais informações à imprensa / Imagem Corporativa:

Lívia Azevedo |11-3526-4589| livia.azevedo@imagemcorporativa.com.br
Hugo Ribeiro | 11-3526-4515| hugo.ribeiro@imagemcorporativa.com.br
Lourannie Muniz | 11-3526-4503 | lourannie.muniz@imagemcorporativa.com.br

terça-feira, junho 14, 2016

Meu filho não come!

Meu filho não come! Transtorno alimentar infantil? Sim, o problema existe. Aprenda a reconhecer os sintomas e conheça as formas de tratamento.
A alimentação infantil é uma preocupação constante dos pais. E não é para menos: muitas crianças dão trabalho na hora da refeição, demoram para comer, algumas não gostam de legumes e verduras, outras não comem carne, e frutas, nem pensar. Assim, alguns pais acabam cedendo e recorrendo a opções nem um pouco saudáveis, como macarrão instantâneo, guloseimas, lanches, frituras. Ocorre que, para a criança com transtorno alimentar, nenhuma dessas opções é convidativa. 

A pediatra do hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo, Wylma Hossaka, explica que muitas crianças não sentem fome e podem ter aversão a alimentos. Recusam até chocolate. "O transtorno alimentar infantil compromete o desenvolvimento. Não é uma condição frequente, mas é preciso estar atento, pois pode trazer repercussões definitivas, como alteração no crescimento", avisa. 

A doença pode se manifestar em bebês, crianças e em pré-adolescentes, e os sintomas variam entre falta de apetite, fraqueza, mudanças de humor e atraso no crescimento. Quanto mais desses sintomas aparecem maior o sinal de alerta de que é preciso procurar um médico para uma orientação nutricional.  

Para Armando Ribeiro, psicólogo e coordenador do Programa de Avaliação do Estresse da Beneficência Portuguesa, é frequente os pais negarem o problema e só buscarem ajuda quando os sintomas são intensos. "O surgimento do transtorno alimentar infantil é multifatorial. Costuma ser uma associação de fatores genéticos, culturais e traumáticos", diz. 

Segundo a nutricionista Fernanda Caprio, os transtornos alimentares na infância podem aparecer quando associados a distúrbios emocionais e/ou alterações no relacionamento mãe/filho durante os primeiros anos da vida da criança, quando a figura materna garante segurança, proteção e confiança ao filho.  

"O tratamento dos transtornos alimentares na infância envolve toda a família. Com interesse, paciência, atenção e informação, esses quadros podem ser revertidos antes de evoluírem, para que a criança se desenvolva de maneira adequada, saudável e feliz", garante. O tratamento indicado é multidisciplinar e envolve profissionais de diversas áreas da medicina (pediatria, psicologia, nutrição, entre outros), além, é claro, do componente familiar. 

De acordo com Wylma Hossaka, os pais têm um papel fundamental nesse processo. "É preciso que tenham calma, paciência, comecem a regrar os horários e façam acompanhamento com especialistas", sugere. 

Criatividade

A criatividade pode ajudar na hora das refeições das crianças. Levá-las para cozinhar, mostrar os alimentos, fazer feira e supermercado são atitudes capazes de despertar o apetite delas. "Famílias que possuem hábitos alimentares adequados estimulam a boa alimentação na infância", diz a nutricionista Cintya Bassi. 

"Além disso, é importante compreender o apetite da criança para não forçar que ela coma mais do que tem vontade. Respeite o apetite da criança. Sempre que possível, envolva a criança no preparo do alimento, apresente o alimento em diferentes preparações e não ofereça guloseimas como recompensas", orienta.  

Transtorno alimentares comuns na infância

Pica - É a ingestão frequente de substâncias sem valor nutritivo e que não faz parte da cultura alimentar por um período mínimo de 1 mês, por exemplo, terra, cabelo, cinzas de fumaça, etc. Mais comum em crianças com autismo ou retardo mental 

Transtorno de Ruminação - Quando ocorre a volta do alimento ingerido e sua remastigação, sem que seja associada a nenhuma condição clínica Seletividade alimentar A criança só come determinados alimentos e se recusa a incluir qualquer item novo na sua rotina alimentar   

Fonte: Cintya Bassi, nutricionista do Hospital e Maternidade São Cristóvão  

Dicas 

  • Respeite o apetite da criança, sem forçar a alimentação 
  • Prepare refeições diferentes e com o auxílio da criança, promovendo a interação entre ela e os alimentos  
  • Tenha paciência na hora de apresentar novos alimentos  
  • Não ofereça doces e sobremesas como recompensas, nem a hora das refeições como castigo  

Fonte: Fernanda Caprio, nutricionista clínica funcional e nutricionista infantil

Armando Ribeiro é um dos palestrantes do II Congresso Brasileiro de Psicologia Positiva

Armando Ribeiro é um dos palestrantes confirmados no II Congresso Brasileiro de Psicologia Positiva! Conheça um pouco mais dos palestrantes no site oficial do evento: www.psicopositiva.com.br

quinta-feira, junho 09, 2016

Como não deixar que o estresse do trabalho influencie sua vida pessoal e vice-versa no programa Vida Melhor

Como não deixar que o estresse do trabalho influencie sua vida pessoal e vice-versa - Parte 1 from REDEVIDA on Vimeo.

Prof Armando Ribeiro é o especialista convidado para falar sobre as novidades na gestão do estresse pessoal e ocupacional, através de técnicas e tecnologias baseadas na neurobiologia do estresse, terapia cognitivo-comportamental / mindfulness e do biofeedback no programa Vida Melhor da Rede Vida apresentado por Cláudia Tenório. A entrevista também contou com a participação especial do cantor Uirá França e os músicos Rafael Cauchiolli e Guilherme Amaral.

Como não deixar que o estresse do trabalho influencie sua vida pessoal e vice-versa - Parte 2 from REDEVIDA on Vimeo.

Prof Armando Ribeiro é o especialista convidado para falar sobre as novidades na gestão do estresse pessoal e ocupacional, através de técnicas e tecnologias baseadas na neurobiologia do estresse, terapia cognitivo-comportamental / mindfulness e do biofeedback no programa Vida Melhor da Rede Vida apresentado por Cláudia Tenório.

Como não deixar que o estresse do trabalho influencie sua vida pessoal e vice-versa - Parte 3 from REDEVIDA on Vimeo.

Prof Armando Ribeiro é o especialista convidado para falar sobre as novidades na gestão do estresse pessoal e ocupacional, através de técnicas e tecnologias baseadas na neurobiologia do estresse, terapia cognitivo-comportamental / mindfulness e do biofeedback no programa Vida Melhor da Rede Vida apresentado por Cláudia Tenório.

Saiba como funciona e como potencializar a sua memória no programa Vida Melhor

Saiba como funciona e como potencializar a sua memória - Parte 1 from REDEVIDA on Vimeo.

Prof Armando Ribeiro é o especialista convidado para falar sobre as novas tecnologias e técnicas para o desenvolvimento cognitivo (ex. atenção, memória, alta performance cognitiva e etc.) no programa Vida Melhor da Rede Vida apresentado por Cláudia Tenório. A entrevista contou também com a participação da dupla André & Kadu.

Saiba como funciona e como potencializar a sua memória - Parte 2 from REDEVIDA on Vimeo.

Prof Armando Ribeiro é o especialista convidado para falar sobre as novas tecnologias e técnicas para o desenvolvimento cognitivo (ex. atenção, memória, alta performance cognitiva e etc.) no programa Vida Melhor da Rede Vida apresentado por Cláudia Tenório.

Saiba como funciona e como potencializar a sua memória - Parte 3 from REDEVIDA on Vimeo.

Prof Armando Ribeiro é o especialista convidado para falar sobre as novas tecnologias e técnicas para o desenvolvimento cognitivo (ex. atenção, memória, alta performance cognitiva e etc.) no programa Vida Melhor da Rede Vida apresentado por Cláudia Tenório.

Saiba tudo sobre a dor de cabeça no programa Vida Melhor



Prof Armando Ribeiro é o especialista entrevistado pela apresentadora Cláudia Tenório para abordar os gatilhos emocionais das cefaleias no programa Vida Melhor da Rede Vida de TV.


Prof Armando Ribeiro é o especialista entrevistado pela apresentadora Cláudia Tenório para abordar os gatilhos emocionais das cefaleias no programa Vida Melhor da Rede Vida de TV.

quarta-feira, junho 08, 2016

Encarando a pressão no emprego de forma positiva


Nove em cada dez trabalhadores relatam sofrer de ansiedade no trabalho, segundo pesquisa da Isma-BR (International Stress Management Association no Brasil). Apesar de comumente associado a sintomas negativos como nervosismo e até depressão, o estresse no ambiente de trabalho não é necessariamente ruim. Segundo especialistas, há formas de usá-lo para aumentar a produtividade.

Você e o estresse

O estresse vem de qualquer situação que requer adaptação, que pode ser positiva para alguns e negativa para outros. É a cor das lentes que a pessoa usa que determina sua percepção do momento, diz Ana Maria Rossi, presidente da Isma-BR.

Ela explica que há duas definições para o termo: o eustress, que ajuda a afiar a criatividade, e o distress, atrelado ao nervosismo.

Para encarar os problemas no escritório com o eustress, Rossi diz ser importante não se intimidar com um possível resultado negativo. Identifique seus erros, aprenda com eles e, o mais importante, tente fazer de novo, diz. Isso minimiza o peso da tomada de decisões e permite que a pressão seja um estímulo a obter resultados melhores e não um peso.

Já a fórmula sugerida por Armando Ribeiro, coordenador do Programa de Avaliação do Estresse do Hospital Beneficência Portuguesa, é apelar ao bom humor. Se o profissional percebe algum sintoma de nervosismo, ele recomenda fazer um intervalo para se recuperar.

No combate

Fuja do café, diz Ribeiro. Já que ingerir estimulantes faz com que o corpo produza o cortisol, conhecido como hormônio do estresse. Em vez disso, faça pausas para observar a respiração, sentir se seu corpo está contraído, endireitar a postura, se alongar ou andar um pouco, explica o especialista.

Alternar as atividades também pode ajudar. O trabalho diário muitas vezes demanda atividades repetitivas, o que leva, com o passar do tempo, ao estresse. Interrompa esse fluxo fazendo coisas diferentes, afirma.

Decorar a mesa com plantas e fotografias é outra recomendação para melhorar a forma como o profissional enfrenta as dificuldades.

A bagunça na estação de trabalho é um indicador de estresse, segundo Ribeiro. Os momentos para arrumar a mesa servem para organizar a vida.

sexta-feira, junho 03, 2016

Dor de cabeça? Saiba mais sobre os gatilhos emocionais...

Você sofre de dor de cabeça? Pra falar dos gatilhos emocionais da cefaleia Prof Armando Ribeiro esteve presente no programa Vida Melhor da Rede Vida de TV apresentado por Cláudia Tenório.

Regiões do cérebro responsáveis pelas emoções podem modular a sensibilidade a dor e afetar as cefaleias. A dor é uma experiência real, mas as emoções podem influenciá-la. O estresse crônico, a ansiedade e depressão podem coexistir com quadros de cefaleia crônica e precisam receber atenção médica e psicológica.

Dor de cabeça? As cefaleias são multifatoriais... nada melhor do que receber atenção de uma equipe multidisciplinar para vencer a doença.

Prof Armando Ribeiro explica como a psicoterapia (Terapia Cognitivo-Comportamental), exercícios de relaxamento, práticas meditativas (mindfulness) e mudança do estilo de vida devem ser associados ao tratamento médico convencional no caso das cefaleias.

A cefaleia crônica pode afetar o desempenho acadêmico e laboral, além de interferir negativamente na vida pessoal e familiar. Quem sofre de cefaleia crônica precisa procurar ajuda médica especializada e pode experimentar incluir terapias integrativas (ex. acupuntura / MTC, auriculoterapia, massoterapia, automassagem, tai chi, lian-gong, quiropraxia e etc.).

Existem vários gatilhos para a cefaleia (por exemplo, alimentos, jejum prolongado, condimentos / corantes / conservantes alimentares, cheiros ambientais, luz ambiente, ruídos, temperatura e etc.). Faça um diário de dor com as seguintes informações: data / horário, localização da dor (região frontal, temporal, occipital, ápice, toda a cabeça e etc.) , intensidade da dor (leve, moderada, severa) e outras informações que julgar importante para a avaliação do seu médico. 

No hospital geral de Massachussetts (Massachussetts General Hospital) da escola médica da Universidade de Harvard onde realizei treinamentos em gestão do estresse, as práticas não-medicamentosas (que envolvem abordagens de autocuidado e técnicas de relaxamento e meditação) já são oferecidas regularmente a todos os pacientes que sofrem de dor crônica. O Centro Osher para Medicina Integrativa da Harvard também oferece terapias integrativas para os pacientes com diagnóstico de cefaleia crônica (ex. acupuntura, quiropraxia, massoterapia, tai chi, mindfulness, meditação de concentração e etc.).

Prof Armando Ribeiro explica como a Terapia Cognitivo-Comportamental (uma forma de psicoterapia baseada em evidências) pode ser útil aos pacientes portadores de dor crônica, inclusive os que sofrem de cefaleia tensional e enxaqueca.

Aprender a ouvir o que o corpo quer dizer com a doença, é uma das profundas lições que tiramos dos nossos pacientes portadores de dor crônica. A dor é uma reação natural frente a agressão ao corpo e sinal de alerta, mas antes de querer desligá-la é fundamental aprender a ouvir o que ela quer dizer. O uso exagerado de analgésicos pode piorar as cefaleias, portanto é fundamental procurar ajuda médica especializada e terapias de apoio.

quinta-feira, junho 02, 2016

Comfort food?


Vc já ouviu falar em "comfort food"? Alimentos que são usados para preencher vazios emocionais, depressão, frustração, estresse ... É preciso reconhecer a emoção que leva ao comportamento alimentar negativo e buscar ajuda profissional!

Síndrome do ninho vazio


Não é surpresa que um dia o filhote vai deixar o lar para seguir o próprio caminho. Mesmo assim, muitos pais entram em depressão. Para isso não acontecer com você, é preciso ter algumas estratégias.

Síndrome do ninho vazio

Ficar triste porque ele foi embora é perfeitamente natural, esperado, mas permitir que a sensação se prolongue é perigoso. Desânimo, ansiedade, angústia e estresse são sintomas da chamada Síndrome do ninho vazio. O problema ainda leva muitas mães perderem o controle a ponto de invadirem a privacidade de seus filhos e visitá-los com frequência para conferir se precisam de algo. “O importante é se perguntar se a preocupação é real ou apenas mais uma manifestação da sua ansiedade de separação. Se houver motivos para se preocupar, aja para resolver suas dúvidas e não para criar outras que não existem”, alerta Armando Ribeiro.

Desapegar não é tarefa fácil. Por isso é que muitos pais sofrem ao ver o filho sair de casa para estudar, trabalhar ou casar. O misto de orgulho com o aperto no peito e a sensação de vazio faz com que pensamentos de felicidade e angústia deixem a cabeça a mil. Esse turbilhão de emoções é normal, mas para não se abalar além da conta, correndo risco de ter depressão,inclusive, é preciso que os pais se preparem para este momento. “Uma das melhores formas de fazer isso é não perpetuar a relação infantil. Ou seja, entender que quando os filhos crescem nos tornamos pais de pessoas diferentes, mais maduras e que devem ser tratadas como tal”, indica Ana Paula Magosso, psicóloga. Veja outras maneiras de como lidar com a situação para que a saída do filho aconteça da melhor maneira possível para você e para ele.

Jamais esqueça que, apesar dele ter ido embora, continua sendo seu filho: nada vai mudar o fato de que ele é e sempre será o seu “bebê”, mas é preciso permitir que ele viva suas próprias experiências e trace seu caminho para construir a vida. “É fundamental que a mãe perceba que mesmo o filho tendo crescido, o amor não diminuiu, só a forma de demonstrá-lo é que mudou”, cita Ana Paulo.

Entenda que ele não é sua propriedade: muitos pais se doam a tal ponto que chegam a não saber quem são depois que os filhos vão embora. “É preciso respeitar a individualidade deles. Saber que amar é aprender a lidar com os limites da separação e com a distância que a vida impõe” explica Armando Ribeiro, psicólogo.

A mudança traz vários benefícios: ninguém quer cuidar de uma criança a vida toda. O papel mais importante dos pais é quando eles veem os resultados do seu esforço, quando percebem que seus filhos se tornaram pessoas plenas e responsáveis. Senda assim, quando bater aquela saudade que chega a doer ou a sensação de abandono, pense que se o seu filho tomou a decisão de partir foi por sua causa, porque você o ensinou a crescer e experimentar o mundo.

Aproveite a aquisição de tempo livre: às vezes é difícil encarar as mudanças quando nos deparamos com elas, mas nada de ficar sentada no sofá vendo a vida passar. Que tal fazer aquilo que você sempre quis, mas nunca pode? Recomece um curso que parou, programe uma viagem, saia para se divertir e dedique mais tempo à você. Tudo isso vai ajudar a diminuir o vazio que está sentindo e deixar seu filho despreocupado e feliz com você.

Fonte: Revista 7 dias com você

terça-feira, maio 31, 2016

Dia Mundial sem Tabaco.

Você sabe o que acontece com o seu corpo após parar de fumar?

Dia Mundial sem Tabaco. Você sabe o que acontece com o seu corpo após parar de fumar?

 
Você sabe o que acontece com o seu corpo após parar de fumar?

Educação para a vida

Armando Ribeiro é psicólogo, coach e palestrante sobre Gestão do Estresse, Bem-Estar e Qualidade de Vida. Coordenador do Programa de Avaliação do Estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

"João amava Teresa que amava Raimundo/ que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili/ que não amava ninguém. João foi pra os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história." Sábio poeta Carlos Drummond de Andrade em retratar a confusão dos nossos dias.

O mundo anda cada vez mais desfocado! Nossos filhos são desde muito cedo expostos à mais alta tecnologia da dispersão mental. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Harvard (EUA) e publicado na prestigiada revista Science demonstrou que a mente esta dispersa em 46,9% do tempo. Você pode até achar que está lendo este texto, mas é provável que sua mente já tenha se dispersado inúmeras vezes. Ops... O pior efeito da desatenção, concluem os pesquisadores: "A mente humana é uma mente dispersa, e uma mente dispersa é uma mente infeliz".

A ansiedade de informação é um dos efeitos colaterais de tempos líquidos (termo cunhado pelo sociólogo polonês Zygmunt Bauman), sem tempo para refletirmos sobre o que os dados podem significar. Diariamente, somos soterrados por uma avalanche de novas informações. Em um único ano, podemos ter acumulado mais de 295 trilhões de megabytes de informação. Se cada bit de informação fosse um grão de areia, haveria 315 vezes mais areia do que há nas praias do nosso planeta, segundo estudo da Universidade do Sul da Califórnia (EUA).

Em nosso mundo 'VUCA' (sigla em inglês com sentido de volátil (Volatility), incerto (Uncertainty), complexo (Complexity) e ambíguo (Ambiguity), ao terminar este texto, tudo já pode ter mudado! Tudo? Ops... A educação para a vida não é aquela que faz nossos filhos decorarem dados históricos, fórmulas matemáticas e que são esquecidas logo após a prova! A educação deve contemplar competências cognitivas, mas fundamentalmente competências socioafetivas, ou seja, a escola do século 21 deve se transformar em uma escola para a vida integral e não para notas. Todos os pais anseiam pelo sucesso de seus filhos, mas é na prática diária nos consultórios médicos e hospitais que vemos que o sucesso pode cobrar um preço excessivo quando não vem associado a uma vida com sentido e propósito.

O melhor aluno nem sempre será o adulto mais feliz se a educação não ensiná-lo que o sucesso não é um fim em si mesmo e se não resultar em um ganho para seus entes queridos, comunidade e chegar até os cuidados com o planeta. A educação integral é aquela que permite que os alunos sejam empoderados durante o processo, aprender a aprender, mas principalmente aprender que a felicidade é aplicar suas competências para um bem maior do que atingir objetivos diários criados por uma visão fria, reducionista e imediatista comum na linguagem das planilhas. Para o psicólogo e neurocientista Richard Davidson (Laboratório de Neurociência Afetiva da Universidade de Winscosin-Madison nos EUA), "a felicidade é uma habilidade, assim como tocar violino ou jogar basquete. Quanto mais você praticar, melhor vai ficar".

Já para o psicólogo Shawn Achor, que ministrou um dos cursos mais concorridos na Universidade Harvard sobre a ciência da felicidade, "você não precisa ter sucesso para ser feliz, mas precisa ser feliz para ter sucesso", ou seja, não bastam boas notas ou um bônus no final do mês se não houver sentido e propósito em sua vida! Aprender a ser e a conviver deve se tornar a essência da educação para a vida, ou seja, transformadora. "Educar a mente sem educar o coração não é educação", lembra o grande filósofo grego Aristóteles.

Fonte: Blog Diário da Região 

sexta-feira, maio 27, 2016

O ser humano é... Edgar Morin

“O ser humano é, a um só tempo, físico, biológico, psíquico, cultural, social e histórico. Esta unidade complexa da natureza humana é totalmente desintegrada na educação por meio das disciplinas, tendo-se tornado impossível aprender o que significa ser humano.” Edgar Morin

No frio aposte no chá

Beber chá traz vários benefícios à saúde, como proteção das artérias e auxílio na digestão, além de seu poder anti-inflamatório e antioxidante. Mas prefira as folhas in natura, pois os chás industrializados trazem na sua composição várias partes da planta, como folhas e talos, diminuindo a concentração dos princípios ativos da erva e os seus efeitos.

É preciso garantir e fortalecer a rede de atendimento a mulheres em situação de violência...


A ONU Mulheres Brasil se solidariza com as duas adolescentes vítimas de estupro coletivo: uma, no Rio de Janeiro, violada por mais de 30 homens, e outra, em Bom Jesus (PI), vitimada por cinco homens.

É preciso garantir e fortalecer a rede de atendimento a mulheres em situação de violência e de órgãos de políticas para as mulheres e profissionais especializadas e especializados em gênero em todas as esferas governamentais.

É preciso garantir também o pleno atendimento às vítimas, primando pelo cumprimento de protocolos, pela celeridade e pela humanização nos procedimentos de saúde, psicossocial e justiça em todas as etapas do atendimento às vítimas e seus familiares, assim como a rigorosa punição dos agressores.

Acesse a nota pública da agência da ONU Brasil sobre estupros coletivos:http://bit.ly/1TM7wvc

Homens Parem A Cultura do Estupro - ONU Brasil

“(...) Uma das formas com que a revitimização se dá é pela exposição social da vítima e dos crimes, incluindo imagens e vídeos em redes sociais e demais meios de comunicação, em ações de violação do respeito e da dignidade das vítimas, entre eles a falta de privacidade, a culpabilização e os julgamentos morais baseados em preconceitos e discriminações sexistas.”

Acesse a nota pública da ONU Mulheres Brasil sobre estupros coletivos:http://bit.ly/1TM7wvc

Você, homem, que luta pelo fim da cultura do estupro: conte-nos o que tem feito sobre isso. ‪#‎HomensParemACulturadoEstupro‬ ‪#‎ElesPorElas‬ ‪#‎HeForShe‬ ElesPorElas - HeForShe Brasil

À sociedade brasileira, a ONU Mulheres Brasil pede a tolerância zero a todas as formas de violência contra as mulheres e a sua banalização. Acesse a nota pública sobre estupros coletivos: http://bit.ly/1TM7wvc

Pressão Positiva


Pressão Positiva. 
Saber lidar com os erros, fazer pequenos intervalos e até evitar o café podem ajudar a escapar do estresse ruim.



quarta-feira, maio 25, 2016

Educar o coração, também é educação!

O mundo anda cada vez mais desfocado. Nossos filhos são desde cedo expostos a mais alta tecnologia de dispersão mental, diz o psicólogo Armando Ribeiro em seu artigo para a revista Bem-Estar deste domingo. Um estudo da Universidade Harvard demonstrou que a mente está dispersa em 46,9% do tempo, e o pior efeito da desatenção é que uma mente dispersa é uma mente infeliz, concluem os pesquisadores. Para o psicólogo Shawn Achor, que ministrou em Harvard um curso sobre a ciência da felicidade, diz que você precisa ser feliz para ter sucesso e não o contrário. Ou seja, não basta boas notas se não houver sentido e propósito em sua vida. O melhor aluno nem sempre será o adulto mais feliz! Publicado no post da jornalista Ligia Ottoboni, editora-chefe da revista Bem-Estar do jornal Diário da Região.

Dia do Orgulho Nerd

Não entre em pânico, mas tenha uma vida longa e próspera! Parabéns as pessoas que sabem a importância que uma toalha tem! Dia do Orgulho Nerd.

terça-feira, maio 24, 2016

Albert Bandura recebe a Medalha Nacional de Ciências



Albert Bandura recebeu a medalha nacional de ciências das mãos do presidente Barack Obama. Parabéns!

Dia Nacional do Café

Dá até pra sentir o sabor e o aroma... no Dia Nacional do Café!

Algumas das propriedades saudáveis do consumo regular de café (com moderação!): 
  • Auxilia no emagrecimento
  • Aumenta performance física
  • Desacelera o envelhecimento e diminui as chances de câncer
  • Estimulo e sensação de alerta
  • Fígado saudável
  • Ajuda na prevenção de Alzheimer e demência
  • Protege contra a diabetes tipo 2
  • Ajuda na prevenção do Parkinson
  • Remédio contra insuficiência cardíaca
  • Protege contra a gota
Fonte: Adaptado do portal Mundo Boa Forma

segunda-feira, maio 23, 2016

Saber lidar com os erros e até evitar o café podem ajudar a escapar do estresse ruim


Nove em cada dez trabalhadores relatam sofrer de ansiedade no trabalho, segundo pesquisa da Isma­BR (International Stress Management Association no Brasil). 

Apesar de comumente associado a sintomas negativos como nervosismo e até depressão, o estresse no ambiente de trabalho não é necessariamente ruim. Segundo especialistas, há formas de usá-­lo para aumentar a produtividade. 

"O estresse vem de qualquer situação que requer adaptação, que pode ser positiva para alguns e negativa para outros. É a cor das lentes que a pessoa usa que determina sua percepção do momento", diz Ana Maria Rossi, presidente da Isma­BR. 

Ela explica que há duas definições para o termo: o "eustress", que ajuda a afiar a criatividade, e o "distress", atrelado ao nervosismo. 

Para encarar os problemas no escritório com o "eustress", Rossi diz ser importante não se intimidar com um possível resultado negativo.

"Identifique seus erros, aprenda com eles e, mais importante, tente fazer de novo", diz. Isso minimiza o peso da tomada de decisões e permite que a pressão seja um estímulo a obter resultados melhores e não um peso. 

Já a fórmula sugerida por Armando Ribeiro, coordenador do Programa de Avaliação do Estresse do Hospital Beneficência Portuguesa, é apelar ao bom humor. 

Se o profissional percebe algum sintoma de nervosismo, ele recomenda fazer um intervalo para se recuperar. 

Mas fuja do café, diz Ribeiro, já que ingerir estimulantes faz com que o corpo produza o cortisol, conhecido como hormônio do estresse. 

"Em vez disso, faça pausas para observar a respiração, sentir se seu corpo está contraído, endireitar a postura, se alongar ou andar um pouco", explica o especialista. 

Alternar as atividades também pode ajudar. "O trabalho diário muitas vezes demanda atividades repetitivas, o que leva, com o passar do tempo, ao estresse. Interrompa esse fluxo fazendo coisas diferentes", afirma. 

Decorar a mesa com plantas e fotografias é outra recomendação para melhorar a forma como o profissional enfrenta as dificuldades. 

A bagunça na estação de trabalho é um indicador de estresse, segundo Ribeiro. "Os momentos para arrumar a mesa servem para organizar a vida."

DENTRO E FORA 

Para quem quer reduzir o estresse negativo, buscar o equilíbrio é uma tarefa não apenas para o escritório, mas para fora dele também.

Dormir e se alimentar bem, praticar uma atividade prazerosa e fazer esportes ajudam a levar para o trabalho a calma necessária para tomar decisões melhores.

Essa é a técnica do diretor de vendas da farmacêutica Bayer Luciano Müller, 55. 

"Aproveito jogos de squash no condomínio onde moro para colocar para fora as emoções, me expressar e me renovar", afirma. 

Esse equilíbrio nem sempre é alcançado com facilidade. 

O gerente de projetos na área de TI Marcelo Silva, 31, conta que saía da empresa em seu primeiro emprego com espasmos nervosos, que ele atribui a ter que lidar com os clientes de perto. 

"Foi só com mais experiência que consegui deixar de levar a tensão para fora do escritório", diz. "Quando eu saía da empresa, tentava não pensar mais naquilo." 

Para o presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos, Theunis Marinho, a prática é fundamental. "Há quem não se estresse, mas isso pede uma grande dose de treino diário." 

Quem consegue, diz, transforma o estresse no "estalo do desespero", quando uma ideia surge no último minuto e resolve um problema. "Isso é um sinal de que a pressão foi positiva e se transformou em criatividade."

EM PAZ NO TRABALHO
Como lidar melhor com as demandas do dia a dia

SONO
Dormir menos que o necessário induz ao mau humor e ao nervosismo

ALIMENTAÇÃO
Uma refeição balanceada e na hora certa ajuda a combater os sintomas da ansiedade

ATIVIDADE FÍSICA
Receber uma dose pequena de adrenalina antes de começar o expediente energiza a pessoa

CONVERSA
Ao falar com um amigo ou parente, a pessoa se sente acolhida e consegue analisar melhor seus problemas

RELAXAMENTO
Meditação, ioga, exercícios de respiração, alongamento e artes marciais ajudam a manter o estresse baixo

ATITUDE
Não é possível controlar o comportamento dos outros, mas você pode rever a forma como você reage em casos de conflitos

COMUNICAÇÃO
Se há um problema no escritório, fale. Não é preciso ter vergonha. Tratar o colega mal sem dar explicações também não ajuda a melhorar a situação

Fonte: Armando Ribeiro, Isma­BR e ABRH­SP 

Folha

sábado, maio 21, 2016

Semana de Combate ao Estresse da Beneficência Portuguesa de SP

A Semana de Combate ao Estresse do maior complexo hospitalar privado da América Latina, a Beneficência Portuguesa de São Paulo, abordou questões importantes, baseadas na expertise do nosso Programa de Avaliação do Estresse do Centro Avançado em Saúde, para conscientização da população sobre o impacto do estresse em nossa saúde e bem-estar. Agradecemos a todos que contribuíram e apoiaram essa iniciativa!

sexta-feira, maio 20, 2016

Semana de Combate ao Estresse do complexo hospitalar da Beneficência Portuguesa de São Paulo

Há uma banalização desse termo. Cansaço não é estresse, chateação não é estresse, brigar com a namorada não é estresse. Para simplificar, tudo o que nos causa estresse são ameaças - reais ou imaginárias. Ou seja, viver o problema ou imaginar o problema faz com que seu corpo entenda que a ameaça existe. Pois nossa resposta fisiológica não consegue diferenciar a possibilidade da realidade.

Existem quatro estágios de evolução dos sintomas do estresse: fase de alerta (mãos e pés frios, boca seca, dor no estômago, aumento da transpiração, tensão e dor muscular, aperto na mandíbula, ranger os dentes, roer unhas ou pontas de caneta, diarreia passageira, dificuldade para dormir); fase de resistência (queixas de memória, mal-estar generalizado, formigamento das extremidades, sensação de desgaste físico, mudança de apetite, problemas dermatológicos, hipertensão arterial, irritabilidade e desejo sexual diminuído); fase de quase-exaustão (o processo de adoecimento se inicia e os órgãos que possuírem maior vulnerabilidade genética ou adquirida passam a mostrar sinais de deterioração); fase de exaustão (diarreias frequentes, dificuldades sexuais, insônia, tiques nervosos, hipertensão arterial, doenças dermatológicas, taquicardia, tontura frequente, pesadelos frequentes, apatia, cansaço excessivo, irritabilidade e angústia).

Para cada homem diagnosticado com estresse, existem duas mulheres com o diagnóstico. Pesquisas nacionais e internacionais têm obtido resultados semelhantes, ou seja, existe, em média, duas mulheres com diagnóstico de estresse crônico para cada homem. O principal argumento para o fato é em relação aos múltiplos papéis da mulher na sociedade contemporânea. A sobrecarga delas, que assumiram diversos papéis na vida, é um dos principais motivos para o aumento do estresse.

Segundo o psicólogo Armando Ribeiro das Neves Neto, coordenador do Programa de Avaliação do Estresse do Centro Avançado em Saúde da Beneficência Portuguesa de São Paulo, o estresse é uma reação psicofisiológica natural de adaptação diante de ameaças. “Os hormônios do estresse preparam nosso organismo para enfrentar perigos reais ou imaginários. A ativação prolongada desse mecanismo gera o estresse crônico ou estresse tóxico, tornando o organismo mais vulnerável a doenças físicas e emocionais, e infecções”. O estresse tóxico diminui a função do córtex pré-frontal (responsável por diversas funções cognitivas complexas, tais como atenção, aprendizagem, planejamento, flexibilidade cognitiva, etc.), literalmente o estresse tóxico “desliga” o córtex pré-frontal e estimula a atividade do sistema límbico, aumentando os estados de ansiedade, medos e fobias.

Práticas cotidianas executadas com atenção plena (ou mindfulness) podem ajudar o organismo a reduzir a produção dos hormônios do estresse e principalmente mudar o foco mental das preocupações para o momento presente! Você é quem escolhe como quer praticar: desfrutando tempo com a família, cozinhando, cuidando do jardim, passeando com o cão, viajando, etc. Basta que sua atenção esteja totalmente focada na execução da atividade escolhida. Vamos colocar isso em prática?

Sabe como evitar o estresse?

Práticas cotidianas executadas com atenção plena (ou mindfulness) podem ajudar o organismo a reduzir a produção dos hormônios do estresse e principalmente mudar o foco mental das preocupações para o momento presente! Você é quem escolhe como quer praticar: desfrutando tempo com a família, cozinhando, cuidando do jardim, passeando com o cão, viajando, etc. Basta que sua atenção esteja totalmente focada na execução da atividade escolhida. Vamos colocar isso em prática?