quinta-feira, abril 24, 2014

Práticas Integrativas na 4º Jornada NEAPC de Terapias Cognitivas (Porto Alegre/RS)


4º Jornada NEAPC de Terapias Cognitivas
Ações e contextos terapêuticos em Terapias Cognitivas
Porto Alegre/RS, 30 e 31/05/2014

Não deixe de aproveitar esta chance, nos dias 30 e 31 de maio estará em Porto Alegre na 4ª Jornada NEAPC de Terapias Cognitivas o Prof. Armando Ribeiro, pesquisador e psicoterapeuta de renome, pioneiro nos estudos de biofeedback, Terapias Cognitivas e mindfulness no Brasil.

Informações e inscrições em nosso site www.neapc.com.br — com Armando Ribeiro.

quarta-feira, abril 23, 2014

Saúde como fator estratégico nas organizações!


Saúde como fator estratégico nas organizações!

Prof. Armando Ribeiro é defensor dos programas de Qualidade de Vida no Trabalho (QVT). Estudos atuais, apontam que os bons programas de QVT possuem um ROI (return on investiment)  de cerca (1:6), ou seja, para cada dólar investido em programas de QVT se pode ter como retorno até US$ 6 dólares, sem contar as demais vantagens, tais como: aumento da produtividade e da satisfação dos colaboradores, diminuição do absenteísmo / presenteísmo, diminuição dos acidentes de trabalho e etc.

Leia mais sobre a entrevista exclusiva do Prof. Armando Ribeiro para a revista SINCOMAVI (Nº 35, março/abril, 2014) neste link.

terça-feira, abril 22, 2014

quarta-feira, abril 16, 2014

Teste com sensor na orelha detecta em que nível de estresse a pessoa está

Diagnóstico independe da percepção do paciente sobre doença; terapia é oferecida em clínicas de psicologia


Por Elioenai Paes - iG São Paulo

“O estresse é invisível aos olhos, o que a gente vê são as consequências dele”, afirma o psicólogo Armando Ribeiro, coordenador do Programa de Avaliação do Estresse do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. Para quebrar esse manto de invisibilidade, Ribeiro implementou no Brasil um método que já era popular nos Estados Unidos e que começa a se popularizar em clínicas de psicologia.
Trate-se de um teste que mensura o nível do estresse a partir do intervalo entre as frequências cardíacas. Muitas vezes, alguém que se julga no controle da situação pode estar quase no limite da exaustão. Após o procedimento, com um sensor conectado à orelha, o diagnóstico é preciso e independe da percepção do paciente. É como colesterol, que a pessoa não sente, mas os exames detectam.
A maioria dos pacientes de Ribeiro é gente que chega passando mal no pronto socorro sem saber que a causa poderia ter sido a secreção crônica do cortisol, hormônio do estresse. Uma vez encaminhada ao seu consultório, o primeiro passo é preencher uma folha com a chamada roda da vida, em que a pessoa assinala em um circulo notas para todos os âmbitos da sua vida, como recursos financeiros, equilíbrio emocional, família, desenvolvimento amoroso, saúde e disposição, além de outros.
Ao unir essas notas, como em uma brincadeira de ligar os pontos, o ideal é que o desenho se transforme em uma roda aberta, grande, que significaria notas mais altas e satisfatórias em cada fase da vida. O que acontece, no caso de quem está estressado, é que o círculo vira uma estrela de muitas pontas. Ou um círculo pequeno, que é ainda pior. O teste oferece ao psicólogo uma vislumbre de como o paicente enxerga a própria vida. “Consigo ver se a situação financeira não anda bem, se o relacionamento familiar está prejudicado, assim por diante”, comenta Ribeiro.
As perguntas seguintes já são para entender em qual dos quatro níveis de estresse a pessoa está. O primeiro é a fase de alerta, seguida pela resistência, quase exaustão (a fase do burnout) e a fatídica exaustão, período em que podem acontecer os infartos e AVCs. Para isso, o profissional pergunta como a pessoa se sentiu nas últimas 24 horas: as mãos ficaram frias? Sentiu o coração acelerado? Chorou? Teve tristezas? O apetite aumentou? Sentiu sensação de empachamento, de que a digestão não estava sendo feita direito? As perguntas depois se referem às mesmas sensações durante a semana e o mês.
Todas essas informações precisam de uma confirmação, afinal, o paciente poderia mentir sobre sua vida. O diagnóstico certeiro vem com o aparelho de biofeedback, o tal do aparato tecnológico que é ligado no paciente e cujo resultado independe de que o paciente tenha dito que a vida é uma tragédia ou um mar de rosas.
O sensor pendurado na orelha é como um pregador de roupas com pressão suave, que não fura e não machuca. Com o eletrodo de superfície preso ao corpo, a pessoa senta e relaxa durante quatro minutos. Em absoluto silêncio. Durante esse tempo, o sensor, que está ligado a um software especial, vai detectar o quanto de estresse ela está e o quanto de relaxamento ela conseguiu durante os minutos imóveis.
Normalmente, o resultado vem em um gráfico que demonstra altas taxas de estresse e zero de relaxamento. A situação, em um caso desses, é preocupante e pode até surpreender o paciente, que não imaginava que estava em uma situação de estresse crônico.
Numa sessão seguinte, é hora de ajudar o paciente a aprender a respirar – a respiração é uma das chaves para controlar o estresse. O ideal é que a pessoa respire pelo diafragma, a ‘respiração do bebê’, aquela em que a barriga estufa quando é feita a inspiração e murcha até o fim no momento em que se solta o ar. Peito e ombro não devem mudar de posição. Ainda conectado ao sensor, o paciente tem um game para jogar. E só ganha quando estiver relaxado.
Um deles é assim: no computador aparece uma paisagem em preto e branco. O intuito é deixá-la colorida. Conforme o paciente for respirando corretamente e conseguindo relaxar de verdade, a imagem vai aos poucos ganhando cores. Dá para ver a grama ficando verde, o céu se tornando azul, as flores aparecendo e um arco-íris dando o ar da graça. Quando, por fim, a respiração fica correta, o desenho se colore inteiro. Isso significa que a respiração conseguiu enviar um pedido para o cérebro parar de estimular a produção de cortisol.
Agora, um novo resultado é emitido. Via de regra, o nível do relaxamento aumenta e o de estresse diminui. O tratamento completo demora cerca de três meses, em que além das técnicas de relaxamento e respiração, a pessoa faz sessões de terapia cognitivo comportamental.
“Para que os efeitos continuem, é necessário que a pessoa leve as técnicas de relaxamento para a vida, o que implica em diminuir o ritmo e aprender a lidar com as situações que não têm solução.”
Fonte: Portal IG

Psicologia Hospitalar da BPSP e Hospital São José


Presente no nosso dia a dia, o estresse pode ser dividido em quatro fases, chamadas de alerta, resistência, quase exaustão e exaustão. O primeiro estágio de alerta apresenta boca seca e mãos geladas enquanto a exaustão pode causar infartos e AVCs. Com as cobranças profissionais e pessoais, esse mal parece inevitável, mas pode ser tratado com calma e apoio de um psicólogo.

Equipe de Psicologia Hospitalar da Beneficência Portuguesa de São Paulo (BPSP) e Hospital São José.

Hospital valoriza o trabalho multidisciplinar e a Psicologia ganha mais espaço!

Programa de Avaliação do Estresse é tema do Jornal RedeTV! News


Prof. Armando Ribeiro - psicólogo e coordenador do Programa de Avaliação do Estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo e Hospital São José é entrevistado pelo Jornal da RedeTV! News sobre o programa pioneiro no país capaz de avaliar e tratar o estresse excessivo.

Teste vai poder medir nível de estresse
O método é inédito no Brasil e, além de fazer o diagnóstico, vai poder propor o tratamento mais adequado para aliviar o estresse.


terça-feira, abril 15, 2014

Programa de Avaliação do Estresse é tema do Jornal da RedeTV News


Prof. Armando Ribeiro - psicólogo e coordenador do Programa de Avaliação do Estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo foi o especialista entrevistado para o jornal RedeTV News sobre o programa pioneiro no país que avalia o estresse no maior complexo hospitalar privado da América Latina.


O Prof. Armando Ribeiro faz a simulação da avaliação do estresse com uma voluntária para o jornal da RedeTV News. O programa de avaliação do estresse consiste em um protocolo de avaliação psicofisiológica do estresse pioneiro no país, baseado na aplicação de testes psicométricos validados e também na utilização de modernos equipamentos de biofeedback. A partir dos resultados, os pacientes são encaminhados para tratamentos especializados, desde a psicoterapia (Terapia Cognitivo-Comportamental), mudança do estilo de vida e práticas integrativas (ex. meditação, acupuntura, yoga, massoterapia, entre outros) e até tratamento farmacológico, caso necessário.

Avaliar o nível de estresse é fundamental para que se possa modificá-lo! Apesar das fontes de estresse serem diversas, o estágio e tipologia do estresse são essenciais para determinação de um tratamento personalizado para cada pessoa.


Bastidores das gravações para o jornal da RedeTV News!

segunda-feira, abril 14, 2014

Práticas meditativas são tema da aula de Medicina Comportamental em Florianópolis / SC


Alunos vivenciam técnica de meditação durante a aula do Prof. Armando Ribeiro sobre Medicina Comportamental e práticas integrativas na pós-graduação em Terapia Cognitivo-Comportamental do ICTC (Florianópolis / SC).



Prof. Armando Ribeiro é professor convidado do curso de pós-graduação em Terapia Cognitivo-Comportamental do ICTC (Florianópolis / SC) e responsável pelo módulo sobre Medicina Comportamental e aplicação das Terapias Cognitivas e práticas integrativas na Psicologia da Saúde.

quinta-feira, abril 03, 2014

Compradores Compulsivos no programa Vida Melhor

Compradores Compulsivos
é tema do programa Vida Melhor da Rede Vida

Você realmente precisa de tudo aquilo que comprou?


 

O Prof. Armando Ribeiro, psicólogo e consultor em Gestão do Estresse e da Qualidade de Vida no Trabalho foi o entrevistado pela apresentadora Cláudia Tenório para debater os aspectos psicológicos do Transtorno do Controle dos Impulsos - Compradores Compulsivos.




Alguns dados preliminares apontam que cerca de 3% da população estaria em risco para desenvolver sintomas de compulsão por compras. A falta de planejamento para compras e o impulso por aquisição de bens são os dois principais critérios para se pensar no risco de vir a sofrer de um Transtorno do Controle dos Impulsos (compulsão por compras). O transtorno pode afetar ambos os gêneros, mas alguns pesquisadores indicam que seria mais comum entre as mulheres, chegando a cerca de 90% dos afetados por esta condição. Segundo as mais recentes pesquisas de neurociência, o problema esta relacionado ao autocontrole, localizado no córtex pré-frontal e principalmente no mecanismo de recompensa (dopamina), que podem levar os indivíduos a uma busca incessante pela sensação de prazer (ex. compulsão por compras, comida, sexo, internet e etc.). Buscar ajuda profissional é fundamental para o tratamento do problema. Psicoterapia (Terapia Cognitivo-Comportamental) e medicação podem ser úteis para controlar os gastos excessivos.



 Nos bastidores do programa Vida Melhor!